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Tema: Composto,nutrientes ,gua,insetos e fungos: Guia e tcnicas de cultivo biolgico

  1. #31
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    Re: Compostagem simples

    III - CONSTITUINTES




    Os principais constituintes do solo so a matria mineral, a matria orgnica, a gua e o ar dependendo as propores destes constituintes do tipo de solo.


    A matria orgnica, no solo, constituda por restos vegetais e animais. Uma parte da matria orgnica constituinte do solo, que corresponde matria orgnica decomposta estabilizada, designada por hmus e acumula-se superfcie.

    O hmus tem propriedades coloidais, que se deve existncia de partculas electronegativas (por exemplo a argila) que se associam s partculas de matria orgnica formando o complexo argilo-hmico. Este complexo muito importante na nutrio das plantas pois fixa os ies existentes nas solues de solo.

    A matria orgnica existente no solo facilita a penetrao das razes, a reteno de gua e o arar dos solos. Esta forma complexos com a matria mineral, o que facilita a nutrio das plantas, fornecendo-lhe nutrientes essenciais.

    O ar entra na constituio do solo para preencher os espaos existentes entre as partculas slidas que no so preenchidos pela gua. O ar presente nos interstcios entre as partculasde solo resulta da combinao dos gases da atmosfera com os gases libertados durante as actividades biolgicas e qumicas ocorridas ao nvel do solo, da ser tambm chamado atmosfera do solo. Um solo pouco arejado tambm pouco produtivo pois no oferece oxignio suficiente para a respirao das razes.

    A presena de ar no solo influencia no s a sua produtividade mas tambm a sua cor. Assim, a existncia de oxignio na constituio do solo vai permitir oxidaes dos compostos de ferro dando origem a um composto vermelho designado por hematite e, no caso de este composto ser hidratado, d origem a um outro de cor amarelo-acastanhada designada por limonite.

    A gua o constituinte do solo onde se encontram substncias dissolvidas. Desempenha uma importante funo na formao de um solo e indispensvel s formas de vida dos solos.
    A quantidade de gua no solo (humidade) depende de vrios factores como o clima, a textura, estrutura e permeabilidade do solo, a aco dos seres vivos e varia com o tempo e a situao geogrfica do solo considerado. A sua percentagem num solo no constante porque se encontra sempre em movimento; pode infiltrar-se, evaporar-se ou ser absorvida pelas plantas.



    A gua de um solo pode ser classificada da seguinte maneira:


    gua de constituio - aquela que entra na estrutura qumica dos minerais. No est disponvel para as plantas.

    gua higroscpica - a que esta adsorvida superfcie dos minerais; encontra-se por cima dasuperfcie dos minerais. No est disponvel para as plantas.

    gua capilar
    - Forma pelculas em volta dos minerais. Constitui a principal fonte para as plantas.

    gua gravitacional - Desloca-se de poro em poro e provoca alagamento do solo se no for drenada.
    Por possuir muitas substncias dissolvidas, a gua existente no solo tambm designada por soluo de solo.
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    ltima edicin por Foxyhaze; 10/03/2013 a las 17:25

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  3. #32
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    Re: Compostagem simples

    IV - PROPRIEDADES







    O solo apresenta algumas propriedades, tais como a cor, a textura, a estrutura, o pH, a porosidade e a permeabilidade resultando estas ltimas da textura e estrutura do solo.


    A textura
    a quantidade e proporo em que se encontram as diferentes partculas minerais que fazem parte da constituio do solo. A textura de um solo depende da rocha-me que esteve na sua origem, da topografia, do clima e do grau de evoluo do solo. A dimenso das partculas minerais normalmente classificada segundo a Escala de Atterberg.
    Laboratorialmente, pode determinar-se a textura de um solo recorrendo ao mtodo granulomtrico que consiste em separar as partculas minerais do solo conforme os seus tamanhos, pesos e volumes. Este mtodo pode ser posto em prtica utilizando vrios peneiros com malhas de diferentes dimenses colocados por ordem decrescente, acrescentar gua ao solo, agitar, deixar repousar a soluo e observar a disposio das partculas minerais. O resultado obtido segundo este mtodo deveria ser semelhante ao seguinte.

    A estrutura de um solo consiste na forma como os seus constituintes se organizam, o tamanho das partculas e os espaos vazios entre estas.


    A porosidade e a permeabilidade so propriedades que esto directamente relacionadas com a textura e estrutura do solo.


    A porosidade do solo o espao que existe entre as partculas e que pode ser preenchido por ar ou gua.
    A permeabilidade est relacionada com a porosidade e consiste na capacidade que o solo tem de se deixar atravessar pela gua. Quanto maior for a permeabilidade do solo, menor a sua capacidade de reteno da gua e um solo muito poroso muito permevel e um solopouco poroso pouco permevel.
    O pH de um solo depende da composio qumica de um solo e das reaces que nele ocorrem. Varia com a quantidade de gua e com as culturas que nele existem.

    Para classificar os diversos tipos de solo, usam-se frequentente diagramas triangulares.
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    ltima edicin por Foxyhaze; 10/03/2013 a las 17:29

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  5. #33
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    Re: Compostagem simples

    V - SITUAES EXPERIMENTAIS








    A secagem do solo feita a 100/105 para evitar a destruio da matria orgnica e permitir a eliminao da gua.
    A matria orgnica eliminada por calcinao corresponde ao hmus existente na amostra de solo.
    A gua eliminada por secagem essencialmente a gua capilar (que forma pelculas em torno dos minerais e constitui a principal fonte para as plantas) e alguma da gua higroscpica (que se encontra adsorvida superfcie dos minerais e no est disponvel para as plantas).

    Depois de calcinado, o solo
    arenoso
    apresentava uma colorao idntica amostra inicial por ser pobre em matria orgnica; enquanto que o solo humfero apresentava uma colorao muito semelhante mas ligeiramente mais clara porque a matria orgnica, que lhe conferia certa tonalidade escura, foi eliminada.

    *O solo humfero forma filamentos porque se deixa moldar devido ter argila que fixa ies e molculas polares de gua. Isso no acontece na areia porque um tipo de solo pobre em argila.

    *O complexo argilo-hmico constitudo por restos de matria orgnica, argila, hmus e limos, como foi possvel concluir a partir dos resultados obtidos aps a primeira decantao.

    *O solo humfero forma torres porque rico em anies e caties (por ter matria orgnica decomposta; apresenta, por isso, maior consistncia do que o solo arenoso).

    *O solo arenoso mais permevel do que o solo humfero, ou seja, tem maior capacidade de se deixar atravessar pela gua.

    *O solo humfero tem maior capacidade de reteno da gua porque tem matria orgnica que facilita a reteno, logo, menor permeabilidade

    *O solo arenoso muito poroso a existncia dos poros facilita a circulao de gua, o que lhe confere maior permeabilidade. Por oposio, o solo humfero mais compacto, menos poroso, retendo a gua e sendo menos permevel.
    A permeabilidade e a capacidade de reteno se relacionam na razo inversa.
    ltima edicin por Foxyhaze; 10/03/2013 a las 17:34

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  7. #34
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    Re: Compostagem simples

    RECOMENDAES GERAIS PARA O CULTIVO DE HORTALIAS ORGNICAS - Parte I



    fonte http://cultivehortaorganica.blogspot...vo-de.html?m=1






    Para produo de hortalias de boa qualidade, saudveis, de forma diversificada, sem agrotxicos e adubos qumicos e, especialmente, sem colocar em risco a sade do homem, do meio ambiente e das futuras geraes, deve-se seguir algumas recomendaes. De seguida abordaremos as indicaes gerais para o cultivo das diversas espcies de hortalias.


    . Correo e preparo do solo

    A acidez do solo influi na fertilidade, tornando os nutrientes essenciais indisponveis s plantas. Para correo aplica-se calcrio, de acordo com a anlise do solo; em geral, para terrenos cidos utiliza-se cerca de 0,5 a 1 kg de calcrio por m, com antecedncia mnima de trs meses da semeadura/plantio. Caso seja utilizado o composto orgnico, a acidez do solo corrigida naturalmente, sem necessidade de calagem.

    A adubao orgnica melhora a fertilidade do solo e as propriedades fsicas dos solos muito argilosos (barrentos) ou arenosos. Para terrenos de baixa fertilidade, com baixa percentagem de matria orgnica (menos de 2%), determinada pela anlise do solo, recomenda-se a aplicao, preferencialmente, de composto orgnico (3 a 4kg/m 2 ) ou esterco curtido de aves ou de gado, na quantidade mxima de 2 e 5 kg/m por ano, respectivamente.

    O resduo orgnico e/ou restos de culturas, tambm pode se tornar um adubo de tima qualidade atravs da compostagem .

    Para pequenas hortas recomenda-se aps aplicao do calcrio, quando necessrio, e do adubo orgnico, fazer o revolvimento do solo com enxado ou p, na profundidade mnima de 20 cm, com posterior destorroamento com enxada.
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    ltima edicin por Foxyhaze; 10/03/2013 a las 17:40

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  9. #35
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    Re: Compostagem simples

    RECOMENDAES GERAIS PARA O CULTIVO DE HORTALIAS ORGNICAS - Parte I






    Preparo do canteiro



    Para algumas espcies cultivadas em espaamentos maiores, basta revolver e destorroar o solo. Em seguida, deve-se abrir as covas, sulcos ou ainda fazer camalhes ou leiras, adubar e plantar, conforme o sistema de cada cultura.

