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Tema: Luz e Plantas - Introdução ao LED (Diodo Emissor de Luz)

  1. #1
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    blue Luz e Plantas - Introdução ao LED (Diodo Emissor de Luz)

    Introdução

    LEDs, futuro ou presente? Lá em 2006 a galera aqui no forum já sabia que era o futuro, e na minha humilde opiniã ess futuro que não esta nada longe... Pesquisando sobre o assunto descobri que o CannabisCafé é o maior arsenal de informações sobre a tecnologia, logo pensei em traduzir o material para facilitar as coisas. Primeiramente notei em minha pesquisa que os grandes benefícios dos LEDs é o fato deles não gerarem calor comparados as Lampadas de Alta Potencia (HID), também o fato de que com eles é possível montar uma luminária voltada especificamente para plantas, com somente as cores que a planta absorve durante seu ciclo de vida, portanto a economia de energia não esta relacionada a wattagem e sim as cores que não são desperdiçadas.
    A maior parte da luz solar que as plantas captam é transformada em calor e apenas uma pequena parte do espectro são essenciais para o crescimento. Para os agricultores e pesquisadores, a grande vantagem dos LEDs é que você pode eliminar os comprimentos de onda de luz que normalmente são inativos para a fotossíntese, o que resulta na economia de energia em comparação com as lâmpadas convencionais.
    Na história do Cultivo Indoor até mesmo as Lâmpadas de Alta Potencia (HID) foram contestadas visto que desde a década de 70 as florescentes são usadas em todo o mundo, na época eram a melhor opção por não esquentarem no entanto eram as mais caras, com a grande diferença de lumens entre essas tecnologias as Lampadas de Alta Pressão (HID) acabaram ganhando espaço junto com o investimento em maior exaustão, não é difícil de imaginar que o mesmo vai acontecer com os LEDs depois que alguns mitos forem quebrados, este é um dos objetivos deste tema bem como explicar algumas questões básicas, começando pela luz e suas medidas, faixa de cores entrando um pouco nas questões técnicas desta nova tecnologia.


    Radiação Eletromagnética e a Freqüência Visível

    Toda a radiação eletromagnética é quantizada em fótons: isto é, a menor porção de radiação eletromagnética que pode existir é um fóton, qualquer que seja seu comprimento de onda, freqüência, energia ou momento. Os fótons são comumente associados com a luz visível, o que só é verdade para uma parte muito limitada do espectro eletromagnético.


    As fontes de luz visíveis dependem essencialmente do movimento de elétrons. Os elétrons nos átomos podem ser elevados de seus estados de energia mais baixa até os de energia mais alta por diversos métodos, tais como aquecendo a substância ou fazendo passar uma corrente elétrica através dela. Quando os elétrons eventualmente retornam a seus níveis mais baixos, os átomos emitem radiação que pode estar na região visível do espectro.
    A fonte mais familiar de luz visível é o Sol. Sua superfície emite radiação através de todo o espectro eletromagnético, mas sua radiação mais intensa está na região que definimos como visível, e a intensidade radiante do sol tem valor de pico num comprimento de onda de cerca de 550 nm, isso sugere que nossos olhos se adaptaram ao espectro do Sol.
    Todos os objetos emitem radiação magnética, denominada radiação térmica, devido à sua temperatura. Objetos tais como o Sol, cuja radiação térmica é visível, são denominados incandescentes. A incandescência geralmente está associada a objetos quentes; tipicamente, são necessárias temperaturas que excedam a 1.000 °C, também é possível que a luz seja emitida de objetos frios; esse fenômeno é chamado luminescência. Os exemplos incluem as lâmpadas fluorescentes, relâmpagos, mostradores luminosos e receptores de televisão.
    Existem diferentes unidades para medir a luz, abaixo estão descritas as mais usuais, onde veremos a distinção entre os dois tipos de unidades:

    Lumens (lm)
    É chamado fluxo luminoso a radiação total emitida em todas as direções por uma fonte luminosa ou fonte de luz que pode produzir estímulo visual.

    Nanômetro (nm)
    É uma unidade de comprimento comumente usada para medição de comprimentos de onda de luz visível (PAR) (400 nm a 700 nm), radiação ultravioleta, radiação infravermelha e radiação gama, entre outras coisas.

    OBS: Para aferir quantos lm ou nm são emitidos por uma fonte luminosa, é preciso medir nas direções onde se deseja esta informação, já que a fonte luminosa quase nunca irradia luz uniformemente em todas as direções.

    As unidades fotométricas referem-se a sensibilidade do olho humano a luz, ou seja, a quantidade física é corrigida por coeficientes para a nossa sensibilidade, essas unidades são conhecidas em todo o mundo, especialmente o lm (Lumen) e o nm (Nanômetro), ambos são importantes, um mede a quantidade total de luz e outro medi separadamente cada freqüência. Um ótimo exemplo para este resumo é o gráfico que vem ao rotulo de cada lâmpada, neste caso é o de uma florescente onde o comprimento 555nm (Verde) produziu 10 vezes mais (Nem menos) lumens que a comprimento 655nm (Vermelho) ou 475nm (Azul)...

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    Última edición por Beckenbauer; 21/11/2013 a las 12:25 PM

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  3. #2
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    Thumbs up Re: Luz e Plantas - Introdução ao LED (Diodo Emissor de Luz)

    Luz e as Plantas

    A luz é um dos três fatores mais importantes que afetam o crescimento e desenvolvimento das plantas, juntamente com oxigênio, CO2 e os minerais. É um fator essencial para a realização de uma série de processos fisiológicos nas plantas, sendo o mais importante de todos a fotossíntese.
    Em seu estado natural na luz solar, encontramos um espectro muito amplo com vários tipos de radiação entre elas a ultravioleta: 0,6%, luz visível ou fotossinteticamente ativa (PAR): 37%, infravermelho curto (NIR), infravermelhos longo (FR), ambos 62%. Os que realmente nos interessam são as fotossinteticamente ativos e o resto afetam principalmente na temperatura. As plantas utilizam a luz variando entre os comprimentos 400nm e 700nm, dentro da luz visível as cores azul (450 nm) e o vermelho (615-660nm) transmitem maiores impactos as plantas e a cor verde (550nm) é a menos impactante pois a planta rejeita e reflete esta cor...
    Basicamente assimilam as cores do céu nas mudanças que acontecem com movimentação do sol, que alterna o comprimento da onda em função da hora do dia e também controla as fases de crescimento e floração das plantas dependendo da estação do ano. O espectro da radiação pode afetar algumas propriedades das plantas tais como a aparência, tempo de floração e por exemplo para aplicações medicinais, no sabor, odor e nas propriedades farmacêuticas e nutricionais.
    É sabido que o número de fotons é maior no espectro vermelho do que no espectro azul, pois as plantas usam de forma mais eficiente a radiação na faixa vermelha para excitar a clorofila. A luz atua na assimilação de carbono, na temperatura das folhas, no equilíbrio da água e no crescimento de órgãos e tecidos, especialmente no desenvolvimento do caule, das folhas e na curvatura dos galhos, também envolvida na germinação e na floração. A luz e a temperatura são diretamente correlacionadas, aos mais elevados níveis de luz teremos as mais elevadas temperaturas, conseqüentemente as plantas aumentam o consumo de água e da transpiração. A luz dentro de uma estufa deve aumentar a temperatura, umidade relativa e dióxido de carbono (CO2) para que a fotossíntese seja maximizada, logo por outro lado a falta de luz pode diminuir as necessidades desses outros fatores.


