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Tema: Poda Do Princípio Ao Fim

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    Exclamation Poda Do Princípio Ao Fim

    ? INTRODUÇÃO
    ? DEFINIÇÕES DE PODA
    ? OBJETIVOS DA PODA
    ? PRINCÍPIOS FISIOLÓGICOS
    ? TIPOS DE PODA
    ? INTENSIDADE DE PODA
    ? ÉPOCA DA PODA
    ? PRINCÍPIOS QUE REGEM A PODA
    ? GEMAS
    ? INSTRUMENTOS UTILIZADOS PARA PODA
    ? EXECUÇÃO DAS PODAS
    ? BIBLIOGRAFIA CONSULTADA



    INTRODUÇÃO

    A arte de podar nasceu da irracional iniciativa de um asno e essa origem muar desse ramo da horticultura parece ter influído até hoje na evolução pouco esclarecida dos processos e métodos mundiais de poda. Contam-nos Portes & Ruyssen (1884) que, segundo Pausâmias, geógrafo e historiador grego, foi um jumento que, devorando os brotos de uma videira, deu aos nauplianos a idéia de podá-la (Inglez de Souza, 1986). Considera-se que cabras, ovelhas e burros foram os descobridores da poda e, portanto são chamados de os pais da poda.


    DEFINIÇÕES DE PODA

    Podar vem do latim putare, que significa limpar, derramar.

    Já Cândido de Figueiredo esclarece que podar equivale a ?limpar ou cortar a rama ou braços inúteis das videiras, árvores, etc.?.

    Para Joaquim Rasteiro, citado por Inglez de Souza, 1986, ?é o conjunto de cortes executados numa planta, com o fim de lhe regularizar a produção, aumentar e melhorar os Camarões, mantendo o completo equilíbrio entre a floração e a vegetação normal, e, também com o fim de ajudar a tomar e a conservar a forma própria da sua natureza, ou mesmo de a sujeitar a formas adequadas aos propósitos econômicos de sua exploração?.

    Para Acerete a definição acadêmica de podar é ?cortar o quitar las ramas superfluas de los árboles, vides e otras plantas, para que fructifiquen con más vigor?.

    Bailey, citado por Inglez de Souza, diz em sua enciclopédia de horticultura que ?poda é a remoção metódica das partes de uma planta com o objetivo de melhorá-la em algum aspecto para os interesses do cultivador?.

    A poda é a arte e a técnica de orientar e educar as plantas, de modo compatível com o fim que se tem em vista (Simão, 1998).

    Embora seja praticada para dirigir a planta segundo o capricho do homem, a utilização da poda, na cannabiscultura, tem por objetivo regularizar a produção e melhorar a qualidade dos Camarões. Embora para algumas plantas, a poda possa ter apenas função estética, no embelezamento de gramados, cercas vivas, caramanchões, arbustos e outros elementos da arquitetura paisagista, na cultura da Cannabis a poda tem papel de destaque:

    - É o conjunto de cortes executados numa planta, com o objetivo de regularizar a produção, aumentar e melhorar os Camarões, mantendo o completo equilíbrio entre a floração e a vegetação normal;

    - É a técnica e a arte de modificar o crescimento natural das plantas, com o objetivo de estabelecer o equilíbrio entre a vegetação e a floração;

    - É a remoção metódica das partes de uma planta, com o objetivo de melhorá-la em algum aspecto de interesse do plantador.

    A poda por si só, no entanto, não resolve outros problemas ligados à produtividade.

    Ela é uma das operações, porém outras medidas são necessárias, tais como: fertilização adequada para corrigir possíveis deficiências nutricionais do solo, irrigação e drenagem para manter um nível adequado de umidade e aeração, controle fitossanitário para combate de doenças e pragas, condições climáticas e de solo favoráveis.

    A importância de se podar varia de planta para planta, assim poderá ser decisiva para uma, enquanto que para outra, ela é praticamente dispensável.

    Como regra geral para se saber se a poda é uma operação importante ou não, pode-se estabelecer que ela é tanto mais necessária quanto mais intensiva for a vontade de explorar a planta e, inversamente menor a sua importância quanto mais extensiva for a cultura (Inglez de Souza, 1986) - (O SOG é um exemplo de cultura intensiva). Esta importância da poda está também diretamente relacionada com o objetivo da exploração, ou seja, que tipo de produção o plantador deseja; pois com a poda pode-se melhorar o tamanho e a qualidade dos Camarões.

    O podador deverá fazer uso de seus conhecimentos e habilidades, onde um gesto seguro reflete a convicção de quem acredita que a interferência humana é imprescindível para modelar uma planta. Na natureza, as plantas crescem sem qualquer modelamento, buscam sempre a tendência natural de crescerem em direção à luz, tomando a forma vertical, e com isso perdem a regularidade de produção.