    Algumas hortalias necessitam de preparo especial do terreno para confeco de canteiros que podem servir como sementeira para posterior transplante de mudas e para semeadura direta/plantio. Aps o revolvimento do solo, os canteiros so levantados e destorroados com enxada. Deve-se evitar preparar o canteiro quando o solo estiver muito seco ou muito mido.

    Para preparo adequado do canteiro recomenda-se:

    . Fazer dois sulcos paralelos de 15 a 20cm de profundidade, com 30 a 40 cm de largura, e distanciados de 1 a 1,2m, utilizando-se cordes ou bambu para alinhamento;

    . Com auxlio de ancinho (rastelo) faz-se o nivelamento da terra e retira-se os torres menores, razes, pedras e outros materiais;

    . Com a p curva faz-se o acabamento, limpando-se a passagem entre os canteiros.

    Os canteiros depois de prontos ficaro com cerca de 1m de largura, 15 a 20cm de altura e separados por 30 a 40 cm entre si, para facilitar a passagem das pessoas que cuidaro da horta. Entre cada srie de canteiros deve-se deixar um caminho (1m) para passagem do carrinho de mo, usado para transporte de adubos, estercos e produtos colhidos.

    Em terrenos inclinados, os canteiros devem ficar atravessados em relao declividade para evitar que as guas das chuvas os destruam.

    Sempre que possvel recomenda-se canteiros fixos, feitos especialmente com tijolos ou pedras (maior durabilidade), madeira , bamb e com outros materiais, pois evita aeroso e facilita o preparo do mesmo para novos plantios.
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    ltima edicin por Foxyhaze; 10/03/2013 a las 17:38

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  11. #36
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    Re: Compostagem simples

    RECOMENDAES GERAIS PARA O CULTIVO DE HORTALIAS ORGNICAS - Parte I




    poca de semeadura/plantio




    De um modo geral, as hortalias encontram as melhores condies de desenvolvimento e produo quando o clima ameno (18 a 22C), com chuvas leves e frequentes.

    As temperaturas elevadas (mais de 30C), de um modo geral, encurtam o ciclo das plantas e aceleram a maturao; as baixas temperaturas (menos de 10C) retardam o crescimento, a frutificao, a maturao e favorecem o florescimento indesejvel.

    O fotoperodo (nmero de horas com luz natural por dia) e a temperatura influem na formao e no desenvolvimento de bulbos (cebola e alho) e de tubrculos (batata).



    . Produo de mudas

    O transplante de mudas sadias e vigorosas garante a produo de hortalias de boa qualidade. Algumas lojas agropecurias dispem de mudas de hortalias, em bandejas de isopor. As diversas formas de produo de mudas so descritas a seguir.



    Sementeira


    o local onde so semeadas as sementes de algumas hortalias para obter-se as mudas a serem transplantadas.



    Os cuidados mais importantes para produo de mudas em sementeira so:


    . Preparo cuidadoso do canteiro, incorporando com antecedncia, esterco bem curtido e peneirado de aves e de gado, na quantidade de 2 ou 5 kg/m, respectivamente;


    . Fazer sulcos com 1 a 2cm de profundidade, distanciados de 10 cm, utilizando o sacho ou marcador de sulcos;

    . Semear o mais uniforme possvel, cobrindo as sementes com terra. De maneira geral, deve-se enterrar a semente numa profundidade aproximadamente igual a cinco vezes o seu tamanho;

    . Cobrir a sementeira com saco de aniagem, capim seco ou tela de sombrite para evitar a formao de crosta superficial do solo devido irrigao ou ocorrncia de chuvas torrenciais, retirando a proteo quando as sementes iniciarem a emergncia;

    . Outra opo a cobertura da sementeira com cerca de 1cm de espessura de casca de arroz ou serragem, aps a semeadura. Neste caso, no h necessidade de se retirar a cobertura aps a emergncia;

    . Em perodos sem chuvas, no vero, regar duas vezes ao dia (manh e tardinha) at emergncia, com regador de crivo fino para no enterrar demais as sementes;

    . A utilizao de cobertura de plstico no inverno, associado ao sombrite no vero so indicados;

    . Eliminar as plantas espontneas medida que forem aparecendo;

    . Desbaste do excesso de plantas, deixando as mais vigorosas.
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    ltima edicin por Foxyhaze; 10/03/2013 a las 17:43

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  13. #37
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    Re: Compostagem simples

    RECOMENDAES GERAIS PARA O CULTIVO DE HORTALIAS ORGNICAS - Parte I



    Caixas, copinhos, bandejas de isopor e outros recipientes



    Na produo de mudas para a horta pode ser utilizado diversos recipientes. A vantagem do uso de recipientes sobre a sementeira em canteiro a facilidade de movimentao dos mesmos para locais protegidos, evitando-se o sol quente, chuvas torrenciais e o frio intenso.

    A sementeira pode ser feita em caixas com 50 x 50cm de lado e 20 a 25cm de profundidade, fazendo-se alguns furos no fundo para escoamento do excesso de gua.

    A semeadura tambm pode ser feita, preferencialmente em copinhos de jornal (sem impresso colorida) ou de papel pardo, pois se degradam rapidamente e no oferecem riscos ao meio ambiente.


    Confeco:


    corta-se uma folha de jornal em cinco tiras, no sentido horizontal da pgina, com cerca de 11,5 cm de largura cada uma; no caso de utilizar-se o papel pardo deve-se cort-lo em tiras de 11,5 cm de largura por 38 cm de comprimento. Enrola-se as tiras em torno de um cano de PVC (50mm) com 7cm de comprimento. A extremidade do cilindro de papel dobrada para dentro, de modo a formar o fundo do copinho. Finalmente, bate-se o fundo do cano de modo a comprimir as dobras do fundo do molde. Posteriormente, enche-se o cano com substrato e retira-se o mesmo para confeco de outros copinhos. Uma vez prontos, os copinhos apresentam as medidas de 7cm x 6cm e capacidade de aproximadamente 200cm 3 .

    Os copinhos plsticos , utilizados para refrigerantes e reutilizados na produo de mudas, fazendo-se alguns furos no fundo, outra opo. No entanto, importante ressaltar que o plstico leva muitos anos para se degradar, sendo por isso utilizado somente quando no houver outra alternativa.
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    ltima edicin por Foxyhaze; 10/03/2013 a las 17:46

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    Re: Compostagem simples

    RECOMENDAES GERAIS PARA O CULTIVO DE HORTALIAS ORGNICAS - Parte I

    O sistema mais utilizado atualmente o de bandeja de isopor , que manuseada com cuidado pode ser reutilizada vrias vezes.
    A vantagem da bandeja de isopor e dos copinhos sobre a sementeira em canteiro e em caixa, que a muda no sofre nenhum dano ao ser transplantada.
    O substrato para encher os recipientes pode ser adquirido em lojas agropecurias ou preparado em casa.
    Preparo do substrato caseiro:
    - 3 partes de terra peneirada livre de plantas espontneas;
    -1 partes de cama de avirio curtida e peneirada;
    -1 parte de areia fina de rio ou 2 partes de casca de arroz carbonizada.
    Obs.: misturar bem as diferentes partes.
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    ltima edicin por Foxyhaze; 20/11/2012 a las 01:02

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  17. #39
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    Re: Compostagem simples

    RECOMENDAES GERAIS PARA O CULTIVO DE HORTALIAS ORGNICAS - Parte II



    O cultivo de hortalias no sistema de produo orgnico no apenas trocar os insumos utilizados na agricultura dita "moderna" (adubos qumicos e agrotxicos) por outros permitidos na produo de alimentos orgnicos. Alm das recomendaes gerais para a produo orgnica de hortalias, j postada (parte I), existem inmeras outras prticas muito importantes. pois tratam o solo como um "organismo vivo".


    Um solo sadio produz plantas, animais e homens sadios; tudo est ligado entre si como os rgos de um corpo, por isso o solo, j na antiguidade, era visto como um "organismo vivo". O solo faz parte do meio ambiente e est ligado a todos os seus outros componentes, como a gua, as plantas, os animais e o homem. Tudo que acontece com o solo tem algum reflexo positivo ou negativo, no ambiente do qual ele faz parte. Dentre as prticas que favorecem a vida do solo e as plantas cultivadas, destacam-se a adubao orgnica e verde, plantio direto, cultivo mnimo, cobertura morta, rotao e consorciao de culturas, entre outras. Estas recomendaes so essenciais para o sucesso do cultivo orgnico, pois conduzem estabilidade do meio ambiente, ao uso equilibrado do solo, ao fornecimento ordenado de nutrientes e manuteno de uma fertilidade real e duradoura no tempo.



    . Adubao de semeadura/plantio



    O solo o fator mais importante a ser considerado na produo orgnica de alimentos. O solo deve ser tratado como um organismo vivo que interage com a vegetao em todas as fases de seu ciclo de vida. Os aspectos fsico, qumico e biolgico do solo so fundamentais para o sucesso na produo orgnica de hortalias.


    O aspecto fsico do solo refere-se sua textura e a sua estrutura. A textura de um solo se relaciona ao tamanho das partculas que o formam; um solo possui diferentes quantidades de areia, argila, matria orgnica, gua, ar e minerais. A forma como esses componentes se organizam representa a estrutura do solo. Um solo bem estruturado deve ser fofo e poroso, permitindo a penetrao da gua e do ar, assim como de pequenos animais e razes.