    FOTONASTIAS E FOTOTROPISMO

    Os tropismos são movimentos das plantas que envolvem crescimento na direção de um estímulo ambiental (tropismo positivo) ou na direção oposta a este (tropismo negativo). Para além dos tropismos, existem outros tipos de movimentos nas plantas que não envolvem crescimento direcionado relativamente ao estímulo - NASTIAS ou MOVIMENTOS NÁSTICOS. Por exemplo, o fato de algumas plantas abrirem as folhas durante o dia e dobrarem-nas à noite é uma fotonastia. Os tropismos e nastismos se referem aos movimentos de órgãos das plantas, diferenciam-se porque o Fototropismo depende da direção do estímulo, um bom exemplo é o caule que se curva em direção da luz que vem de uma janela enquanto que a Fotonastia depende da intensidade do estímulo, um bom exemplo é a flor da planta “Onze-horas” que abre suas pétalas no período em que a luz do dia é mais intensa e temperatura mais elevada.

    FOTOPERIODISMO

    É um termo usado na botânica e descreve os efeitos e adaptações de plantas ao fotoperíodo, que representa o comprimento de um dia e consiste na duração do período de luz de um determinado lugar, dependendo da latitude e da estação do ano. Incluído no fotoperíodo está o período de luz útil, que designa a duração da qual a intensidade luminosa é maior que o limiar de compensação fotossintética.
    É importante saber que existem três tipos de plantas:
    - plantas de dia curto - floresce com fotoperíodos inferiores ao fotoperíodo crítico.
    - plantas de dia longo - floresce com fotoperíodos superiores ou iguais ao fotoperíodo crítico.
    - plantas neutras ou indiferente
    A floração dessas plantas (como também a queda das folhas, a germinação...) depende da duração dos dias e das noites.

    Fotomorfogênese

    É um processo pelo qual as plantas captam a luz em diferentes comprimentos de onda de luz e geram sinais fisiológicos que alteram e afetam o crescimento, no desenvolvimento e na diferenciação das plantas independentemente da fotossíntese. Durante o ciclo de vida vegetal, várias respostas, que conferem enormes vantagens no estabelecimento e na sobrevivência da planta, tais como germinação de sementes, inibição do alongamento caulinar, síntese de clorofila e antocianinas, expansão foliar e floração. Estão envolvidas diretamente com a duração e a qualidade da luz, o processo pelo qual a luz regula o desenvolvimento das plantas é denominado fotomorfogênese.
    Nesse processo existem pelo menos três classes de fotorreceptores: fitocromos, os quais absorvem predominantemente o comprimento de onda do vermelho (V, 650-680 nm) e vermelho-distante (VE, 710-740 nm), fotorreceptores que absorvem a luz azul (450nm) / UV-A (320-400nm), denominados criptocromos, e fotorreceptores que absorvem o UV-B (280-320 nm). Esses fotorreceptores traduzem a informação da luz em sinais bioquímicos, por processos ainda pouco elucidados.


    - FITOCROMOS: absorvem predominantemente V (650-680 nm) e VE (710-740 nm)
    - CRIPTOCROMOS: absorvem azul (425-490 nm) e UV-A (320-400 nm)
    - FOTOPROPINAS: absorvem azul (400-500 nm)
    - FOTORRECEPTORES DE LUZ UV-B: ((280-320 nm)

    FOTORRECEPTORES

    Fitocromo V (650-680 nm) e VE (710-740 nm) - É uma classe de fotorreceptores que estão envolvidos em inúmeros processos de desenvolvimento como a floração (fotoperiodismo) e a germinação de sementes (fotoblastia). Apresenta basicamente duas formas, uma mais estável, a forma inativa e a outra mais instável e ativa, desse modo os fitocromos podem funcionar como um “interruptor biológico”, ativando e desativando reações. A molécula de fitocromo pode se apresentar de duas formas interconversíveis, isto é, que podem transformar-se uma na outra e vice-versa: o fitocromo Fv (Pr) e o fitocromo Fve (Pfr). A forma Fv transforma-se na forma Fve quando absorve luz vermelha no comprimento de onda em torno de 660 nm, já a forma Fve transforma-se na forma Fv quando absorve luz vermelho-profundo de comprimento de onda em torno de 730 nm. Como o sol emite luz que apresenta todos os comprimentos de onda, então, durante o dia as plantas apresentam as duas formas, havendo um predomínio de Fve. No período da noite a forma Fve converte-se espontâneamente em Fv (reversão no escuro), havendo um predomínio deste no período de escuro. Esta reversão no escuro é essencial para a medida do tempo pelas plantas e dessa maneira as plantas respondem ao fotoperíodo, processo importante para o florescimento.


    Criptocromos 300-500nm – São fotorreceptores que estão aparentemente no núcleo das células de um grande número de organismos vivos, incluindo nas plantas. Apesar de Terra ter uma abundância de recursos, estes são essenciais em reparação de danos ao DNA, na regulação do sistema imunológico, em ritmo circadiano (relógio biológico) das plantas, animais e até pessoas.
    São flavoproteínas (proteínas que ligam-se ao cromóforo flavina FAD e MTHF).

    "Em 1864, Julius von Sachs, que observou que fototropismo é causada apenas por comprimentos de onda azul e violeta, descobriu os efeitos da luz azul sobre as plantas. Desde então foram descobertos inúmeros efeitos desta luz em muitos tipos plantas e fungos. "
    Recentemente, descobriu dois genes que não estão associados com Cryptochromes e cuja função consiste em detectar a luz ultravioleta (290-320 nm). Isso irá ativar dois genes que produzem o pigmento branqueada (quercetina e kaempferol). Eles filtram a luz ultravioleta das plantas ou seja, fabricam seus próprios cremes para não serem afetados pela radiação ultravioleta.