    Para que a poda produza os resultados esperados, é importante que seja executada levando-se em consideração a fisiologia e a biologia da planta e seja aplicada com moderação e oportunidade.


    OBJETIVOS DA PODA

    Segundo Inglez de Souza, 1986, os sete objetivos principais da poda são:

    1º- Modificar o vigor da planta;
    2º- Produzir mais e melhores inflorescências;
    3º- Manter a planta com um porte conveniente ao seu trato e manuseio;
    4º- Modificar a tendência da planta em produzir mais ramos vegetativos que floridos ou vice-versa;
    5º- Conduzir a planta a uma forma desejada;
    6º- Suprimir ramos supérfluos, inconvenientes, doentes e mortos;
    7º- Regular a alternância das safras, de modo a obter regularmente colheitas dentro da médias esperada.

    Por que é necessário o recurso da poda? Não é verdade que, no seu estado selvagem, as plantas não são podadas e, apesar disso, se desenvolvem em perfeitas condições? Esta pergunta é formulada muitas vezes, mas, de fato, a natureza tem o seu próprio método de poda. Os ramos pequenos desprendem-se naturalmente e os galhos finos, as folhas e as flores morrem e caem. Vagarosa mas continuamente, todas as plantas sofrem um processo de renovação natural. Pela poda não fazemos mais do que acelerar, embora parcialmente, esse processo normal (Brickell, 1979).


    PRINCÍPIOS FISIOLÓGICOS

    O conhecimento de algumas regras sobre a fisiologia vegetal em muito auxilia o podador. Ele fica sabendo porque se poda, o que se pode e quando se poda.

    Os vegetais nutrem-se por meio de suas raízes, que retiram do solo sais minerais e água, necessários para o seu desenvolvimento e floração.

    A absorção determina uma pressão de baixo para cima. A seiva também pode ter sua ascendência ligada à transpiração, pela ação da capilaridade, pela osmose, etc.

    A poda não é uma ação unilateral. Ela vai ensinando quem a está praticando. Mas, para isso, é preciso respeitar seu ritmo, entender e conhecer sua fisiologia, saber qual é o momento certo da intervenção. A poda baseia-se em princípios de fisiologia vegetal, princípios fundamentais que regem a vida das plantas. Um desses princípios mais importantes é a relação inversa que existe entre o vigor e a produtividade. O excesso de vegetação reduz a quantidade de Camarões, e o excesso de Camarões é prejudicial à qualidade da colheita. Assim, conseguimos entender que a poda, visa justamente estabelecer um equilíbrio entre esses extremos. Mas deve ser efetuada com extremo cuidado. Se efetuada no momento impróprio, ou de forma incorreta, a poda pode gerar uma explosão vegetativa muito grande, causando um problema ainda maior para o produtor.

    Baseando-se na hidráulica vegetal, estabelecem-se leis nas quais se baseiam as podas das plantas (Simão, 1998):

    1º- O vigor e a fertilidade de uma planta dependem, em grande parte, das condições climáticas e edáficas (é o conjunto a que chamamos de solo, principalmente no referente ao desenvolvimento das plantas);
    2º- O vigor de uma planta, como um todo, depende da circulação da seiva em todas as suas partes;
    3º- Há uma relação íntima entre o desenvolvimento da copa e o sistema radicular. Esse equilíbrio afeta o vigor e a longevidade das plantas;
    4º- A circulação rápida da seiva tende a favorecer o desenvolvimento vegetativo, enquanto a lenta favorece o desenvolvimento dos ramos frutíferos;
    5º- A seiva, devido à fotossíntese, tende a dirigir-se para os ramos mais expostos à luz, em vez de se dirigir àqueles submetidos à sombra;
    6º- As folhas são órgãos que realizam a síntese das substâncias minerais, e a sua redução debilita o vegetal;
    7º- O aumento do diâmetro do tronco está em relação inversa com a intensidade da poda;
    8º- O vigor das gemas depende da sua posição e do seu número nos ramos;
    9º- Quanto mais severa a poda num ramo, maior é o seu vigor;
    10º- A poda drástica retarda a floração. As funções reprodutivas e vegetativas são antagônicas.


    Segundo Inglez de Souza, 1986:

    A circulação da seiva é tanto mais intensa quanto mais retilíneo for o ramo e quanto mais vertical for a sua posição na copa.

    Quanto mais intensa essa circulação, mais gemas se desenvolverão em produções vigorosas de lenho e, ao contrário, quanto mais embaraçada e mais lenta essa circulação da seiva, maior será o acúmulo de reservas e, consequentemente, maior o número de gemas que se transformarão em botões floríferos.