    O aspecto qumico relaciona-se com os nutrientes que vo ser utilizados pelas plantas. Essesnutrientes, dissolvidos na gua do solo (soluo), penetram pelas razes das plantas. No sistema orgnico de produo, os nutrientes podem ser supridos atravs da adio de matria orgnica e de compostos vegetais.


    O aspecto biolgico trata dos organismos vivos existentes no solo e que atuam nos seus aspectos fsicos e qumicos. A vida no solo s possvel onde h disponibilidade de ar, gua e de nutrientes. Um solo com presena de organismos vivos indica boas condies de estrutura.

    Os microorganismos do solo so os principais agentes de transformao qumica dos nutrientes, tornando-os disponveis para absoro pelas razes das plantas.

    A planta necessita, alm de carbono, hidrognio e oxignio, de constituintes essenciais retirados do ar e da gua, dos seguintes elementos:

    . Macroelementos - nitrognio (N), fsforo (P), potssio (K), clcio (Ca), magnsio (Mg) e enxofre (S), exigidos em maior quantidade.

    O nitrognio auxilia na formao da folhagem e favorece o rpido crescimento da planta. O fsforo estimula o crescimento e formao das razes. O potssio aumenta a resistncia da planta e melhora a qualidade dos frutos.


    . Microelementos - mangans (Mn), zinco (Zn), cobre (Cu), ferro (Fe), molibdnio (Mo), boro (B) e cloro (Cl), exigidos em quantidades reduzidas, mas tambm muito importantes para as plantas.


    As quantidades de macroelementos encontradas disponveis para as plantas no solo, quase sempre, so insuficientes. Da a necessidade de complement-los atravs de adubos orgnicos. A vida do solo depende essencialmente da matria orgnica que mantm a sua estrutura porosa, proporcionando a vida vegetal graas entrada de ar e gua. A matria orgnica um dos componentes do solo e atua como agente de estruturao, possibilitando a existncia de vida microbiana e fauna, alm de adicionar nutrientes soluo do solo.

    O adubo orgnico constitudo de resduos de origem animal e vegetal: folhas secas, restos vegetais, esterco animal e tudo mais que se decompe, transformando-se em hmus. O hmus o resultado da ao de diversos microorganismos sobre os restos animais e vegetais.

    O uso da matria orgnica interfere significativamente na resistncia das plantas, uma vez que:



    * aumenta a capacidade do solo em armazenar gua, diminuindo os efeitos das secas. Um solo com bom teor de matria orgnica funciona como se fosse uma esponja, sendo que 1 g de matria orgnica retm 4 a 6 gramas de gua no solo. Devido capacidade de armazenar gua, a matria orgnica m condutora de calor, diminuindo as oscilaes de temperatura do solo durante o dia;

    * aumenta a populao de minhocas, besouros, fungos e bactrias benficas, alm de vriosoutros organismos teis, que esto livres no solo;

    * aumenta a populao de organismos teis que vivem associados s razes das plantas, como as bactrias fixadoras de nitrognio e as micorrizas, que so fungos capazes de aumentar a absoro de nutrientes do solo;

    * aumenta a capacidade das razes absorverem minerais do solo;

    * possui macro e micronutrientes em quantidades bem equilibradas, que as plantas absorvem conforme sua necessidade, em quantidade e qualidade;

    * fundamental na estruturao do solo, por causa da formao de grumos. Isso aumenta a penetrao das razes e a oxigenao do solo;

    * possui substncias de crescimento (fitohormnios), que aumentam a respirao e a fotossntese das plantas.


    A adubao orgnica melhora tambm a qualidade dos alimentos, tornando-os mais ricos em vitaminas, aminocidos, sais minerais, matria seca e acares, alm de serem mais aromticos, saborosos e de melhor conservao.

    Entre as espcies cultivadas, as hortalias so as que mais respondem aplicao de adubosorgnicos. O adubo orgnico de origem animal mais conhecido o esterco que formado por excrementos slidos e lquidos de animais e pode estar misturado com restos vegetais. O esterco curtido de aves ou a cama de avirio e de gado so os mais comumente utilizados. Tanto o excesso como a falta de nutrientes so prejudiciais s plantas, pois um nutriente pode interferir na absoro dos demais.

    importante lembrar que plantas bem nutridas so mais resistentes s doenas e s pragas. O ideal na adubao de hortalias o uso de composto orgnico, considerado o processo mais eficiente para produo de adubo orgnico de qualidade. A compostagem o resultado da transformao, atravs da fermentao, do resduo orgnico (restos vegetais) em adubo natural. um dos princpios bsicos da produo orgnica de alimentos. O composto rico em hmus estabilizado e em microorganismos ativos que estimulam a sade natural das plantas.

    O adubo orgnico, quando oriundo de esterco de animais no curtido, deve ser bem incorporado ao solo, 15 dias antes da semeadura/plantio. O uso de esterco ainda em fase de fermentao por ocasio da semeadura/plantio, pode causar danos s razes e s sementes, tais como queima, destruio dos microorganismos do solo, formao de produtos txicos e morte da planta pelo calor. O conhecimento da origem do esterco, especialmente o de gado, importante, pois o uso de alguns herbicidas nas pastagens pode afetar as plantas cultivadas.


    Na falta de anlise do solo, indica-se para solos de mdia fertilidade, anualmente, a seguinte adubao:



    * adubao orgnica, proveniente de compostagem - 3 a 4 kg/m 2


    *esterco de gado (4 a 5 kg/m 2 ) ou de aves (1 a 2 kg/m 2 ) curtidos


    No caso de maior necessidade de potssio, clcio e magnsio, recomenda-se cinzas de madeira no tratada com produtos qumicos. Como fonte de fsforo, recomenda-se o fosfatonatural, o fosfato de arax, os termofosfatos e a farinha de ossos, aplicados com antecedncia e de acordo com a anlise de solo.




    Sistemas de semeadura/plantio

    Conforme a espcie de hortalia, pode-se ter diferentes sistemas de semeadura/plantio.


    * Semeadura direta: consiste na semeadura uniforme das sementes em sulcos, no canteiro, na profundidade de 1 a 2cm, utilizando-se marcadores ou sacho, cobrindo-as com a prpria terra; pode ser feita tambm em covas ou em sulcos, sem preparo de canteiros. A quantidade de sementes por metro quadrado varia com o tamanho do canteiro; quanto menor, menos sementes sero gastas. Como regra geral, as sementes devem ficar enterradas numa profundidade de cinco vezes o seu tamanho.

    * Plantio direto: consiste no plantio de tubrculos, razes, rizomas, bulbilhos, ramas, filhotes e estolhos em sulcos, em covas, ou em camalhes, na profundidade de 5 a 10 cm, utilizando-se enxada ou sacho, no espaamento indicado para cada espcie; pode ser feito tambm emsulcos, ou em covas, diretamente no canteiro.

    Continuar a ler http://cultivehortaorganica.blogspot...de_15.html?m=0
    ltima edicin por Foxyhaze; 10/03/2013 a las 18:05

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  19. #40
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  21. #41
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    Re: Compostagem simples,solo e substrato, noes e tcnicas de cultivo biolgico

    CULTIVO BIOLGICO VERSUS EFEITO DE ESTUFA








    Para atingir uma produo tima, no mxima, o que se pode obter com diversificao planejada, adubao verde, rotao de culturas e pousio, recuperando a fertilidade dos solos cultivados;






    cultivar plantas e animais os quais devem estar integrados e em harmonia com os mecanismos reguladores da natureza;


    observar a natureza e o ambiente agrcola, e desenvolver tecnologias adaptadas e adequadas, respeitando os sistemas biolgicos naturais e as iniciativas locais;


    O objetivo fundamental da agricultura convencional ou "moderna" continua sendo produtividade a qualquer preo, maximizao dos lucros, retorno dos investimentos num menor perodo de tempo possvel. No h preocupao com os efeitos da tecnologia empregada sobre o meio ambiente e a sociedade. O modelo da agricultura convencional conduz ao exagerado consumo e desperdcio de energia.

    Em 1973 com a crise do petrleo, obrigou, principalmente os governos dos pases importadores, a buscar fontes de energia alternativa que permitisse a manuteno da produtividade e a reduo dos custos de produo. Na dcada de 80, a agricultura dos pases no industrializados, alicerada nos princpios da "Revoluo Verde", se aprofunda em crise; dependente de subsdios, que no mais existiam, o aumento dos custos de produo, provocou desde ento, um constante aumento da descapitalizao, alm de ter criado um ambiente desfavorvel produo, pela forma despreocupada de interveno no meio ambiente.

    Nesta mesma poca, houve um redescobrimento das bases filosficas dos vrios movimentos preocupados com uma agricultura permanente e auto-sustentvel. Este renascer, no significava uma readaptaode velhas tcnicas do passado, mas a redescoberta dos princpios harmnicos que norteiam a convivncia do homem, consigo mesmo e com a natureza da qual ele faz parte.


    Diversos estudos referentes a alimentos orgnicos j foram realizados, indicando que esses alimentos ganham em valor nutricional em relao aos convencionais. Alm disso, a agricultura orgnica tambm traz muitos benefcios para o meio ambiente, promovendo a sustentabilidade, melhorando a biodiversidade e estabelecendo um equilbrio ecolgico.