    Além disso, Chentao Lin e seus colegas da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, descobriram que Cryptochrome 2 permite que a planta detecte o comprimento do dia, o que lhe permite diferenciar as estações. Os cryptochromes 1 e 2 são estimuladas com luz visível final do espectro, de azul-verde (cerca de 500 nanômetros) à luz ultravioleta (cerca de 320 nanômetros). Outra criptocromo descoberto alguns anos atrás por Tony Cashmore, University of Pennsylvania, em Filadélfia, tem a capacidade de ativar uma enzima chamada Chalcona Sintase, que está envolvida na síntese de uma ampla gama de pigmentos e também no controlo de muitos genes.

    Características que geralmente acompanham cryptochromes

    -Regulam fototropismo
    -Regulam a síntese de enzimas e antocianinas
    -Eles promovem o crescimento de caules resistentes.
    -Eles favorecem a diferenciação / Plastídios.

    NOTA: A radiação a partir de sistemas de comunicação sem fio afetam os fitocromos. Eles alteram os sistemas de orientação dos animais, o sistema imunológico e ainda o relógio biológico de plantas.

    Carotenóides e Clorofilas 420-600 nm - O nome “clorofila” foi proposta por Pelletier e Caventou, em 1818, para denominar a substância verde que se podia extrair das folhas com o auxílio do álcool.
    O termo Clorofila se refere a um grupo de pigmentos fotossintéticos produzidos nos cloroplastos das folhas e em outros tecidos vegetais. Estes pigmentos, responsáveis pela cor verde das plantas funciona como fotorreceptor da luz visível utilizada no processo da fotossíntese. As diferenças aparentes na cores dos vegetais são devidas à presença de outros pigmentos associados, como os carotenóides, os quais sempre acompanham as clorofilas. A clorofila, que dá a coloração verde da maioria dos vegetais, absorve muito bem a luz das regiões azuis e vermelhas, refletindo a luz verde.
    O processo do qual a clorofila absorve a luz do sol e usa desta energia pra sintetizar carboidratos a partir de gás carbônico (CO2) e água, denomina-se fotossíntese. Em cada molécula de clorofila existe um átomo de magnésio (Mg) que se encontra no centro de uma estrutura em anel (anel porfirínico) que é estimulado pela luz. Há também uma “cauda” na molécula, formada por cadeias hidrofóbicas.


    Existem quatro tipos de clorofilas denominadas a, b, c e d. As clorofilas a e b estão presentes em plantas verdes. Nas algas e cianobactérias são encontradas as clorofilas c e d. Os pigmentos envolvidos no processo de fotossíntese são as clorofilas a e b, os carotenóides e as ficobilinas. As diferenças entre clorofila a e b são poucas, apenas na composição de uma cadeia lateral, onde na clorofila a é -CH3 e na b é – CHO. A diferença encontrada entre as clorofilas a e c, é que a clorofila c (encontrada em diatomáceas, dinoflagelados e algas pardas), não possui o fitol. Encontrada somente em algas vermelhas, a clorofila d, é semelhante à clorofila a, porém, no anel I da molécula, o grupo (-O-CHO) substitui o grupo (- CH = CH2).
    Vale ressaltar que todos os tipos de clorofilas são verdes, mas existem variações em suas estruturas que fazem com que o espectro de absorção seja um pouco diferente se comparadas umas com as outras. Isso permite que as clorofilas se completem para aumentarem o alcance de absorção do espectro de luz visível.

    Os espectros e seus efeitos sobre as plantas


    UV-C a 200-280nm - Felizmente a camada de ozônio o filtra totalmente, permitindo vida para todos nós. Ele é freqüentemente usado como germicida em dutos de ventilação, limpeza de equipamentos médicos, purificadores de água e até na inodorização, ou seja são utilizadas efetivamente para eliminar odores.

    UV-B 280-315nm - Por mais de 30 anos, Robert Connell Clarke pode nos antecipar os possíveis efeitos da radiação UV-B sobre o THC. Expondo a teoria de que a Cannabis faz uso dessa substancia para se proteger e como atua este com os Cannabinóides.

    ... Em laboratório, Raphael Mechoulam converteu THC em CBD, expondo a uma solução de ácido de CBD à luz ultravioleta de 235-285 nanômetros por 48 horas ...

    Referência: Botânica Marijuana, Robert Connell Clarke, Ronin Publishing, 1981 ...

    Ed Rosenthal é também um dos principais defensores desta teoria, baseada na tese de doutorado de John Lydon, que relata uma série de experimentos feitos com Cannabis mas não está claro que o THC protege a planta melhor que a CBD.

    José T. Gallego, em seu artigo "Light THC e ultravioleta", também mencionado neste fórum http://www.cannabiscafe.net/foros/sh...to-del-cultivo, nos oferece uma boa coleção de dados que explicam a base científica e tem várias estratégias de produção.
    A exposição à radiação na parte ultravioleta do espectro electromagnético médio (UV-B) causam respostas de stress, a inibição da fotossíntese e os danos do DNA. E como uma defesa, as plantas produzem / acumulam protetores solares que absorvem UV-B.

    Além disso, a Universidade de Tarapaca. Faculdade de Ciências Agronômicas. Arica - Chile. diz em um estudo de radiação em plantas aclimatadas à altas taxas de UV-B, como elas estão nas montanhas são caracterizadas apresentando principalmente caules e ramos curtos, resultando plantas com morfologia bastante compactas e pequenas. A baixa altura destas plantas expostas à radiação de alta intensidade da radiação UV-B tem sido diretamente associada à indução de estágios mais curtos, em diferentes espécies. Por isso, tem sido sugerido que o mecanismo pelo qual a radiação UV-B reduz gravemente o comprimento do talo.
    Um mecanismo de adaptação à radiação UV-B documentado é um aumento da produção de metabólitos secundários, tais como fenóis e flavonóides, que se acumulam nas células da pele de várias espécies de plantas, e porque os compostos que absorvem radiação entre 280-360nm, reduzem os efeitos nocivos da radiação UV-B sobre diferentes componentes celulares
    Alcalóides tais como atropina, morfina, codeína, heroína, nicotina, cafeína, cocaína, etc, são compostos amplamente reconhecidos para o seu efeito farmacológico e plantas que atuam como agentes de defesa como as feromonas. Na Cannabis Sativa, o aumento da radiação de UV-B induz a síntese de Canabinóides, bem como Trifolium repens de radiação, o que aumenta significativamente a produção de cianogénios.

    UV-A 315-400nm - Fotossíntese começa a agir de 380nm em diante, mas o seu efeito neste campo é quase zero.