    Cortada uma parte da planta, a seiva refluirá para as remanescentes, aumentando-lhes o vigor vegetativo. Assim, poda curta resulta sempre em ramos vigorosos, nos quais a seiva circulará com grande intensidade. As podas severas, portanto, têm geralmente a tendência de provocar desenvolvimentos vegetativos, retardando a entrada da planta em floração.

    Diminuindo a intensidade de circulação da seiva, o que ocorre após o início da maturação dos Camarões, verifica-se uma correspondente maturação dos ramos e das folhas. Nesse período acumulam-se grandes reservas nutritivas, que são utilizadas para transformar as gemas foliares em inflorescências.

    A floração é uma conseqüência da acumulação de carboidratos. Essa acumulação é maior nos ramos novos do que nos velhos, nos finos do que nos grossos.

    Dos objetivos enunciados, pode-se concluir que as plantas necessitam de modalidades bem diversas de poda, perfeitamente distintas umas das outras, de conformidade com a função que cada uma exerce sobre a economia da planta. A poda acompanha a planta desde a sua infância até a sua decrepitude. É, pois, natural que vá tendo diferentes funções, adequadas cada uma às diferentes necessidades da planta, que por sua vez variam com a idade. Podemos distinguir quatro modalidades principais de poda:


    TIPOS DE PODA

    Primeira: PODA DE FORMAÇÃO:

    Que tem por fim proporcionar à planta uma altura de tronco (do solo às primeiras ramificações da copa) e uma estrutura de ramos adequados à produção de Buds. Se a poda de formação for correta, a copa se disporá com harmonia, simetricamente, proporcionando uma distribuição equilibrada da floração, com arejamento e iluminação convenientes.

    Pode-se chamar a poda de formação de condução da planta, podendo ser considerada como uma poda de educação, sendo executada normalmente no começo da vegetação, com objetivo de formar mudas com porte, altura e brotações bem distribuídas. Podendo formar mudas em haste única, comum em estruturas Columares, onde todas as brotações laterais são eliminadas. Já em mudas que formam uma copa maior como as Arbustivas na formação da muda a copa é distribuída no tronco em três a quatro brotações espaçadas entre si em 3 a 5 cm.

    Existe também a poda realizada por ocasião do transplante antes da muda ser levada para o vaso definitivo, denominada de poda de transplantação, que se faz eliminando as brotações excessivas e, de acordo com a espécie e a forma de copa que se deseja, deixa-se três a quatro ramos bem distribuídos e fazendo o desponte de ramos longos, com o cuidado de executar o corte deixando uma gema vegetativa voltada para fora da copa inicial. Cortam-se também as raízes muito longas, quebradas e tortas, buscando o equilíbrio entre a copa e o sistema radicular.

    A poda de formação propriamente dita será executada após o estabelecimento da planta no solo. É executada nos primeiros estágios de vida da planta. Visa garantir uma estrutura forte e equilibrada, com ramos bem distribuídos, para sustentar a safra e facilitar o manejo e a colheita. Normalmente conduz-se a planta com três ou quatro pernadas formadas, desbrotadas até a planta atingir um metro de altura, permitindo daí em diante que as brotações das gemas laterais preencham os vazios da copa, assumindo assim a forma de copa desejada para cada espécie frutífera em particular.

    As formas das plantas podem ser naturais ou artificiais. Forma natural quando praticamente não há necessidade de intervenção do homem, devido ao hábito de vegetação e floração dessas plantas.

    As formas artificiais são divididas em haste apoiada e livre.

    As hastes livres são utilizadas para os vegetais que sustentam por si só a sua copa, e as apoiadas quando há necessidade de se tutorar a planta para que ela adquira uma forma compatível com o tipo de exploração, como por exemplo, no Scrog.




    Figura 1. Poda de formação vista de cima: a) pernada; B) braços; C) ramos.
    Fonte: Simão (1998).


    Segunda: PODA DE FLORAÇÃO:

    A poda de floração é iniciada após a copa da planta encontrar-se formada. Tem por fim regularizar e melhorar a floração, quer refreando o excesso de vegetação da planta, quer pelo contrário, reduzindo os ramos frutíferos, para que haja maior intensidade de vegetação, evitando-se, dessa maneira, a superprodução da planta, que abaixa a qualidade da fruta e acarreta a decadência rápida das árvores. Desse modo, a poda de floração é a controladora da produção, uniformizando-a, regularizando-a, dando-lhe mais qualidade e mais consistência. Geralmente as plantas de clima temperado necessitam deste tipo de poda, dentre elas pode-se citar: figueira, macieira, marmeleiro, pessegueiro, videira, entre outras plantas.