    Alm disso, a agricultura orgnica possui outras vantagens, tais como:




    Como a agricultura orgnica envolve prticas como a rotao das plantaes, associaes simbiticas, proteo das plantaes e lavoura mnima, o perodo durante o qual o solo fica exposto eroso menor, minimizando a perda de nutrientes e aumentando a produtividade do solo;

    A poluio da gua e do solo reduzida devido ao fato de esse tipo de alimento ser produzido sem o uso de resduos de fertilizantes, pesticidas, hormnios de crescimento, irradiao e antibiticos;

    Ajuda a minimizar o efeito estufa e o aquecimento global, devido a sua capacidade de retirar carbono do solo;

    Evita problemas com a fertilidade do solo ou com pragas. Esse tipo de cultivo, utiliza insumos de origem natural, como esterco, hmus de minhoca, farinha de osso, cinzas e farelo de mamona, alm de extratos naturais de plantas para controle de possveis pragas e doenas;










    Uma variedade de produtos pode ser produzida organicamente, incluindo frutas, gros, carne, laticnios, ovos e comida processada. Algumas dicas prticas, no seu dia a dia, para economizar energia, diminuir o aquecimento global e proteger o planeta

    Fonte: adaptado do "53 dicas prticas para voc economizar energia e proteger o planeta" de Daniel Cassiano Lima - Bilogo (CRBio 27587/5-D)




    Vale a pena lembrar ! Cada um faz sua parte independente de que o outro faa a dele




    1. Tape suas panelas enquanto cozinha

    Ao tapar as panelas, enquanto cozinha, voc aproveita o calor que simplesmente se perderia no ar.


    2. Aprenda a cozinhar em panela de presso

    Acredite... d pra cozinhar tudo em panela de presso: Feijo, arroz, macarro, carne, peixe etc... Muito mais rpido e economizando 70% de gs.


    3. Cozinhe com fogo mnimo

    No adianta, por mais que voc aumente o fogo, sua comida no vai cozinhar mais depressa, pois a gua no ultrapassa 100C em uma panela comum. Com o fogo alto, voc vai queimar sua comida.


    4. Antes de cozinhar, retire da geladeira todos os ingredientes de uma s vez

    Evite o abre-fecha da geladeira toda vez que seu cozido precisar de uma cebola, uma cenoura, etc...


    5. Coma menos carne vermelha

    A criao de bovinos um dos maiores responsveis pelo efeito estufa. Voc j sentiu aquele cheiro quando voc se aproximou de alguma fazenda/criao de gado? o metano, um gs inflamvel, poluente e, com cheiro desagradvel. Alm disso, a produo de carne vermelha demanda uma quantidade enorme de gua. Para se ter uma idia: para produzir 1kg de carne vermelha necessrio 200 litros de gua potvel. O mesmo quilo de frango s consome 10 litros. Alm disso, a carne de frango mais saudvel que a carne vermelha.


    6. No troque o seu telemovel


    J foi o tempo que telemovel era sinal de status. Fique com o antigo pelo menos enquanto estiver funcionando perfeitamente ou em bom estado. Os telemoveis trouxeram muita comodidade nossa vida, mas utilizam de derivados de petrleo em suas peas e metais pesados em suas baterias.


    7. Compre um ventilador de teto

    Nem sempre faz calor suficiente para se ligar o ar condicionado. Na maioria das vezes, um ventilador de teto o ideal para refrescar o ambiente gastando 90% menos de energia. Combinar o uso dos dois tambm uma boa idia: regule seu ar condicionado para o mnimoe ligue o ventilador de teto.


    8. Use somente pilhas e baterias recarregveis

    certo que so caras, mas o uso a mdio e longo prazo se pagam com muito lucro. Duram anos e podem ser recarregadas em mdia 1000 vezes.


    9. Limpe ou troque os filtros do seu ar condicionado

    Um ar condicionado sujo representa 158 quilos de gs carbnico a mais na atmosfera por ano.


    10.Troque suas lmpadas incandescentes por fluorescentes

    Lmpadas fluorescentes gastam 60% menos energia que uma incandescente. Assim, voc economizar 136 quilos de gs carbnico anualmente.



    Ler o artigo completo http://cultivehortaorganica.blogspot...ltura.html?m=0
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  23. #42
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    Re: Compostagem simples,solo e substrato, noes e tcnicas de cultivo biolgico

    VOLTANDO COMPOSTAGEM





    Fatores que interferem na compostagem




    Os principais fatores que governam o processo de compostagem so:






    a) Microrganismos : A converso da matria orgnica bruta ao estado de matria humificada um processo microbiolgico operado por bactrias, fungos e actinomicetes. Durante a compostagem h uma sucesso de predominncias entre as espcies envolvidas.

    b) Umidade : A presena de gua fundamental para o bom desenvolvimento do processo. Entretanto, a escassez ou o excesso de gua pode desacelerar a compostagem.

    c) Aerao : A compostagem conduzida em ambiente aerbio, alm de mais rpida, no produz odores putrefatos nem proliferao de moscas.

    d) Temperatura : O metabolismo exotrmico dos microrganismos, durante a fermentao aerbia, produz um rpido aquecimento da massa. Cada grupo especializado e desenvolve-se numa faixa de temperatura tima. Promover condies para o estabelecimento da temperatura tima para os microrganismos fundamental.

    e) Relao Carbono / Nitrognio (C/N) : Os microrganismos absorvem os elementos carbono enitrognio numa proporo ideal. O carbono a fonte de energia para que o nitrognio seja assimilado na estrutura.

    f) Preparo prvio da matria-prima : A granulometria muito importante uma vez que interfere diretamente na aerao da massa original. Partculas maiores promovem melhor aerao, mas o tamanho excessivo apresenta menor exposio decomposio e o processoser mais demorado.

    g) Dimenses e formas das pilhas : Quanto ao comprimento, este pode variar em funo da quantidade de materiais, do tamanho do ptio e do mtodo de aerao. J a altura da pilha depende da largura da base. Pilhas muito altas submetem as camadas inferiores aos efeitos da compactao. Pilhas baixas perdem calor mais facilmente ou nem se aquecem o suficiente para destruir os patognicos. O ideal que as pilhas apresentem seo triangular, com inclinao em torno de 40 a 60 graus, com largura entre 2,5 e 3,5 metros e altura entre 1,5 e 1,8 metros.






    Descrio das transformaes






    Logo aps a formao da pilha inicial, comea a proliferao dos microrganismos. Inicialmente, na fase mesfila , predominam bactrias e fungos mesfilos produtores de cidos ;

    Com a elevao da temperatura, aproximando-se da fase termfila , a populao predominante ser de actinomicetes, bactrias e fungos termfilos. O aumento da temperatura nesta fase (podendo superar 70C) influenciado pela maior disponibilidade de oxignio, promovida pelo revolvimento da pilha inicial.

    Passada a fase termfila, o composto vai perdendo calor e retomando a fase mesfila, porm, com outra composio qumica e aspecto mais escurecido. Esta tomando a segunda fase mesfila, mais longa, acompanhada pela diminuio da relao C/N abaixo de 20. Finalmente, com a fase crifila , em que a temperatura diminui, podem ser encontrados protozorios , nematides , formigas , miripodes , vermes e insetos










    Substncias geradas durante a compostagem







    No processo de compostagem, que se completa aps a formao do hmus, trs fases distintas podem ser reconhecidas:



    a) rpida decomposio de certos constituintes pelos microrganismos.

    b) sntese de novas substncias criadas pelos microrganismos.

    c) formao de complexos resistentes em razo dos processos de condensao e polimerizao .

    Resduos vegetais e animais no so igualmente atacados, nem se decompem inteiramente de uma s vez; seus diversos constituintes so decompostos em diferentes estgios, com diferentes intensidades e por diferentes populaes de microrganismos.

    Os acares , os amidos e as protenas solveis so decompostos em primeiro lugar, seguindo-se de algumas hemiceluloses e demais protenas.

    Celulose , certas hemiceluloses, leos , gorduras , resinas e outros constituintes das plantas so decompostos mais demoradamente. As ligninas , certas graxas e taninos so os materiais considerados mais resistentes decomposio.

    Enquanto houver decomposio aerbia, o carbono ser liberado como gs carbnico, entretanto, se o processo tornar-se anaerbio, eliminar-se-o, alm do CO2, metano , lcool e cidos orgnicos .

    As protenas, por decomposio, so primeiramente hidrolisadas por enzimas proteolticas produzidas pelos microrganismos, gerando polipeptdios , aminocidos e outros derivados nitrogenados; o nitrognio orgnico convertido forma amoniacal. Ao final do processo obtm-se o hmus, ou seja, uma substncia escura, uniforme, amorfa, rica em partculas coloidais , proporcionando a este material, propriedades fsicas, qumicas e fsico-qumicas diferentes da matria-prima original.