    Azul 400-500nm - Atua na fotossíntese (+), Fotomorfogênese Fototropismo. O azul claro tem um efeito inibitório sobre o crescimento de plantas, que podem ser utilizados como uma alternativa aos produtos químicos que retardam o crescimento da altura de uma planta. A utilização da luz azul para inibir o alongamento de plantas tem sido documentado estudos de Crisântemos (OYAERT et ai. 1999, Kim et ai. 2004, Shimizu et ai. De 2006, Okamoto et ai. 1997) Assim, os luz azul é uma estratégia potencial para produzir plantas com um crescimento mais compacto. Também proporciona a aclimatação das culturas in vitro contribui para o crescimento (Nhut et al. 2,000).
    Esta luz afeta a quantidade de água que as plantas reteêm. É o principal responsável pelo crescimento foliar vegetativo. Ele estimula a produção de clorofila e as reações de fotossíntese. E se manifesta dando plantas curtas e com entrenós também curtos, fortes e vigorosos. Sua ausência fornece plantas doentias, finas e delicadas.

    Verde 520-530nm - As plantas absorvem muito pouco da cor verde claro, isso não significa que o seu efeito é totalmente vazio. A luz verde é a luz que é normalmente usada para trabalhar no seu jardim durante a noite sem interromper o sono das plantas...

    Amarelo 530-600nm - Sua função é pouco falada. Diz-se que a partir deste espectro a planta começa a controlar o fotoperíodo e que é onde começa o segundo campo de atuação da clorofila. A desvantagem é que é uma cor atraente para determinadas pragas e mosquitos.

    Laranja 600-620nm - Encontra-se dentro do espectro que são responsáveis por controlar o fotoperíodo. Controla nas plantas o ciclo diário de luz (dia / noite), abrindo ou fechando as folhas ou pétalas de certas flores. E também ajudam a reconhecer até mesmo no estado anual da luz e portanto, o momento certo para florescer. A cor laranja tem mais propriedades para a fotossíntese do que amarelo.

    Vermelho 630-700nm - As faixas vermelhas de luz incentivam o crescimento do caule, induzem a germinação de sementes, o processo de germinação e floração, desencadeando a liberação de hormônios. Como bem também no enraizamento, é a causa de repelir a maioria dos insetos e pragas.

    Vermelho Profundo 700-800nm - Desempenha um papel importante no crescimento das plantas. É um fator importante na hora de potencializar a resposta da planta para evitar a sombra (estiolamento). É uma cor pouco visível mas que representa 1,2% da luz do sol, 0,88% abaixo de um monte de folhas e 0,13% abaixo de 5 milímetros de solo...

    Infra Vermelho 800-2500nm - A temperatura é o fato mais importante a considerar na criação de um ambiente no cultivo interior, principalmente porque é o que mais influencia o crescimento e desenvolvimento de plantas. Para o gerenciamento de temperatura é importante conhecer as necessidades e limitações das espécies cultivadas. As plantas usam a luz vermelha e infravermelha para regular o crescimento do caule e na resposta fotoperiódica.

    De acordo com o produtor famoso Ed Rosenthal, quanto maior a duração da onda, menos energia ela vai conter. Assim um comprimento de onda azul 475 nm mais curto, gasta mais energia do que o comprimento de luz vermelha 660 nm. A luz infravermelha vai além da visão humana, desde os 730 nm e embora não possamos vê-la, sentimos como calor. Por exemplo, um carvão incandescente emite luz vermelha é visível e a infravermelho nós só sentimos como calor.


    Neste gráfico é possível ver as partes do espectro responsável pela fotossíntese linha (A), espectro visível e útil para o ser humano e para as plantas linha (B), e a linha de marcação do espectro onde as plantas crescem melhor (C). Este é apenas um exemplo de quais são os espectros mínimos e ideais para um bom crescimento e florescimento, existem várias experiencias com relação ao numero de bandas (cores) e quantidade de cada, alguns voltam preferem voltar a atenção para cada fase adaptando a banda, outros exemplos são projetados para ambas as fases, no entanto são diferenças que só podem ser notadas depois de vários testes. Decidir se vai ter amarelo ou não, se têm mais vermelho ou laranja ou qualquer outro pequeno detalhe vai fazer a diferença entre o desempenho da lâmpada ideal e da precária...

    Tradução do material espanhol em Cultivo con Leds, por @Knnabinoide e @Gud , muito obrigado pelas informações!!
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  4. Los siguientes 7 Usuarios dan las gracias a Beckenbauer por este Post:

    BAMBOOM (02/10/2013), chiconha (15/10/2013), cuiajah (22/07/2014), didondoco (26/07/2014), Harvest*Time (02/10/2013), Malditi (03/10/2013), New Green (30/07/2014)

  5. #3
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    Lightbulb Re: Luz e Plantas - Introdução ao LED (Diodo Emissor de Luz)

    LED - O que é, e como funciona

    O LED é um componente eletrônico semicondutor, ou seja, um diodo emissor de luz ( L.E.D = Light emitter diode ), mesma tecnologia utilizada nos chips dos computadores, que tem a propriedade de transformar energia elétrica em luz. Tal transformação é diferente da encontrada nas lâmpadas convensionais que utilizam filamentos metálicos, radiação ultravioleta e descarga de gases, dentre outras. Nos LEDs, a transformação de energia elétrica em luz é feita na matéria, sendo, por isso, chamada de Estado sólido.
    O LED é um componente do tipo bipolar, ou seja, tem um terminal chamado anodo e outro, chamado catodo. Dependendo de como for polarizado, permite ou não a passagem de corrente elétrica e, consequentemente, a geração ou não de luz. Abaixo, na figura 1, temos a representação simbólica e esquemática de um LED.

    O componente mais importante de um LED é o chip semicondutor responsável pela geração de luz. Este chip tem dimensões muito reduzidas, como pode ser verificado na Figura 2 , onde apresentamos um LED convencional e seus componentes.

    Na Figura 3, apresentamos um LED de potência, em que podemos observar a maior complexidade nos componentes, a fim de garantir uma melhor performance em aplicações que exigem maior confiabilidade e eficiência.

    HISTÓRICO

    Apesar do LED ser um componente muito comentado hoje em dia, sua invenção, por Nick Holonyac, aconteceu em 1963, somente na cor vermelha, com baixa intensidade luminosa (1 mílicandela). Por muito tempo, o LED era utilizado somente para indicação de estado, ou seja, em rádios, televisores e outros equipamentos, sinalizando se o aparelho estava ligado ou não.
    O LED de cor amarela foi introduzido no final dos anos 60. Somente por volta de 1975 surgiu o primeiro LED verde – com comprimento de onda ao redor de 550 nm, o que é muito próximo do comprimento de onda do amarelo, porém com intensidade um pouco maior, da ordem de algumas dezenas de milicandelas.
    Durante os anos 80, com a introdução da tecnologia Al ln GaP, os LEDs da cor vermelha e âmbar conseguiram atingir níveis de intensidade luminosa que permitiram acelerar o processo de substituição de lâmpadas, principalmente na indústria automotiva. Entretanto, somente no início dos anos 90, com o surgimento da tecnologia InGaN foi possível obter-se LEDs com comprimento de onda menores, nas cores azul, verde e ciano, tecnologia esta que propiciou a obtenção do LED branco, cobrinho, assim, todo o espectro de cores. Até então, todos estes LEDs apresentavam no máximo de 4.000 a 8.000 milicandelas, com um ângulo de emissão entre 8 a 30 graus. Foi quando, no final dos anos 90, apareceu o primeiro LED de potência Luxeon, o qual foi responsável por uma verdadeira revolução na tecnologia dos LEDs, pois apresentava um fluxo luminoso ( não mais intensidade luminosa ) da ordem de 30 a 40 lumens e com um ângulo de emissão de 110 graus.
    Hoje em dia, temos LEDs que atingem a marca de 120 lumens de fluxo luminoso, e com potência de 1,0 – 3,0 e 5,0 watts, disponíveis em várias cores, responsáveis pelo aumento considerável na substituição de alguns tipos de lâmpadas em várias aplicações de iluminação.