    Terceira: PODA DE REJUVENESCIMENTO, REGENERAÇÃO E TRATAMENTO:

    Tem por fim livrar as plantas, antes da floração, dos seus ramos doentes, praguejados, improdutivos e decrépitos ou, se mais energicamente executada, reformar inteiramente a copa, renovando-a a partir das ramificações principais, eliminando focos de doenças e de pragas, reativando assim a produtividade perdida. Esse tipo de poda radical é freqüentemente usado nas plantas intensamente parasitadas por fungos e outras pragas e moléstias da parte aérea, mas cuja eliminação se justifique, por se tratar de plantas de muito valor. Normalmente, são cortadas as pernadas principais, e com isso, deve-se iniciar o processo de formação da planta novamente. Esses cortes são maiores no inverno, e logo após, recomenda-se a aplicação de uma pasta fungicida, normalmente cúprica, no local do corte o que facilita a cicatrização e minimiza o efeito do ataque de fungos.


    Quarta: PODA DE LIMPEZA:

    É uma poda leve, quase simples visita geral a que se procede nas plantinhas, com a tesoura de poda em punho, consistindo na retirada dum eventual ramo doente, quebrado, seco, praguejado, mal localizado ou inconveniente. É poda sumária. Geralmente, todas nossas plantas necessitam deste tipo de poda. É um tipo de poda executada normalmente em períodos de baixa atividade fisiológica da planta, ou seja, durante o inverno.

    Após a poda de limpeza, geralmente se faz um tratamento químico (normalmente cúprico) das partes cortadas para reduzir o aparecimento de doenças.


    INTENSIDADE DA PODA


    A intensidade da poda depende da espécie, da idade, do número de pernadas/ramificações existentes, do sistema de condução da planta, do vigor, do hábito de vegetação.

    Com relação à intensidade, a poda pode ser curta, média ou longa.

    A poda curta ou drástica consiste na quase total supressão do ramo. Pode-se praticar ainda a poda ultracurta, a qual deixa sobre o ramo de uma a duas gemas. A longa, também chamada leve, deixa o ramo com o máximo de comprimento (0,40 a 0,60 m). A poda média é um tipo intermediário entre os dois anteriores.


    ÉPOCA DA PODA

    Poda verde:

    A poda verde, ou de verão, é realizada quando a planta durante o período de vegetação, e destina-se a arejar a copa, melhorar a insolação, melhorar a qualidade e a coloração dos Camarões, manter a forma da copa pela supressão de partes da planta.

    A poda verde consiste em diferentes operações, tais como: desponte, desbrota, desfolha.

    Desponte à tem por finalidade frear o crescimento de determinados ramos em comprimento, de modo a propiciar o desenvolvimento de ramos inferiores.

    Desbrota à é a supressão de brotos laterais improdutivos, ou seja brotos inúteis, que se desenvolvem à custa das reservas, em detrimento do florescimento e da floração.

    Desfolha é a supressão das folhas com diversas finalidades: melhor iluminação e arejamento das flores ou dos Camarões, eliminação de focos de doenças e pragas iniciadas na folhagem, é um recurso que melhora a coloração dos Camarões, com a eliminação do excesso de folhas. Esta eliminação de folhas deve ser feita com bom senso, pois o abuso neste desfolhamento priva a planta de seus órgãos de elaboração de reservas de nutrição.


    PRINCÍPIOS QUE REGEM A PODA

    Para perfeita execução da poda, é necessário um conhecimento da posição, distribuição e função dos ramos e das gemas e circulação da seiva.

    As raízes das plantas extraem do solo a água, contendo esta, em solução, os sais nutritivos que alimentarão a planta. Tal solução constitui a SEIVA BRUTA, que sobe pelos vasos condutores localizados no interior do tronco e se dirige até as folhas. Nestas e em presença de luz e perdendo água por transpiração, a seiva bruta passa por diversas transformações, tornando-se SEIVA ELABORADA (Inglez de Souza, 1986).

    A seiva circula pela planta toda, sempre fluindo para as partes mais altas e mais iluminadas da árvore, razão pela qual os galhos mais vigorosos são aqueles que conseguem se posicionar melhor na copa e têm uma estrutura mais retilínea, o que favorece sua circulação. A seiva, circulando pela periferia da planta, alimenta todos os órgãos e determinam seu crescimento e evolução, tais como: o desenvolvimento das raízes, o crescimento dos brotos, aumento dos ramos, folhas, gemas e a floração. É por isso também que, o crescimento da planta tende sempre a se concentrar nos ponteiros dos ramos, o que se denomina de Dominância Apical. Quando eliminada, através da poda, ocorre uma melhor redistribuição da seiva, favorecendo a brotação lateral da gemas.

    A circulação rápida da seiva tende a favorecer desenvolvimento vegetativo, enquanto que a lenta, o desenvolvimento de ramos frutíferos e essa circulação é em função da estrutura da planta. Quanto mais retilínea, mais rápida a seiva circulará.