    O tempo mdio para que a pilha original se decomponha at a bioestabilizao de30 a 60 dias. Para a completa humificao, sero necessrios mais 30 a 60 dias. Desta forma,para completar-se o processo na pilha, sero necessrios aproximadamente 90 dias. Para aplicao no solo, a utilizao do material bioestabilizado justificada por trs motivos:


    a) Ao passar pela fase termfila haver a destruio de ovos , larvas e microrganismos patognicos que, porventura puderem existir na massa inicial.

    b) Ao apresentar relao C / N abaixo de 20 ainda haver atividade biolgica, mas no haver o sequestro do nitrognio do solo para completar o processo.

    c) A temperatura no alta o suficiente para causar danos s razes ou s sementes. A velocidade e o grau de decomposio dos resduos orgnicos pode ser medido de vrias maneiras:

    1) Quantidade de CO2 desprendido

    2) Diminuio da relao C/N

    3) Ciclo da temperatura

    4) Elevao e estabilizao do pH
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    ltima edicin por Foxyhaze; 10/03/2013 a las 19:16

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  25. #43
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    Re: Compostagem simples,solo e substrato, noes e tcnicas de cultivo biolgico

    SISTEMAS DE COMPOSTAGEM








    Sendo um processo biolgico, as transformaes ocorrem de acordo com os princpios j mencionados. No entanto, os mtodos variam de sistemas particularmente artesanais, at sistemas complexos, onde os fatores interferentes so monitorados e controlados com relativa preciso. Os sistemas de compostagem, segundo Fernandes (2000), agrupam-se em trs categorias:






    a) Sistemas de leiras revolvidas ( Windrow )



    A mistura de resduos disposta em leiras, sendo a aerao fornecida pelo revolvimento dosmateriais e pela conveco do ar na massa do composto.


    Na agricultura , compostagem em leiras (tambm conhecido como Sistema Windrow ) a produo de composto ao empilhar matria orgnica ou restos biodegradveis , como esterco e restos culturais, em pilhas alongadas conhecidas como ( leiras ). Na produo de composto em grande escala, este mtodo considerado uma das opes mais eficientes. Geralmente, as leiras so revolvidas/reviradas para manter as caractersticas fsicas e qumicas timas, como porosidade, teor de oxignio, teor de umidade, distribuio de calor, etc.

    O processo de compostagem pode ser controlado atravs do monitoramento e ajuste dosseguintes parmetros: razo/proporo inicial de carbono e nitrognio , proporo de material volumoso adicionado para garantir porosidade, tamanho e umidade da leira e frequncia de revolvimento. A temperatura da leira precisa ser monitorada e registrada constantemente, pois assim pode-se determinar a frequncia ideal de revolvimento, produzindo composto em menos tempo possvel. A coleta manual de temperatura pode no ser feita eficientemente e pode expor o funcionrio a patgenos. Ao coletar as informaes automaticamente, atravs de um sensor wireless , sero transmitidas para um computador onde todas a temperatura esta sendo constantemente armazenada, melhorando a eficinciae reduzindo o tempo necessrio para completar a compostagem.


    a.1) Equipamentos



    As revolvedoras de leira so mquinas (implementos ou autopropelida) que atravessam as leiras de compostagem com um rotor. A largura pode variar, assim como a altura. Existem mquinas de todo tamanho. As revolvedoras passam por cima da leira a uma velocidade baixa, com direo e sentido constante. medida que a revolvedora atravessa a leira, o rotor passa por dentro da leira, revolvendo-a. Desta forma, ar fresco ( oxignio ) adicionado ao sistema, enquanto o ar que estava contido entre as partculas slidas do sistema (rico em dixido de carbono) liberado na atmosfera. Sendo assim, os microrganismos aerbios podero fazer a troca gasosa, e, portanto, promovendo a decomposio em sua forma mais eficiente. Amostras de emisso de gases em composto feitos pela Environmental Management Consulting levantaram questes sobre a emisso de gs metano (conhecido popularmente como gs do pntano ou biogs ) no processo de compostagem. Uma mostra mostrou que at 26% do carbono residual, pode ser emitido na forma de metano. Contudo, sabe-se que o metano se forma em condies anaerbias. Portanto o metano s, e somente s, se formar durante o processo de compostagem, se a leira no sofrer revolvimento eficaz, mantendo os organismos em sistema anaerbio.



    a2) Utilizao



    Recomenda-se utilizar as revolvedoras em superfcies planas e rgidas. Atualmente existem diversos tipos de trao para as revolvedoras. As revolvedoras modernas podem vir de fbrica com dois tipos de trao: rodados ou por esteira (conhecida tambm por lagarta mecnica). Ao optar pela trao por esteira, a revolvedora poder trabalhar com mais facilidade em terrenos desagregados e/ou encharcados, situaes que rodados geralmente tem menos trao. [3]
    a3) Aplicaes especficas

    Ao redor do mundo, destilarias cujos produtos so derivados do melao da cana geram grande quantidade de efluentes e resduos slidos. Para cada litro de lcool produz-se por volta de 8 litros de efluentes. Os efluentes tem DBO (Demanda Bioqumica por Oxignio) de 60.000 PPM e 1,50,000 de DCO (Demanda Qumica por Oxignio), ou at mais. Sendo assim, este efluente precisa ser tratado, e a compostagem conhecida por ser o mtodo mais vantajoso economicamente. Usinas de acar geram um resduo chamado de torta de filtro durante o processo feito nas destilarias anexas s usinas. Se forem apenas destilarias autnomas, no h produo de torta. Tal torta constituda por 30% de fibras (carbono) e grande quantidade de gua. Frequentemente o destino da torna, no Brasil, diretamente a lavoura. Contudo, a compostagem enriquece as propriedades nutricionais da torta (ou de qualquer outro material), transformando-a em um rico fertilizante e condicionador de solo. Os equipamentos utilizados para revolver leiras, vo desde mquinas extremamente automatizadas e especializadas, at simplesmente retroescavadeiras. As mquinas especializadas so muito mais eficientes (tempo, hora/mquina, combustvel, peas, durabilidade, etc.), naturalmente. Contudo, existem muitas pessoas e ptios de compostagem que utilizam retroescavadeiras para revolver as pilhas e leiras de compostagem.


    b) Sistema de leiras estticas aeradas ( Static pile )


    A mistura colocada sobre tubulao perfurada que injeta ou aspira o ar na massa do composto. Neste caso no h revolvimento mecnico das leiras.


    c) Sistemas fechados ou reatores biolgicos ( In-vessel )
    Os materiais so colocados dentro de sistemas fechados, que permitem o controle de todos os parmetros do processo de compostagem.


    Kiehl (1985) classificou os sistemas de compostagem tambm quanto ao tempo. Neste caso os processos so lentos ou acelerados. Consideram-se lentos, aqueles os quais a matria prima disposta em montes nos ptios de compostagem aps sofrer separao de materiais no decomponveis, como o caso dos resduos domiciliares, recebendo revolvimentos peridicos para arejar e ativar a fermentao . Os processos acelerados so os que proporcionam tratamento especial matria-prima, melhorando as condies para fermentao, principalmente o arejamento e o aquecimento. A compostagem em ptio, com injeo de ar nas pilhas de composto ou exausto de seus gases, um exemplo de processo acelerado.
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  27. #44
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    Re: Compostagem simples,solo e substrato, noes e tcnicas de cultivo biolgico

    ESTERCO,ESTRUME OU BOSTA?










    Estrume designao dada ao material orgnico em avanado estado de decomposio utilizado como fertilizante e condicionador dos solos para melhoria das prticas agrcolas. Os estrumes contribuem para a fertilidade dos solos pela adio de matria orgnica e de nutrientes para as plantas, tais como o azoto e o fsforo .O estrume de origem animal em geral uma mistura de fezes e material orgnico proveniente das camas utilizadas nos estbulos .









    ADUBAO




    Compatibilidade e incompatibilidade dos adubos



    Pode-se afirmar que existem dois tipos de incompatibilidade entre adubos:


    - incompatibilidade fsica: que observada quando queremos misturar indevidamente dois ou mais adubos, sendo um deles hidroscpico (muito mido) transmitindo, portanto, umidade aos demais;



    - incompatibilidade qumica: que se d quando a mistura de dois ou mais adubos, resulta em perda por volatilizao ou na converso de formas solveis em formas insolveis ou ainda provocando os efeitos da retrogradao que a passagem de uma forma facilmente assimilvel para outra de difcil assimilao.






    Adubos Orgnicos





    Composio e efeitos




    A matria orgnica do solo resulta principalmente de resduos vegetais, embora os restos animais contribuam significativamente na sua formao. Assim o gado, os microorganismos do terreno, os insetos e o prprio homem, direta ou indiretamente, participam na decomposio dos resduos vegetais e na sua distribuio pelas camadas do solo. Por essa e outras razes que encontramos terrenos com diferentes nveis de matria orgnica. Esses nveis alcanam o valor mximo nos solos turfosos e descem ao valor mnimo nos solos desrticos. Esterco de curral o que h de mais precioso numa propriedade agrcola.



    A composio qumica da matria orgnica bastante complexa, variando desde o material fresco que tem os mesmos componentes nos organismos vivos, at os produtos do desdobramento destes.
    As substncias das quais a matria orgnica se origina podem ser classificados em 3 grupos: polissacardeos: celulose, hemicelulose, amido e substncias pcticas; lignina: ocorre nos tecidos lenhosos das plantas e protrna: a fonte do nitrognio para as culturas.


    A matria orgnica no solo causa um efeito melhorador das propriedades fsicas, qumicas e biolgicas; alm de reservar os nutrientes para as culturas.
    Neste segundo efeito, ela pode ser substituda com vantagens pelos adubos minerais, mas, em relao ao primeiro, considerada insubstituvel.






