Bom el, apesar de seres um gajo chato pra caraças ...
Mais uma vez tens razão...
Lendo na diagonal este tópico posso desde já salientar a mais puras das verdades!
Erbanol e ache são mais caros à medida que nós deslocamos para norte do pais, pois a sua proveniência é essencialmente de Marrocos e como tal , ao passar por varias mãos até chegar ao seu destino, vai sendo consecutivamente encarecida .... (toda a gente no ramo quer ganhar euro, e n é pouco)
Isto é a mais pura das verdades!
Se essa repressão ou vigilância do estado fosse diminuta, qq um fazia umas férias para carregar a despensa para o resto do ano ....
Sendo ilegal resta-nos o que? ir ao dealer mais próximo! mas... acontecem sempre as mesmas merdas:
Eu pessoalmente detesto ser rafado, enganado, e detesto ter de ligar a pessoas que nada fazem da vida para justificar despesas!
Detesto o facto de ser necessário descolar-me de carro para sítios onde chego eu e mais uns quantos para a compra ...
Enfim, entre muitas outras coisas que certamente todos vós já passaram.
Se a coisa fosse legal , a um valor regulado , não era muito mais facil , simples e discreto ir fazer uma compra a um balcão onde as pessoas soubessem informar correctamente, onde o atendimento fosse profissional, e onde teríamos garantidos os nossos direitos de clientes?
Bom ... o modelo americano nesse aspecto era fantástico sem duvida!
Quanto ao turismo que uma possível legalização poderia causar, mesmo sendo uma faixa de turismo menos interessante, era sem qualquer margem para duvidas uma nova fonte de rendimento extremamente importante ao nosso pais.
Alem de postos de trabalho e de novas empresas a serem constituídas, teríamos um boom de ocupação hoteleira, de transportes, quer seja avião linha ferrea ou mar, assim como um aumento do comercio tradicional.
Pois quando visitamos uma cidade nova, o prazer está na sua historia e nos seus edifícios e nunca nos shopings né?
Já para não falar da industria de suvenirs que disparava completamente ..
Bom ... só vejo euro a entrar no pais , seja de uma forma ou de outra, seja com modelo americano ou holandês ...
O importante era mesmo o despacho no diário da republica!



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