    No início do seu desenvolvimento, as plantas gastam toda a seiva elaborada no seu próprio crescimento. Porém, após um certo tempo, variável de espécie para espécie, a planta atinge um bom nível de desenvolvimento como: tronco forte, copa expandida e raízes amplas, a planta já fotossintetiza intensamente e começa a aparecer sobras de seiva elaborada, que serão armazenadas na planta, em forma de reservas. Quando essas reservas atingem uma suficiente quantidade, tem começo a floração, pois as reservas de seiva elaborada são invertidas ou gastas na transformação das gemas vegetativas em gemas de inflorescências, que darão as futuras flores. Com esse desvio para a floração, é reduzido o ritmo de crescimento das raízes e da copa (Inglez de Souza, 1986).

    Há um antagonismo entre a floração e a vegetação, ou seja, enquanto a planta desenvolve ativamente a sua expansão vegetativa (como acontece nos indivíduos novos) não há saldo de seiva elaborada para ser aplicado na floração. Mas como as raízes continuam a absorver água e nutrientes e as folhas a fotossintetizar, começa a aparecer novo saldo de seiva elaborada, o qual, ainda não tendo os Camarões para desenvolver, é aplicado em nova expansão das raízes e dos ramos. Com esta expansão poderá resultar em novos saldos de seiva elaborada, que são armazenados nos locais de reserva, registrando assim um superávit de seiva elaborada na planta, com isso grande número de gemas vegetativas é transformado em gemas inflorescências, fazendo a planta a produzir uma grande safra, ao mesmo tempo que vegeta modestamente.

    Segundo Inglez de Souza, 1986, as plantas não sujeitas a podas apresentam duas importantes características:

    1º) A planta alcança grande volume, porque sua folhagem, sem sofrer restrição alguma, absorve grande quantidade de água e nutrientes (seiva bruta) e produz grande quantidade de seiva elaborada (fotoassimilados), a qual é alternativamente gasta em grande floração seguida de grande expansão do sistema radicular e da copa, essa expansão é apenas limitada pela conformação específica da planta e pelas condições ambientes (solo, clima, etc.);

    2º) A planta atinge a máxima longevidade, pois a produção estimulada de novas quantidades de ramos, folhas e Camarões, que as podas provocam, acaba por esgotar a planta, abreviando seus dias, o qual não se verifica nos indivíduos não podados.

    Em contraposição, estes podem apresentar os seguintes inconvenientes:

    1º- Floração inconstante;
    2º- Camarões com qualidade inferior, tanto em tamanho como em aspecto;
    3º- Operações de colheitas, mais complicadas, devido à maior altura e o maior volume dos pés. O controle fitossanitário chega a ser praticamente impossível nos indivíduos de crescimento livre.

    Ao podador é indispensável saber que parte da planta está cortando, pois, de conformidade com cada planta em particular, há ramos cuja supressão é indispensável, mas outros existem cuja eliminação redundaria em grave prejuízo para a produção, porque encerram neles a própria safra de Camarões dentro de suas gemas.


    GEMAS

    Vulgarmente chamadas de olhos, as gemas são em essência o princípio das folhas, flores e caules, envolto nas escamas corticais do tronco e dos ramos.

    São órgãos produtores de ramos e folhas (vegetativas) ou flores (floríferas ou inflorescências), que variam no aspecto, na forma, no tamanho e na distribuição, de espécie para espécie. Quanto à localização nos ramos, as gemas são ditas terminais ou axilares, conforme estão localizadas no ápice dos ramos ou na axila das folhas. É interessante observar que as gemas são formadas com a mesma estrutura. O que vai torná-las vegetativas ou inflorescências é o vigor do seu desenvolvimento, decorrente da quantidade de seiva que recebem. Como já foi dito a floração só tem início quando a planta já conseguiu armazenar uma determinada quantidade de reservas de seiva elaborada.

    As gemas de folhas ou lenhosas distinguem-se das floríferas ou de Camarões pela sua constituição interna e externa. Gemas mais vigorosas e mais pontiagudas irão se transformar em ramos vegetativos. As de Camarões são quase sempre mais volumosa, de forma oval-alongada, e as de lenho são mais alongadas e afuniladas. As primeiras apresentam-se mais macias ao tato, e as últimas, mais ásperas (Simão, 1998).

    Em princípio, gemas mais vigorosas e mais pontiagudas irão se transformar em ramos vegetativos. As floríferas, têm uma forma mais arredondada e devem ser preservadas.

    As gemas podem ser naturais ou adventícias. As naturais são aquelas que surgem nos ramos normalmente segundo a tendência da planta, e as adventícias, as que emergem sob ação mecânica (Simão, 1998).