    OS LEDS NÃO LIBERAM CALOR

    A luz emitida pelos LEDs é fria devido a não presença de infravermelho no feixe luminoso. Entretanto, os LEDs liberam a potência dissipada em forma de calor e este é um fator que deve ser levado em consideração quando do projeto de um dispositivo com LEDs, pois a não observância deste fato poderá levar o LED a uma degradação acentuada do seu fluxo luminoso, bem como redução da sua vida útil. Boa parte da potência aplicada ao LED é transformada em forma de calor e a utilização de dissipadores térmicos deverá ser considerada a fim de que o calor gerado seja dissipado adequadamente ao ambiente, permitindo que a temperatura de junção do semicondutor (Tj) esteja dentro dos limites especificados pelo fabricante. Na Figura 4 apresentamos uma ilustração de um LED convencional de 5 mm e podemos observar que o caminho da potência dissipada em forma de calor é o mesmo da corrente elétrica, e esta disposição é feita pela trilhe de cobre da placa de circuito impresso. Já na Figura 5, apresentamos um LED de potência com encapsulamento, no qual podemos observar que os caminhos térmico e elétrico são separados e a retirada de calor é feita através do acoplamento de um dissipador térmico à base do LED, garantindo, com isto, uma melhor dissipação.




    BENEFÍCIOS NO USO DOS LEDS

    Maior vida útil: Dependendo da aplicação, a vida útil do equipamento é longa, sem necessidade de troca. Considera-se como vida útil uma manutenção mínima de luz igual a 70%, após 50.000 horas de uso

    Custos de manutenção reduzidos: Em função de sua longa vida útil, a manutenção é bem menor, representando menores custos.

    Eficiência: Apresentam maior eficiência que as Lâmpadas incandescnetes e halógenas e, hoje, muito próximo da eficiência das fluorescentes ( em torno de 50 lumens / Watt ) mas este número tende a aumentar no futuro.

    Baixa voltagem de operação: Não representa perigo para o instalador.

    Resistência a impactos e vibrações: Utiliza tecnologia de estado sólido, portanto, sem filamentos, vidros, etc, aumentando a sua robustez.

    Controle dinâmico da cor: Com a utilização adequada, pode-se obter um espectro variado de cores, incluindo várias tonalidades de branco, permitindo um ajuste perfeito da temperatura de cor desejada.

    Acionamento instantâneo: Tem acionamento instantâneo, mesmo quando está operando em temperaturas baixas.

    Controle de Intensidade variável: Seu fluxo luminoso é variável em função da variação da corrente elétrica aplicada a ele, possibilitando, com isto, um ajuste preciso da intensidade de luz da luminária.

    Cores vivas e saturadas sem filtros: Emite comprimento de onda monocromático, que significa emissão de luz na cor certa, ( veja espectro de cores ) tornando-a mais viva e saturada. Os LEDs coloridos dispensam a utilização de filtros que causam perda de intensidade e provocam uma alteração na cor, principalmente em luminárias externas, em função da ação da radiação ultravioleta do sol

    Luz direta, aumento da eficiência do sistema: Apesar de ainda não ser a fonte luminosa mais eficiente, pode-se obter luminárias com alta eficiência, em função da possibilidade de direcionamento da luz emitida pelo LED.

    Ecologicamente correto: Não utiliza mercúrio ou qualquer outro elemento que cause dano à natureza.

    Ausência de ultravioleta: Não emitem radiação ultravioleta sendo ideais para aplicações onde este tipo de radiação é indesejada. Ex.: Quadros – obras de arte etc...

    Ausência de infravermelho: Também não emitem radiação infravermelho, fazendo com que o feixe luminoso seja frio.

    Com tecnologia adequada P.W.M, é possível a dimerização entre 0% e 100% de sua intensidade, e utilizando-se Controladores Colormix Microprocessados, obtém-se novas cores, oriundas das misturas das cores básicas. Que são: branco, azul, verde, azul, verde, amarelo, vermelho.

    Ao contrário das lâmpadas fluorescentes que tem um maior desgaste da sua vida útil no momento em que são ligadas, nos LEDs é possível o acendimento e apagamento rapidamente possibilitando o efeito “flash”, sem detrimento da vida útil.

    Esse resumo foi retirado do site da Unicamp que por sua vez usou as informações de uma empresa gaúcha que fabrica produtos com tecnologia LED.

    Coisas que você precisa saber antes de comprar uma luz LED

    O processo “Binning”
    Há duas características de desempenho primárias de lâmpadas LED que os fabricantes usam para categorizar e preço de seus LEDs - Saída luminosa (brilho) e temperatura de cor. Todos os fabricantes de lâmpadas LED classificam suas lâmpadas para saída luminosa e temperatura de cor após a produção em massa utilizando uma prática chamada “binning”. Binning é complicado, mas em termos gerais, são lâmpadas medidas com a maior produção luminosa e a temperatura de cor mais desejáveis são classificadas como “bin”. Cada bin subsequente tem classificações mais baixas de desempenho e / ou cor menos desejável, até chegar ao último bin com os mais baixos índices de desempenho. Mais importante, o diferencial de custo e de qualidade do LED do mais alto bin avaliado para o menor bin nominal é significativo. Por exemplo, o menor modelo CreeXPG de saída tem 20% menos lumens por watt do que a maior bin nominal. Para economizar dinheiro, muitos fabricantes selecionam uma das mais baratas e inferiores, que produzem resultados muito inferiores quando comparados com os LEDs do mesmo modelo de maior caixas nominais. Claro que , seus departamentos de marketing ainda afirmam que os lumens máximas teóricas em vez de que eles estão realmente usando. Certifique-se de gastar seu dinheiro com sabedoria e comprar de fabricantes de renome que usam somente lâmpadas com as melhores classificação.