    Esterco de curral




    Na composio deste adubo orgnico entram invariavelmente trs componentes: fezes, urina e cama.
    Os dois primeiros componentes - fezes e urina - geralmente so produzidos por eqinos, bovinos, ovinos, sunos e aves.
    O terceiro componente cama - fornecido por materiais diversos tais como: palhas, folhas secas, serragem, turfa e terra. As primeiras so as mais usadas.


    Os excrementos slidos dos eqinos e ovinos por serem menos aquosos e entrarem em decomposio mais rapidamente com pronunciado aumento de temperatura so chamados excrementos quentes, enquanto que dos bovinos e sunos pelas razes contrrias, so, chamados excrementos frios.



    O quadro que segue nos mostra a composio qumica dos excrementos slidos e lquidos dos diversos animais:











    Pela anlise do quadro, conclui-se que os excrementos slidos so mais ricos em matria orgnica e fsforo que os excrementos lquidos, isto porque os animais em questo so herbvoros (alimenta-se de vegetais).

    Com relao ao potssio, encontramos as maiores porcentagens deste elemento na urina (excremento lquido).

    Geralmente o nitrognio encontrado em maiores porcentagens tambm na urina, salvo para o caso dos sunos.

    interessante, tambm, saber qual a quantidade de excrementos fornecidos pelos animais por dia a fim de que possamos calcular a quantidade de esterco que podemos produzir na propriedade agrcola.


    No quadro que se segue apresentamos as mdias dirias e anuais de excrementos produzidos por 1.000 Kg de peso vivo por diferentes espcies de animais.









    De posse dos dados acima e sabendo-se que, para produzir 1 tonelada de esterco de curral, so necessrios 7/8 do peso, em esterco, e 1/8 na forma de cama teremos aproximadamente:


    1 tonelada de esterco de curral = 875 Kg de esterco + 125 Kg de cama.


    Contudo, devemos considerar, ainda, que o esterco recm produzido pelos animais nunca est em condies de ser aplicado no solo prontamente. Sabe-se que 1/3 em mdia se perde;teremos, ento, um peso aproximado de 700Kg ao invs de 1 tonelada (1.000 Kg).

    Depois de sabermos como se produz o esterco de curral, teremos que pensar na sua conservao pois sua produo contnua, ao passo que o seu gasto se efetua em determinadas pocas. Para se conservar este adubo orgnico de to grande utilidade na olericultura, construiremos as esterqueiras, da qual j nos referimos anteriormente.





    Composio qumica do esterco





    A composio qumica do esterco de curral curtido varivel. Esta variao se deve principalmente ao seu teor em gua, ao sistema que foi empregado para sua conservao e, logicamente, na riqueza das fezes, em elementos minerais, dos animais que as produziram.



    Todavia, os seguintes dados podem ser considerados como bsicos.




    gua .................................................. .....75,00%
    Matria orgnica .....................18,0% a 20,0%
    Cinzas ..........................................4,0% a 5,0%
    N ................................................. 0,4% a 0,5%
    P2O5 ............................................. 0,2% a 0,3%
    K2O5 .............................................0,4% a 0,6%







    Ao fertilizante do esterco


    O esterco exerce mltiplas aces directas e indirectas. O seu efeito directo devido a presena de todos os elementos fertilizantes em quantidades percentualmente pequenas, mas significativas, devido s grandes doses que so usados.
    No h dvida que, como simples fonte de nutrientes, o esterco pode ser substitudo com vantagem econmica pelos adubos minerais. Entretanto, os efeitos indirectos que o esterco capaz de produzir em vista do seu alto teor em matria orgnica, no podem ser conseguidos pelos fertilizantes minerais que dela no dispem.
    Imgenes Adjuntadas
    ltima edicin por Foxyhaze; 10/03/2013 a las 19:25

  28. Los siguientes 3 Usuarios dan las gracias a Foxyhaze por este Post:

    growbloom (25/07/2014), Neeptunus (25/11/2012), W1CK (21/11/2012)

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    Re: Compostagem simples,solo e substrato, noes e tcnicas de cultivo biolgico

    OUTROS ADUBOS ORGNICOS








    Alm desses adubos comentados, existem outros, mas de emprego menos freqente nas hortas, tais como os guanos, a farinha de sangue, a farinha de carne, as tortas oleaginosas etc. Um outro adubo orgnico de grande valor o esterco de galinha. Na sua composio encontramos os seguintes teores: 2% de N; 2% de P2O5






    Guano
    o nome dado s fezes das aves e morcegos quando estas se acumulam. Pode ser usado como um excelente fertilizante devido aos seus altos nveis de nitrognio . O solo que deficiente em matria orgnica pode tornar-se mais produtivo com a adio de fezes.
    O guano composto de amonaco , cido rico , cido fosfrico , cido oxlico , cido carbnico , sais e impurezas da terra.


    O guano coletado em vrias ilhas do Oceano Pacfico (principalmente nas do Peru ) e em outros oceanos. Estas ilhas tem sido o habitat de colnias de aves marinhas por sculos, acumulando vrios metros deste material.
    O guano das ilhas peruanas foi exportado durante o sculo XIX e princpios do sculo XX , e foi o seu grande produto de exportao. Continua existindo uma grande demanda por guano peruano, por este ser um fertilizante natural









    Os Guanos





    Guano de Morcego





    H em Cuba um grande nmero de cavernas, fornecendo uma considervel fonte de ricos fertilizantes. Nessas cavernas, onde se abrigam morcegos, h fertilizantes acumulados, o verdadeiro guano, o resultado da mistura de excrementos slidos e lquidos, a sobra das frutas que alimentaram os animais e suas prprias carcaas. Todos esses materiais, protegidos do sol, ar, chuva, formam uma mistura rica de elementos nitrogenados, carbonados e salinos. Eles contm cido rico, amnia, nitratos, fosfatos, carbonato de clcio, sais alcalinos, etc. A grande quantidade de guano acumulada em algumas cavernas pode ser explicada pela grande quantidade de feras que se abrigaram por l, a contar de tantos e tantos anos.

    Fonte: Reinoso, Alvaro - "Ensayos sobre el cultivo de la caa de azcar", ("Essays on sugar-cane cultivation"), Havana 1862.



    Guano de morcego e morcegos martimos, so uns dos mais incrveis, extraordinrios, versteis e naturais fertilizantes orgnicos cohecidos pelo homem. Eles no so considerados fontes renovveis e algumas fezes so danosas ao meio ambiente, portanto, alguns cultivadores conscientes, por vezes evitam o uso de guano.

    encontrado depositado em cavernas inabitadas, por esses pequenos mamferos voadores. Merda de morcego tambm pode ser encontrada em menor quantidade, em outros lugares que morcegos habitam (construes antigas ou abandonadas, rvores, etc.).

    Guano de morcego possui diversos usos em horticultura. A sua presena pode ajudar a garantir uma eficiente regenerao do solo. Quando usado como fertilizante ou ch, merda de morcego promove uma colheita abundante e de alta qualidade, fazendo dele um incalculvel fertilizante agrcola para produo de mercantes ervas orgnicas, frutas e vegetais. Vrios dedicados cultivadores orgnicos insistem que guano de morcego proporciona o melhor sabor em ervas orgnicas.

    O ponto de partida se d porque o guano possui vrias excelentes propriedades, fazendo com que seja altamentevaloroso para o cultivo de produtos orgnicos da mais alta qualidade. Tambm pode ser possvel de se vangloriar do fato do guano de morcego ser superior a todos os outros fertilizantes naturais.

    Guano de morcego consiste, primitivamente, no excremento de morcegos (nenhuma surpresa, n?). Ele tambm contm os restos de morcegos que viveram e morreram nesse local, no transcorrer de muitos e muitos anos. Guano de morcego normalmente encontrado em cavernas e os morcegos no so os nicos habitantes do local. Por esse motivo, guano de morcego certamente contm os restos e excrementos de outras criatuas, como insetos, ratos, cobras e (surpresa!) at de pssaros. E guano no de forma alguma apenas excremento animal e restos de animais coletados, de forma que, medida em que envelhece, sofre um complexo processo de decomposio e lixiviao.

    A qualidade frtil de qualquer guano fertilizante, depender de uma variedade de fatores. Isso pode incluir: o tipo de rocha na qual o guano se formou na caverna, os hbitos de alimentao da espcie de morcego que o produziu, a idade do guano e o progresso da mineralizao no guano (o qual se submete a uma infinita transformao atravs de processos qumicos e biolgicos). Guano pode aparecer sob uma grande variedade de cores,incluindo o branco, amarelo, marrom, avel, cinza, preto ou vermelho, mas a cor no indicativo de influncia em sua qualidade.

    Um dos fatores que podem determinar a qualidade frtil do guano de morcego, se d nos hbitos alimentares de diferentes espcies que habitam a caverna. Alguns morcegos so vegetarianos, se alimentam essencialmente de frutas. J outros so carnvoros, cuja dieta consiste em insetos e criaturas similares. exemplo, a especfica forma de nitrognio no guano ir depender dos hbitos alimentares dos morcegos que vivem em cavernas. Morcegos que se alimentam de insetos excretam fragmentos de quitina, o componente principal do esqueleto de insetos. A quitina resiste a decomposio e contribui como fonte duradoura de nitrognio, o qual aparece em vrios depsitos de guano envelhecido. Obviamente que a quitina proveniente de restos de insetos digeridos, no comumente encontrada em quantidades significantes no guano de morcegos comedores de frutas.