    As gemas localizadas na parte superior dos ramos, brotam antecipadamente e com maior vigor que as laterais, prolongando o ramo devido sua abertura lateral ser bem menor. Baseando nisso podemos dizer que ramos verticais tendem a serem mais vegetativos, e os inclinados, por onde a seiva circula de forma mais lenta, possuem maior potencial de flores.

    A duração das gemas está intimamente relacionada à biologia da planta e aos tratos culturais. Há espécies em que as gemas não ultrapassam um ciclo vegetativo, como é o caso da Cannabis, e outras em que duram vários anos.

    As podas têm muita influência sobre a formação das gemas, quer vegetativas, quer inflorescências. Se as podas passadas foram severas, a planta foi privada de grande parte de sua copa e, portanto, pouca seiva bruta pôde ser transformada em seiva elaborada. Como conseqüência, espera-se muita vegetação e pouco florescimento. Ao contrário, se foram brandas as podas anteriores, é de se esperar que muita seiva bruta pôde ser transformada em seiva elaborada e que o afluxo desta contribuiu para a diferenciação de grande quantidade de gemas vegetativas em inflorescências (Inglez de Souza, 1986).


    INSTRUMENTOS UTILIZADOS PARA PODA

    Não existe bom podador sem uma boa ferramenta, isto é, a apropriada, a limpa, a afiada e lubrificada: a tesoura de poda.

    A tesoura de poda é a ferramenta típica do podador, servindo para os diversos tipos de poda. É empregada para corte de ramos com diâmetro de até meia polegada.


    EXECUÇÃO DAS PODAS

    Como foi visto, é importante antes de empunhar qualquer instrumento de poda conhecer bem a planta a ser podada, sua fisiologia e seu estado nutricional e sanitário, o objetivo da exploração, a época em que deve ser realizada a poda, que tipo de poda e em que intensidade deve ser praticada, para que se tenha êxito nessa operação.

    A poda de um ramo pode ser por supressão, ou seja, pela eliminação desse ramo pela base ou rebaixamento, quando apenas se apara esse ramo em comprimento.

    Na supressão de galhos grossos, o corte deve ser bem rente à base do galho e bem inclinado.

    Um corte ideal e preciso, realizado de uma só vez, deve observar uma inclinação de 45 graus aproximadamente, no sentido oposto ao da gema mais próxima, o que evita o acúmulo de água, que poderia causar o apodrecimento do ramo e aparecimento de fungos. Assim cortes de espessura maior que 3,0 cm devem ser protegidos com pastas cicatrizantes à base de cobre.




    ?Uma poda mal feita prejudica de forma irreversível uma determinada planta, trazendo sérias conseqüências para a sua formação e produção, sendo preferível não realizar a poda a fazê-la incorretamente?.


    BIBLIOGRAFIA CONSULTADA

    BRICKELL, C., A Poda. Portugal: Publicações Europa-América, 1979, 228 p.: il.

    INGLEZ de SOUZA, J. S., Poda das Plantas Inflorescências. São Paulo: Nobel, 1986, 224 p.: il.

    SIMÃO, S., Tratado de Fruticultura. Piracicaba: FEALQ, 1998. 760 p.: il.

    INTERNET

    Abraços podidos para todos


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    Última edición por xango; 10/01/2007 a las 02:02 AM

  2. Los siguientes 10 Usuarios dan las gracias a xango por este Post:

    Budor (12/07/2011), Chuin (18/07/2010), Ganjazz (08/05/2011), hemplayer (02/06/2012), Jim*Morrison (15/04/2010), Skunkelo (15/03/2012), spyoflover (14/03/2013), VitaoDoidao (21/07/2010), xr_883 (04/08/2011), _g. (06/04/2013)

  3. #2
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    Re: Poda, do princípio ao fim!

    Muito bom!!!!

    Putz, vamos ver se agora diminuem os tópicos de dúvidas sobre podas.

    Valeu xango, o teórico mais prático que conheço.

    abraços cannabicos.

  4. El siguiente Usuario da las gracias a O agricultor por este Post:

    spyoflover (14/03/2013)

  5. #3
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    Re: Poda, do princípio ao fim!

    Legal! fazia falta um topico desses aqui....
    Nao li tudo ainda, mas vou salvar p/ ler mais tarde

  6. #4
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    Re: Poda, do princípio ao fim!

    Novamente, muito bom!

    Está de parabéns, Xango!

  7. #5
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    Re: Poda, do princípio ao fim!

    Fantástico Xango. Poda que aparentemente é um procedimento simples, você colocou toda a teoria. Mostrou que é muito mais do que cortar a gema apical depois do 4º internó.
    Mais um tópico para ir para o growroom.net.