    Tamanho e Lumens/Watt
    Agora que você a entendeu as diferenças existentes nos mesmos LEDs, vamos comparar diferentes modelos de LED. A tecnologia dos LEDs brancos está evoluindo rapidamente. Recentes desenvolvimentos em revestimentos de alta eficiência de fósforo estão permitindo que os fabricantes criem LEDs mais brancos, com tamanhos menores e lúmens por watt mais elevados – em outras palavras, menores, e luzes mais brilhantes.
    Uma maneira de comparar LEDs de diferentes modelos é calcular os lumens / Watt. A unidade padrão para medir a saída de luz do LED é o “lúmen”, que é essencialmente o total de energia luminosa emitida a partir da fonte de luz. Se você dividir o fluxo luminoso total de uma luz pelo consumo de energia de luz que você irá obter os lumens / watt. Um número elevado lumens / watt significa que você terá uma luz mais brilhante para o consumo de energia. Por exemplo, os LEDs mais antigos de 10 watts Cree MCE e Seoul P7 são classificados em 75 lumens / watt. Compare isso com o 5-watt Cree XPG que produz mais de 100 lumens / watt ou o mais recente geração de 5 watts Cree XML que produz 140 lumens por watt e você pode ver porque novas luzes LED são mais brilhantes e mais eficiente. Isto é de particular importância especialmente se o seu veículo uma saída elétrica limitada.
    De igual importância, todos os modelos de LED têm um tamanho. Quanto menor o LED (ou “lâmpada”), o que é mais fácil para criar o refletor e ótica que colocam a luz onde ela é mais necessária. Por exemplo, o mais antigo de 10 watts Cree MCE e Seoul P7 LED são muito grandes o que torna virtualmente impossível para focalizar a luz, sem perder uma parcela significativa da luz. O resultado é uma luz mais escura e menos eficiente para o consumo de energia. Por outro lado, o 5-watt Cree XPG é 85% menor que permite a utilização quase completamente da luz disponível. Também permite que o refletor seja metade do tamanho, resultando em um tamanho muito menor.

    Cor e Temperatura Importa
    A temperatura da cor é um meio que geralmente descreve a cor da luz branca, e é medida na escala Kelvin (K). Temperaturas abaixo de 3500 º K produzem mais “quente” ou luz “amarelada”. Temperaturas acima de 6000 º K produzem “frio” ou luz “azulada”. Temperaturas de cor acima de 6000 K º tornam mais difícil para o olho humano perceber variações de cores e profundidade de campo. Para os entusiastas do off-road, isto pode apresentar uma situação perigosa como buracos e mudanças no terreno, mergulhos em sentido contrário, sombras e outros perigos da estrada ou trilha.




    Temperatura pode danificar o LED
    As lâmpadas de LED que produzem luz branca geram uma grande quantidade de calor que têm de ser conduzido para fora a partir do LED. O gerenciamento térmico adequado é fundamental para manter o brilho original e vida útil de sua luz LED. Infelizmente, devido a custos de componentes, muitos fabricantes não incluem materiais de apropriadas para transferência de calor, desta forma, trocam o custo pelo desempenho. Por exemplo, os fabricantes de LEDs de que usam as placas de circuito mais baratas como FR4 não transferem o calor bem.
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    Última edición por Beckenbauer; 02/10/2013 a las 15:17 PM

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  7. #4
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    Lightbulb Re: Luz e Plantas - Introdução ao LED (Diodo Emissor de Luz)

    Salve galera, como não curto falar do que eu não manjo vou deixar minhas pesquisas focadas mais na parte teórica que tem ligação com as plantas, a parte elétrica eu vou ficar devendo realmente, por isso reuni alguns videos que usei para ter um melhor entendimento sobre alguns aspectos como voltagem, amperagem e alguns cálculos que serão necessários para quem quiser montar sua luminária. Basicamente existem duas maneiras de ligar um LED corretamente, a mais complicada onde um circuito será planejado em Serie ou em Paralelo com ajuda de uma fonte e resistores, é mais complicada pois requer alguns cálculos e a mais fácil que requer a ajuda de um Driver LED, equipamento que funciona como um controlador, disponibilizando a voltagem e amperagem correta, garantindo máxima de eficiência e durabilidades dos LEDs que são ligados em Serie...

    Ligando LED de várias formas

    Como ligar LEDs corretamente


    Ligação de leds em série e em paralelo


    Em serie com diversos resistores


    Ligação em serie com Driver


    Seguimento com LEDs no Brasil

    (IN) Cultivo do Growersampa Fazendo uma luminária Caseira (Fonte de PC em Serie)

    (IN/LED) Cultivo com Power LEDs - Fazendo uma luminária Caseira (Driver Led)

    [IN/ORG/LED] Diário Definitivo Growersampa -Orgânico e Led! - Luminária Caseira (Fonte de PC em Serie)

    (IN/OUT/LED) Grow híbrido do sikorico (base de aprendizado) - Luminária Comercial + Luminária Caseira (Driver Led)

    (IN) Armario do Marimam - Luminária Comercial
    Última edición por Beckenbauer; 02/10/2013 a las 16:45 PM

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  9. #5
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    Re: Luz e Plantas - Introdução ao LED (Diodo Emissor de Luz)

    Aaaaaaah mulek bãããããão!!!!!!!!!!!!!!! Já dei aé gracias no espaço reservado pq sei que só vem coisa boa por aí!!!

    Abraço forte
    Manipular informação é uma forma de censura


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  11. #6
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    Thumbs up Re: Luz e Plantas - Introdução ao LED (Diodo Emissor de Luz)

    Como não o objetivo não é fazer propaganda para as luminárias comercias vou citar alguns parâmetros do mercado, sem mencionar o nome do fabricante já que o interessante pra nós é saber como andam as pesquisas, testes e garantias de determinados modelos sem necessariamente dizer que é o modelo X, entender esses aspectos ajudou e muito na hora da montagem da minha luminária por exemplo e também pode ajudar quem esta na duvida a decidir melhor o que comprar...

    Ex. 1 - Esse modelo segue o mesmo padrão de 10 bandas, mudando apenas a wattagem...