    At mesmo a localidade da caverna ir afetar na decomposio do guano depositado. Diferentes reaes qumicas que ocorrem na caverna, faro com que o processo resulte em variadas caractersticas nutricionais, nos diversos guanos. Com o tempo, o guano se combina de vrias formas com a rocha e os mineiras do alicerce de sua regio. Ultimamente, minerais podem ter sido depositados em camadas de guano sob uma variedade de formas. Minerais que foram dissolvidos com a filtragem da gua, atravs de poros de rocha no teto, podem fortificar os depsitos de guano, medida em que a gua goteja pelas fendas na rocha da caverna. Nelas, onde a gua passa pelo guano, elementos solveis so retirados, fazendo com que a composio do guano se altere de vrias formas.

    Alm dos minerais depositados no guano por lixiviao, outro fator na composio do guano ocorre com a enorme quantidade de partculas que se desprendem do teto e paredes da caverna, onde dormem e hibernam os morcegos. Com a queda de seu excremento lquido entre paredes sob alta presso, combinado a presena fsica dos morcegos, que constantemente voam pela caverna, ambos contribuem para causar eroso. Reaes qumicas ocasionadas pelo escremento do morcego (assim como diversos processos naturais que ocorrem na caverna), tambm trabalham para a quebra do teto e paredes. Todos esses fatores resultam em uma chuva invisvel e momentnea de partculas slidas minerais. Todas essas partculas minerais so misturadas a abundante quantidade de excremento de morcego (e outras matrias) depositadas ao cho. Como resultado, guano de morcego possui uma ampla gama de fonte, imediatamente disponveis s plantas, chamados de quelatos.

    Outro grande componente de depsito de guano de morcego so os microorganismos que trabalham no processo de decomposio. A sua funo principal acelerar o processo da quebra de matria orgnica no guano. Essas bactrias benficas trabalham para aumentar o teor de elementos essenciais no guano, bem como podem prover os seus prprios benefcios ao solo, ao agir como inoculantes.

    Uma vez depositado o guano de morcego, inicia-se um interminvel processo de transformao. De depsitos frescos, o nitrognio o elemento essencial que normalmente primeiro liberado. Ele parcialmente amnia, com caracterstico cheiro forte, sendo onipresente em guano fresco. O restante do nitrognio se oxida e forma nitratros, que so frequentemente dissolvidos e lixiviados pela gua. O fsforo contido no guano oriundo, em partes, do excremento do morcego, porm, geralmente vem de restos de esqueleto (e tambm de elementos minerais contidos na caverna). medida em que envelhecem, vrios processos de decomposio trabalham para concentrar os nveis de fsforo nos depsitos de guano, proporcionando um dos guanos mais ricos para cultivadores. Potssio frequentemente o ltimo dos representantes dos trs macroelementos essenciais, devido a solubilidade de seus componentes, os quais so comumente lavados dos depsitos de guano, atravs de processos naturais.

    Durante a decomposio, a proporo atual dos diferentes componentes frteis do guano sealteram. Conforme o guano se quebra, os nveis de matria orgnica, nitrognio e potssio ir reduzir. Ao mesmo tempo, os nveis relativos a clcio, fosfatos, areia e barro, iro se elevar. O excremento atual e os restos de morcego so as principais fontes dos principais elementos, nitrognio, fsforo e potssio. Os componentes orgnicos no excremento contm enxofre, fsforo e nitrognio. Aps decomposio e oxidao, eles se combinam e formam cidos sulfrico, fosfrico e ntrico.
    Com o passar do tempo, esses cidos reagem com elementos minerais de rochas na caverna para formar uma variedade de sais minerais incluindo sulfatos, fosfatos e nitratos. A lixiviao retira a maioria dos componentes, incluindo nitratos, sdio e potssio. Ao mesmo tempo, os sulfatos e fosfatos insolveis so criados em largas propores. Isso inclui fosfatode clcio, fosfato de ferro, fosfato de alumnio e sulfato de clcio.

    Como j dito, guano de morcego um fertilizante ecolgico, obtido naturalmente de excrementos e restos fsicos de morcegos que habitam cavernas. Esse produto rico em nutrientes, superando a todas os outros fertilizantes orgnicos com um maior equilbrio de nutrientes essenciais (N-P-K), com o bem estar de micro organismos e com nveis bem mais elevados de matria orgnica. Sua composio qumica e biolgica varia de acordo com o hbito alimentar dos morcegos, com o tipo de caverna, com a idade do guano, etc.

    Uma grande variedade de anlises agroqumicas tm sido feitas em guano de morcegos no transcorrer dos anos. Todas as diferentes anlises demonstram que o contedo de nutrientes e microorganismos em guanos de morcego so elevados, mas variam de acordo com o tipo de guano. Devido a decomposio qumica, fsica e biolgica do guano de morcego (e outros fertilizantes orgnicos), ele naturalmente ir variar, sendo impossvel delimitar um valor especfico para cada nutriente. A tabela abaixo foi extrada de pesquisas na Internet, sendo um resumo da variedade de resultados obtidos atravs de anlises com guano de morcego.


    Fonte: Malagn, Pez Omar janeiro, 2004




    Total de Nitrognio (N) 1.00-6.00%

    xido Fosfrico (P2O5) 1.50-9.00%

    xido Potssico (K2O) 0.70-1.20%

    xido de Clcio (CaO) 3.60-12.0%

    xido de Magnsio (MgO) 0.70-2.00%

    Ferro (Fe) 0.70-1.50%

    Cobre (Cu) 0.20-0.50%

    xido de Mangans (MnO) 0.40-0.70%

    Zinco (Zn) 0.40-0.65%

    Sdio (Na+) 0.45-0.50%

    Matria orgnica (OM) 30-65% pH (in H2O) 4.3-5.5

    Taxa C/N 8-15/1

    Umidade (Hy) 40-30%

    Extrato hmico total 25-15.00%

    Flora microbiana 30 - 45x107 u.f.c./ gr




    Observao: Esses valores nem sempre so uniformes, mas estabelecem informaes teis para clculo de dosagem de nutrientes ou microorganismos e anlise de propriedade fsicasde produtos para uso em agricultura ou industrial. Esses indicativos so para guano intermedirio, em estado natural de transio entre guano fresco, envelhecido e fossilizado.

    Fonte: Malagn, Pez Omar janeiro, 2000


    Guano de aves martimas contm uma percentagem equivalente de nutrientes vegetais, ajuda na fixao de particulas no solo, de nitrognio e aumenta grandemente as bactrias benficas. Um grande conjunto de nutrientes, com uma baita histria. O mais famoso de todos os guanos martimos, foi usado pelos Incas. Na verdade, a palavra guano de origem Quichua, lingua oficial da civilizao Inca, que significa o excremento de aves martimas.

    O guano era coletado nas ilhas com menos chuva e na Costa do Per, onde as condies ambientais, garantem a mnima perda de nutrientes. Guano de aves martimas pode ser utilizado como reforo ao solo ou como ch, a 1-2 colheres de sopa por galo. Por conta de seu NPK equilibrado, seus nutrientes so em mdia 10-10-2.5, podendo ser usado como base para o ch, durante o cultivo.

    (http://www.cannabiscafe.net/foros/sh...-Guia-do-Guano )





    Farinha de osso,sangue e carne
    - a partir do processamento de ossos e vsceras de animais






    Melao de cana - http://www.cannabiscafe.net/foros/sh...C3%A7o-de-Cana




    Melao um adocante, um rgido suco criado pelo processamento de ambos aucares provenientes da beterraba ou da cana de aucar. Dependendo da definio empregada, Sorgo Doce tambm se qualifica como melao, embora tcnicamente seja um adocante mais similar ao adocante de carvalho silvestre do que ao melao. A categoria e o tipo de melao depender da maturidade da cana de aucar ou da beterraba e do mtodo de extrao empregado.


    Os diferentes melados possuem nomes como: primeiro melao, segundo melao, melao sem enxofre, melao com enxofre e melao de cana de aucar escuro (ou melado de cana de aucar escuro). Para jardineiros, o adoante pode funcionar como fonte de carboidratos para alimentar e estimular microorganismos.


    Contm Potssio (NPK mdio em 1-0-5), enxofre e vrios micro nutrientes que servem para aperfeioar o solo.

    Melao ainda um excelente agente quelato.


    Diversas categoria e tipos de melao so produzidos atravs do processamento da cana de aucar. Primeiro as plantas so colhidas e desfolhadas , da geralmente a cana esmagada ou triturada para se extrair o suco do aucar. A produo do aucar tem seu incio atravs dafervura do suco da cana de aucar at que se chegue a consistncia apropriada, s entao ser processada em extrato de aucar.

    Essa primeira fervura produz o que chamado de melao, ela possui o mais alto contedo em melao por que relativamente pouco aucar foi extraido do suco. Cana de aucar ainda verde tratada com enxofre durante o processo de extrao do aucar chamada de melao com enxofre.

    O suco de cana de aucar madura que foi clarificada e concentrada produz melao sem enxofre. Uma outra fervura e extraode aucar produz o segundo melao o qual um pouco mais amargo ao paladar.