    Ah... eu dei uma procurada na Net e xango não é tão bonzinho assim não, rsrsrs. Abraços
    OBSERVATÓRIO DA CANNABIS

    Seja um carcinicultor você também.

    "The blue bus is callin' us
    The blue bus is callin' us
    Driver, where you taken' us?"
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  8. #6
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    Re: Poda, do princípio ao fim!

    ...a partir de agora, os growers têm mais fundamentos técnicos/científicos para realizarem uma poda correta... confesso que até hj, as podas que realizei, foram no olhometro, sem nenhuma base cientifica como a que vc nos apresentou neste Thread. Muito bom...
    ...e mais uma vez, Parabéns Xango.

    Abrax.
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  9. #7
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    Arrow Re: Poda, do princípio ao fim!

    Obrigado pessoal, pelas palavras, mas na verdade o trabalho é de um grande amigo meu, muito chegado, mesmo







    .... o Copy & Paste!!!!

    Outras duas coisinhas:

    1º - Dá pra perceber que as plantas que a pessoa esta falando, não é a Pamonha (eu editei pra ficar mais próximo à nossa realidade), e, mesmo assim, Outdoor na maioria das vezes.

    Mas, isto não invalida o trabalho nem as informações passadas. É o mesmo conceito do Thread "Hidroponia para Crianças", onde o interesse maior é transmitir uma informação útil, de maneira prática, fácil e agradável.

    Este daqui, pode não ser tão agradável, mas tem altas dicas e conselhos, que nós podemos aplicar, nas sessões de tortur... quero dizer, de massagem em nossas amadas! hahaha


    2º - Não havia posto o link original, pois não havia salvo! Mas ai está: Os reconhecimentos, para quêm de direito!

    Abraços reconhecidos para todos


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  11. #8
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    Daemon A História de Xangô - Capítulo MMCLLXXXI-a

    Cita Iniciado por W. Bonner Ver Mensaje
    Ah... eu dei uma procurada na Net e xango não é tão bonzinho assim não, rsrsrs. Abraços
    Grande Bonner, beleza?

    Cara, eu não quero ferir a sensibilidade de ninguèm, mas eu sou absurdamente Ateu. Tão Ateu, que me apresento como Ateu Praticante. E sou quase tão praticante, quanto aqui eu sou teorizante! hahaha


    Mas, uma vêz uma mãe de santo me falou, jogando os Búzios, que sou filho de Xangô. Ai, eu fiz como você: Corrí atráz da minha "ignorância".

    O problemas era, que há 25 anos atráz não havia Internet. Teve que ser em bibliotecas, mesmo. Ainda bem que sempre gostei de ler, e já até trabalhei em uma.

    O que eu gostei e me identifiquei, em/com Xangô???

    1º - Ele Realmente existiu. Foi o quarto rei de Oyo (África). Para um ateu, que sabe que todos os outros deuses são invenções humanas, isto é maravilhoso ;

    2º - por ser um Ser Humano, Xangô também cometia erros. Isto é tão humano e tão emblemático, que Xangô é justamente o Deus da Justiça!

    Seu símbolo, o machado de duas faces, Oxê, simboliza esta justiça tão humana e tão falha, pois é "Os dois lados da mesma moeda" que somos nós; nem tão bons, nem tão maus. Humanos, demasiado humanos...

    3º - Era um hombre muy hermoso, que teve várias mulheres. Váááaáriassss. É a minha cara, ahahahahahaha


    No nordeste do Brasil, Xangô tem dois significados: Ou é o Demo , ou é o nome que se dá a todo o sincretismo religioso, celebrações, músicas, etc da umbanda ou macumba.

    Agora, no fundo no fundo, o nick vem de uma música do Gilberto Gil, que a Gal e a Bêta cantam, e eu acho du carai! Verdade!

    Abraços São João, Xangô Menino, para todos (São João é o pai de Jesus, em quem eu não...)


    Última edición por xango; 10/01/2007 a las 01:53 AM

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  13. #9
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    Re: Poda, do princípio ao fim!

    complementando:
    PODA FIM

    que falta faz o growroom tendo em vista a teoria da poda-fim que encontrei lá.....

    porém, não foi de todo perdido.......ainda tenho as fotos..

    no mínimo, ajuda:





  14. #10
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    Smile Re: Poda, do princípio ao fim!

    Cita Iniciado por Black Fire Ver Mensaje
    que falta faz o growroom

    Nada disto. Ele esta ai, vivo dentro de nós.

    (Esqueci o nome do colega que postou estas fotos e desenhos)

    O resultado não é realmente o de uma Poda FIM, pois só surgiram duas novas cabeças, e quando a técnica é bem aplicada, podem brotar mais de meia dúzia de novos ramos.