    Wattagem LED Qty Spectrums LUMENS ANGLE DIMENSION(mm)
    300w 100pcs*3w 660nm(red)-650nm(red)-630nm(red)-610nm(orange)-460nm(blue) 450nm(blue)-440nm(blue)-430nm(violet)-2800K(white)-730nm(IR) 8000LM 90/120°Mixed 490*320*62
    400w 133pcs*3w 660nm(red)-650nm(red)-630nm(red)-610nm(orange)-460nm(blue) 450nm(blue)-440nm(blue)-430nm(violet)-2800K(white)-730nm(IR) 11000LM 90/120°Mixed 490*320*62
    500w 166pcs*3w 660nm(red)-650nm(red)-630nm(red)-610nm(orange)-460nm(blue) 450nm(blue)-440nm(blue)-430nm(violet)-2800K(white)-730nm(IR) 14000LM 90/120°Mixed 490*320*70
    600w 200pcs*3w 660nm(red)-650nm(red)-630nm(red)-610nm(orange)-460nm(blue) 450nm(blue)-440nm(blue)-430nm(violet)-2800K(white)-730nm(IR) 16000LM 90/120°Mixed 490*320*70
    700w 233pcs*3w 660nm(red)-650nm(red)-630nm(red)-610nm(orange)-460nm(blue) 450nm(blue)-440nm(blue)-430nm(violet)-2800K(white)-730nm(IR) 18600LM 90/120°Mixed 490*320*94
    800w 266pcs*3w 660nm(red)-650nm(red)-630nm(red)-610nm(orange)-460nm(blue) 450nm(blue)-440nm(blue)-430nm(violet)-2800K(white)-730nm(IR) 21300LM 90/120°Mixed 490*320*94
    900w 300pcs*3w 660nm(red)-650nm(red)-630nm(red)-610nm(orange)-460nm(blue) 450nm(blue)-440nm(blue)-430nm(violet)-2800K(white)-730nm(IR) 24000LM 90/120°Mixed 490*320*94
    1000w 333pcs*3w 660nm(red)-650nm(red)-630nm(red)-610nm(orange)-460nm(blue) 450nm(blue)-440nm(blue)-430nm(violet)-2800K(white)-730nm(IR) 26650LM 90/120°Mixed
    Ex. 2 - 135w (6 band)

    Configuration: 45 x 3w LEDs
    Lumens: ≥2700 Lm
    Lifespan: 50,000 Hours
    Color: Deep Red / Red / Blue / Orange / White UV
    Wavelength: Deep Red: 660nm, 24 x 3w leds
    Red: 630nm, 4 x 3w leds
    Blue: 460nm, 10 x 3w leds
    Orange: 610nm, 4 x 3w leds
    White: 15000-20000K, 2 x 3w leds
    UV: 430nm, 1 x 3w led

    Ex. 3 - 240w (7 bands)

    LED Configuration: 80 x 3w LED
    Lumens: ≥5800 Lm
    Lifespan: 50,000 Hours
    Color: Deep Red, Red, Blue, Orange, UV, IR,White
    Wavelength: Deep Red: 660nm, 50 leds
    Red: 630nm, 6 leds
    Blue: 460nm, 14 leds
    Orange: 610nm, 4 leds
    UV: 430nm, 1 led
    IR: 1 led

    Basicamente o que notei em praticamente todas luminárias comercias que disponibilizam o numero de bandas e a porcentagem de cada banda é sempre por volta de 60% vermelho profundo/vermelho, 20% vermelho/laranja e 20% azul/branco, variando um pouco de modelo para modelo, algumas até com UV e IR. Vou seguir atualizando por aqui assim que sobrar tempo pra montar mais alguma coisa, por enquanto segue um vídeo que vai causar algumas polemicas...

    Teste de Luz Led 400w x HPS 600w
    Última edición por Beckenbauer; 11/10/2013 a las 00:37 AM Razón: Atualizando...

  12. Los siguientes 8 Usuarios dan las gracias a Beckenbauer por este Post:

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  13. #7
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    Re: Luz e Plantas - Introdução ao LED (Diodo Emissor de Luz)

    Beckenbaue, Muito bom o tópico, e de grande ajuda.
    Eu gosto de leds também, mas não to podendo comprar uma luminária agora.
    Estou imprevisando com uma fonte de alimentação (da maquina de tatuagem de 0 a 16 wolts), ai deixo em 4,0 e já era (:

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  15. #8
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    Daemon Re: Luz e Plantas - Introdução ao LED (Diodo Emissor de Luz)

    Topico que só tem mesmo a crescer e já é tendencia la fora...
    to entrando nessa tb dos leds... no meu diario ja postei umas imagens
    de uma das minhas meninas na flora em led,,, tive uma otima oportunidade
    em adquirir uma luminaria de 50w que o fabricante fala que sua potencia
    em lumens passa de 200 w de hps que no caso do meu box seria mais
    que suficiente sendo que eu usava uma hps 400... vou testar ai por umas
    3 fornadas se realmente o resultado for positivo irei apenas investir em leds
    pra flora com mais uma luminaria e manter minha vega na fluor que pra mim
    esta excelente,,,,,



    para quem quizer ver o resto basta ir no meu topico dentro de cultivo avançado e genetica
    pois la tem imagens mais detalhadas dos leds em funcionamento,,,,

    nao tenho ainda nenhum dado significante a relatar ainda sobre os leds mas ja estou pesquisando
    e estudando tb formas de sua eficácia....

    abs a todos ai

  16. Los siguientes 8 Usuarios dan las gracias a diaboverde por este Post:

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  17. #9
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    Thumbs up Re: Luz e Plantas - Introdução ao LED (Diodo Emissor de Luz)

    Da licença, vou deixar o quote do que conversamos no seu diário Diabão...

    Cita Iniciado por Beckenbauer Ver Mensaje
    Deixa eu perguntar, essa planta esta sob LEDs desde o inicio da floração??
    Que tal até agora?? Cheiro, produtividade e resina estão como o esperado??
    Estou com uns painéis caseiros aqui, até o verão vou de LEDs também!!
    Tudo lindo como sempre irmão... VQV!!
    Cita Iniciado por diaboverde Ver Mensaje
    Velho eu to no final dessa flora mas fazia quase 2 semanas de uso com a led,
    tinha tirado a hps 400, mas voltei novamente a usar...
    esse led ai nao puz firmeza nao... as plantas nao respoderam ao led
    e nem umas 3 outras clonadas tb reagiram, as plantas murcharam por ausencia
    de luminosidade...
    transferi para uns 4 clones bem perto em uma caixa separada e vamos ver
    se no caso deles ajuda em algo,,,
    mas pelo que dizia o fabricante era pra pelo menos segurar a onda pro final
    da flora em 2 metros de raio como falava...

    por isso voltei com a hps e em menos de 5 horas ja levantaram e mostraram
    um up que so a hps faz ter mesmo kkkk
    mas tb vou dar uma pesquisada melhor com uns camaradas ai pra ver esse lance do led...
    mas ja adianto que essa de 50W ai é furada,,,, isso pq so no mercado livre
    nego ta pedindo mais de 500 contos por ela,,,,
    agora acho que ela serve pra um pcgrow kkkk pois eh o unico espaço que vejo
    que esta luminaria pode quem sabe fazer alguma coisa kkkkk
    Cita Iniciado por Beckenbauer Ver Mensaje
    Eu realmente estava achando muito estranho man, sempre ouvi falar mal desse UFO de 50w por isso perguntei... Hehehehe!!
    Até onde eu pesquisei a nossa Cannabis realmente pedi muito mais luz que as outras plantas, então essa propaganda pra não chamar de enganosa é bem malandra... O que eu notei na gringa, aqui mesmo no CC.net em Cultivo con Leds é que a galera tem produzido mais de 1 g/w coisa que nunca vejo com as HID por aqui, mas no caso a galera coloca a mesma wattagem que as HID, de 250w pra cima... Já vi luminarias caseiras de 1000w produzindo mais de 1.3 kg, sem falar nas plantas que são extremamente compactas e robustas, da uma olhada tem uma galera mandando ver!!
    Aqui CC-BR mesmo tem uma galerinha que usa esse ufo e mais um alguma lampada de complemento e leva numa boa mas ele sozinho mesmo não segura onda que elas precisam, tem haver com a tecnologia dos leds, não devem ser power led de ultima geração...
    Tudo lindo por ai man!! Agora na 400w essa Manga vai bombar...