    No último desenho, um trabalho do FAC do OverGrow, escrito pelo Crazy Composer

    What is the FIM pruning technique?

    O QUÊ É A TÉCNICA DE PODA FIM?
    Com a intenção de aumentar as safras e maximizar o espaço, muitos cultivadores ?Descabeceiam? suas plantas, cortando fora a Cabeça Principal, o ?Top Bud?.

    Tradicionalmente, remover a gema de suas plantas induz o surgimento de dois brotos, para germinarem no espaço do broto podado, desta forma, aumentando o número de Cabeças Principais (Que vão gerar os Camarões).

    Bem, obrigado aos leitores fieis, nós já chegamos ao ponto de interesse.

    Esta dica, da Poda FIM, chegou a mim, através de uma carta da Carolina do Sul, com um diagrama e um nome para a técnica. A carta dizia: ?Eu descobri, de forma acidental, esta técnica de poda, que deveria ser de conhecimento de todos os cultivadores?.

    Enquanto eu lia a carta, eu me recordava de que o mesmo fato já me havia ocorrido, mas eu não prestei atenção na ocorrência. Para mim também aconteceu, ocasionalmente, de nascerem 5 ou 6 novos brotos, mas eu pensava que se tratasse de uma tentativa de Poda ?Mal-Feita?.

    O Diagrama ?A? mostra o método tradicional de poda: A limpeza completa, pela remoção de toda a Gema Apical, o que vai induzir o ramo a dividir-se em dois.

    Já o diagrama ?B? demonstra o corte sendo feito abaixo do centro do broto, preservando intacto cerca de 10% do material. Este é o centro da técnica, pois no tecido vegetal restante existem células que vão se dividir, rapidamente, em muitas direções. Isto pode levar ao surgimento de até OITO novas cabeças, a partir de um único corte.


    Contributed by: Crazy Composer AND Pintolico
    Abraços intraduzíveis para todos


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    Última edición por xango; 10/01/2007 a las 14:14 PM

  15. Los siguientes 7 Usuarios dan las gracias a xango por este Post:

    Chuin (18/07/2010), Jim*Morrison (15/04/2010), mallandro (25/08/2011), marywanna (14/11/2010), Thulle (28/04/2010), VitaoDoidao (21/07/2010), xr_883 (04/08/2011)

  16. #11
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    Post FAQ do OverGrow

    Parte 1

    Depois que os novos brotos superiores aparecem, temos uma grande oportunidade para fazer esses ramos secundários alcançarem o nível de cima e ficarem lá. Após eu conseguir que quatro ramos superiores atinjam o mesmo nível (mais ou menos) e a planta começar lançar novos brotos, eu irei fazer uma poda FIM nesses novos ramos do topo.

    Isto criará um camarão condensado no topo, e os camarões secundários estarão perto do principal. Eu uso esse método em plantas que terminarão a floração com uma altura em torno de 50 a 60 cm. Qualquer coisa menor que isto, um clone ou um jardim de SOG, a poda FIM deveria ser imediata. Faça a poda FIM cedo (quarto ou quinto par de folhas) para manter a planta pequena. Essas mudas de sementes foram “descabeçadas” no quarto nó (par de folhas) e depois uma poda FIM para ganharem estatura


    Contributed by: Crazy Composer
    Tradução: Pintolico


    Esquemas da Batalha






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    Última edición por xango; 13/01/2007 a las 03:22 AM Razón: Tradução Pintolico

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    Chuin (18/07/2010), Jim*Morrison (15/04/2010), overfert (03/04/2014)

  18. #12
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    Post FAC do OverGrow!

    Parte 2


    Grupo antes da batalha
    Estas são as Northern Lights , antes do Campo de Treinamento






    Após o treinamento
    Soldados aguardando a próxima tarefa (após a poda)






    Este é o resultado final da Poda e da Poda FIM
    Cada uma destas cabeças é um belo e compacto camarão de Northern Lights.







    Abraços FIM para todos

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    Última edición por xango; 13/01/2007 a las 03:32 AM Razón: Tradução

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  20. #13
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    Re: Poda, do princípio ao fim!

    Matou a pau... mais uma vez!

    Só podia ser orixá mesmo...

  21. #14
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    Re: Poda, do princípio ao fim!

    ...na minha opinião esse Thread poderia ser "Adherido", pois é tão importante e útil quanto a própria nutrição das plantas.



    Tenho orgulho em fazer parte desta comunidade!

    Abraços à todos.
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  22. #15
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    Re: Poda, do princípio ao fim!

    Cita Iniciado por anthrax Ver Mensaje
    ...na minha opinião esse Thread poderia ser "Adherido", pois é tão importante e útil quanto a própria nutrição das plantas.
    Ja ta no HD

    hehehe

    esse e outros que pintaram por agora...

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