    Pesquisando a um tempo atras eu achei esse gráfico que mostra a verdadeira realidade sobre esse UFO de 50w, ou seja, um palmo a baixo ele perde mais de 90% de luminosidade além de gerar apenas 1500lm. A propaganda é bastante enganosa ainda mais quando se tratam de LEDs de 1w, mesmo sendo de 3w x 16 Power LEDs não seriam o suficiente, promete iluminar 3m² e agente sabe que 1500lm não dão conta nem 30cm² então penso que os leds em baixa wattagem se equivalem as florescentes, nesse caso só não é pior pois a luminária emite apenas as cores certas para as plantas, por isso na hora de comprar vale a pena investir em ultima tecnologia e maior wattagem já que a parada não vai esquentar de jeito nenhum, não importa se é 50 ou 1000w, na real esse é o maior beneficio, o bolso pesa com a conta mas os bud engordam sem gerar aquele calor danado que sapeca os Tops no auge do verão...
    VQV...
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    Última edición por Beckenbauer; 11/10/2013 a las 12:39 PM

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  19. #10
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    Re: Luz e Plantas - Introdução ao LED (Diodo Emissor de Luz)

    Parabéns pela tradução ai @Beckenbauer

    Muito bom mesmo!!

    Eu vou tentar estudar mais aqui sobre o assunto e fazer uma luminária logo, logo...

    Passo os resultados ai pra galera.

    Parabéns Bro, abraço!!
    Não compro , não vendo!
    Meu cultivo se destina a consumo próprio!
    Mais um grower, menos um traficante!!!


    (IN/ORG) Grow do Chiconha

    Haze Brasil

    HAZE Brasil (Download Gratuíto)

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  21. #11
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    Re: Luz e Plantas - Introdução ao LED (Diodo Emissor de Luz)

    Cita Iniciado por chiconha Ver Mensaje
    Parabéns pela tradução ai @Beckenbauer

    Muito bom mesmo!!

    Eu vou tentar estudar mais aqui sobre o assunto e fazer uma luminária logo, logo...

    Passo os resultados ai pra galera.

    Parabéns Bro, abraço!!
    Da hora irmão, tamo junto!!

    Cita Iniciado por Meriti Ver Mensaje
    Maior rendimento e SEM CALOR???
    TÔ DENTRO BREVE, BREVE!!!
    OXALÁ.
    Isso mesmo irmão, mas além de escolher a luminária corretamente é preciso ter o dedo verde!! Da uma olhada no diário do @ventolin em Cultivo con Leds: La 22, na pagina 11 ele termina as luminárias e começa um cultivo com 841.5w de LED, na pagina 14 ele colhe 1083g...

    Se acabo lo que se daba, para bien o para mal este cultivo deja de ser presente. Hagamos un pequeño resumen:
















    Bueno, ya estaba seca desde hace un par de dias pero me he querido asegurar que no me pase lo mismo que con las herer. Mi apuesta era la del gr/w pero el resutlado empieza por:

    9

    Luego viene un:

    1

    Y acaba en:

    4



    No esta mal para ser un cultivo de prueba pero lejos de marcas a las que me gustaria llegar en un futuro, solamente 1.086 gr/w.
    Espero chegar nesse patamar um dia!
    Última edición por Beckenbauer; 16/10/2013 a las 15:11 PM

  22. Los siguientes 6 Usuarios dan las gracias a Beckenbauer por este Post:

    chiconha (16/10/2013), cuiajah (22/07/2014), Harvest*Time (16/10/2013), Meriti (16/10/2013), New Green (30/07/2014), ventolin (17/10/2013)

  23. #12
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    Thumbs up Re: Luz e Plantas - Introdução ao LED (Diodo Emissor de Luz)

    Então @Meriti , dá uma olhadinha mais afundo se tiver tempo irmão, vais ver que ele cultivava com HPS 600w onde não tira 1g w/g, teve um cultivo misto de 600w HPS + 400w LED que rendeu 1.200g e no final migra totalmente para os LEDS e consegue chegar 1.4 w/g com 841w!! Tô ligado que hidro pode render mais, no entanto o cara tirou mais com os LEDs...
    Como disse é preciso ter o dedo verde, não importa o meio de cultivo!!
    Última edición por Beckenbauer; 16/10/2013 a las 19:27 PM

  24. Los siguientes 4 Usuarios dan las gracias a Beckenbauer por este Post:

    cuiajah (22/07/2014), Harvest*Time (17/10/2013), Meriti (17/10/2013), New Green (30/07/2014)

  25. #13
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    Re: Luz e Plantas - Introdução ao LED (Diodo Emissor de Luz)

    Tópico pendurado!
    Última edición por Trich Lover; 15/09/2014 a las 16:45 PM


    Choupana Orgânica * Chapelaria Mágica * Jardim Etnobotânico
    http://www.cannabiscafe.net/foros/sh...elaria-Mágica

  26. El siguiente Usuario da las gracias a Trich Lover por este Post:

    Harvest*Time (16/09/2014)

  27. #14
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    Re: Luz e Plantas - Introdução ao LED (Diodo Emissor de Luz)

    Eu tenho 2 led ufo 180W, to igual analfabeto com caneta na mão. Queimei as folhas

    Graças ao CC e principalmente aos bons cidadãos amigos estou aprendendo.

  28. El siguiente Usuario da las gracias a BoBrasileiro por este Post:

    Harvest*Time (16/09/2014)

  29. #15
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    Re: Luz e Plantas - Introdução ao LED (Diodo Emissor de Luz)

    comprei uma chinesa vermelha e azul 45w e coloquei com uma 45w florecente, logo no começo percebi algumas queimaduras, porem agora principalmente as mais novas parecem está se adaptando, gostaria de investir mais porem não sei a mais adequada, uma que se compare a 600w HPS

    ajuda ai pls rs dicas

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