    Mais algumas rodas de processamento e fervura resultar em um melado de cor escura o qual o tipo de melado mais nutritivo. comumente utilizado como adoante para gado e outros tipos de animais, sendo ainda vendido como suplemento alimentar para humanos. Qualquer tipo de melado ir funcionar visando os benefcios para o solo e para plantas em crescimento, mas o melado de cana de aucar escuro a melhor escolha por conter maiores ndices de enxofre, ferro e micro nutrientes provenientes do material da cana








    Chs de guano, melao e alfafa(palha)




    1 galo dgua;

    1 colher de sopa de Gauno (para florao, o guano de morcego da Indonsia para um uso genrico, seria Peruvian Seabird Guano, ou, Guano Martmo Peruano;

    1 colher de ch de melao escuro de cana de aucar.


    Misturamos os ingredientes diretamente gua e permitimos que o ch fermente por 24 horas. melhor que uma bomba de aqurio seja usada para aerar o ch, mas uma ocasionalmisturada pode ser suficiente para produzir um ch de qualidade.

    Ns lhe daremos uma sugesto de uma rdua experience pessoal, certifique-se de que o recipiente esteja firme ao misturar o ch, caso opte por usar o mtodo de mistura ao invs da bomba de aqurio. Ninguem ir apreciar a experincia de derramar milkshake de merdaao redor do quarto. Alguns cultivadores usam a tcnica de colocar o guano em uma bolsa outravesseiro e depois amarr-lo com nylon, mergulhando- o em seguida agua. Entretanto, ns cremos que os compostos materiais orgnicos contribuem para o aperfeicoamento do solo, logo, obtemos todos os seus benefcios com o primeiro mtodo.

    Ns ainda usamos melao para enriquecer o ch de Alfafa. Nossa receita padro a seguinte:

    4 gales de gua;

    1 copo (236 ml) de alfafa;

    1 colher de sopa de melao escuro de cana de aucar.

    Aps 24 horas de fermentao, essa base 100% composta de fertilizantes est pronta para ser aplicada. Alfafa um grande alimento orgnico para plantas, apresentando diversos benefcios que vo alm do N-P-K, contribuindo para a mistura de solo ou para o ch

    A receita do ch de Alfafa descrito por ns pode ser usada para umedecer o solo e tambem como nutrio foliar. E nutrio foliar o ltimo uso do melao que gostaria de detalhar. Nutrio foliar, para os desfamiliarizados, a simples arte de usar o spray como forma de enviar nutrientes diretamente planta, a qual os absorve no momento em que utiliza seus poros de respirao. de longe o mtodo mais rpido e mais eficiente de se corrigir deficincias nutricionais, atuando como parte importante na caixa de ferramentas do cultivador.





    "Super soil" orgnico( com fotos e videos seguir o link)


    "Super soil" orgnico.. conhecem? - Pgina 2
    http://www.cannabiscafe.net/foros/sh...=1#post3580457






    " hora do ch! O que Ch Composto? O Ch composto tornou-se cada vez mais popular nos ltimos anos como parte de um programa do agricultor. Na verdade, o detentor do recorde mundial atual em produo foi cultivado utilizando esta tecnologia. Eu gostaria de aproveitar esta oportunidade para discutir os diferentes tipos de chs de compostagem e partilhar alguns dos conhecimentos que adquirimos na indstria nos ltimos 5 anos. Vamos comear por olhar para alguns dos diferentes tipos de chs que voc pode fazer para suas plantas:



    Ch de planta - As plantas so embebidas directamente em gua por um longo perodo de tempo. Composto no est envolvido, e qualquer bactria ou fungos na superfcie da planta sero extrados. Pode conter alguns nutrientes solveis.



    Ch de estrume
    - Normalmente estrume colocado em um saco permevel (estopa) em um balde ou tambor e deixa-se de molho por um perodo (alguns dias) de tempo prolongado. Composto no est envolvido, e ser dominada por organismos anaerbicos (bactrias e ciliados). Patgenos estaro presentes na maioria dos casos, e pode queimar a superfcie das folhas das plantas. Este ch ir conter alguns nutrientes solveis, mas tambm podem conter antibiticos e hormnios de crescimento como a tetraciclina, que no so quebrados durante o processo de compostagem.



    Ch "Adormecido" - Estes chs so normalmente anunciados como chs instantaneos de compostagem. Organismos especficos so cultivados ou extrados da compostagem e, em seguida, colocado em um estado dormente. Mesmo com centenas de espcies diferentes, no ir conter sequer 1% da diversidade ou as quantidades que voc encontraria em ch composto corretamente arejado. Estes chs podem ser teis em certos casos quando se deseja combater certas doenas e conhecer o micrbio correcto que foi documentado para prevenir ou suprimi-lo (por exemplo, Trichoderma).



    Composto Lixiviado
    - Este ch por vezes referido como "ch de minhoca", porque o lquido que lixivia para fora da base de caixas de minhocas ou pilhas de composto durante o processo de compostagem. O Comsposto Lixiviado ser composto principalmente de nutrientes solveis, mas ir conter uma pequena quantidade de biologia. Isso pode servir como um substrato de boa comida para a biologia em seu solo.



    Extrato de compostagem
    - extrato de composto onde os microorganismos so eliminados do agregado do solo, utilizando gua e extrado em forma lquida. Este processo ir conter biologia boa para encharcar o solo, e podem ser feitas muito rapidamente, uma vez que no requer um processo de fermentao. Isto, contudo, requere uma grande quantidade de composto em relao ao produto final lquido, e usado principalmente em grandes produes comerciais.



    Ch Composto No-aerado
    - Este o ch onde o composto colocado em um recipiente com gua e alimentos so adicionados para os micrbios. O ch ento agitado ocasionalmente ou mexido com uma colher e deixa-se sentar por um perodo de tempo. Estes chs podem ou no produzir resultados benficos e poderia prejudicar suas plantas, dependendo do organismos anaerbicos em seu composto de partida.



    Ch Composto Arejado (AACT ou ACT) - Similar ao ch acima, esse processo envolve a adio de oxignio para o ch e uma fonte de alimento para a biologia no composto. Criando condies ideais para os micrbios aerbicos, AACT permite multiplicar a biologia no composto de partida por mais de 10.000 vezes. Muitos patgenos de plantas so anaerbias e preferem baixa a nenhuma condio de oxignio. Certificando-se o ch eo composto em si so bem oxigenados e altamente aerbicos, voc pode, potencialmente, eliminar 75 por cento do potencial de plantas bactrias causadoras de doenas e de produtos txicos para plantas. Durante os ltimos cinco anos, AACT se tornou o padro na indstria de orgnicos em relao aos chs de compostagem. actualmente a ser utilizado por campos de golfe, vinhas, agricultores e proprietrios de imveis como meio de cultivo de plantas mais saudveis.





    Aqui est uma lista de alguns dos benefcios:




    Ch composto foi mostrado para ajudar na doena de supresso (pythium, phytopthera, odio, fusarium, etc) quando aplicada como um spray foliar e banhado no solo.
    Ajuda a estender o sistema de razes
    Aumenta a reteno de gua e nutrientes
    100% seguro e natural
    Cria plantas mais saudveis
    Ajuda a repartio de toxinas no solo e nas plantas
    Melhora o sabor de frutas e legumes
    Reduz ou elimina a necessidade de pesticidas qumicos, herbicidas e fertilizantes
    Ocupa o espao em torno dos locais de infeco para organismos causadores de doenas que no conseguem competir com os organismos benficos em simbiose nos tecidos da planta
    No pode ser aplicado em excesso, porque completamente natural e orgnico

    Esses benefcios so atribudos a todos os AACT bem feitos. Se o ch no feito corretamente, voc no ver todos os benefcios listados acima. Vamos dar uma olhada no que vai fazer em qualidade do ch composto aerado:

    1. Bom composto muito importante! Sem a biologia boa no composto, voc realmente no tem chance de ser de alta qualidade do ch. Voc s pode multiplicar o que voc colocou no seu composto, portanto, um bom composto que j foi testado para ter um nmero elevado e uma diversidade de organismos benficos essencial. Um monte de cincia entra em fazer um bom composto, e a menos que voc teste seu composto voc realmente no tem idia se o que voc est colocando no seu composto realmente benfico. Ao ajustar o tipo de adubo que voc colocou na compostagem que voc pode controlar se o seu ch vai ser bacteriano ou fngico. Ns usamos uma mistura de trs compostos diferentes (Alaska hmus, vermicomposto, e um composto de fungos composto de materiais lenhosos) para aumentar a diversidade biolgica em nosso chs.

    2. Alimentao fundamental para os microorganismos para que eles possam se reproduzir e crescer em nmeros. O objetivo maximizar a sua sada da biologia benfica, sem dar as bactrias e fungos muita comida que o excesso de reproduo ia provocar que o ch se torne anaerbico. importante que os nveis de oxignio dissolvido fiquem acima de 6 mg / l durante o ciclo da fermentao inteira. Existem muitas receitas diferentes por a, cada um dos quais lhe dar a biologia diferente no final e alguns so muito melhores do que outros. importante ver os resultados do laboratrio da receita que voc usa para se certificar de que voc est realmente a maximizar seu produto final.

    3. Oxignio! Se voc no est enviando oxignio suficiente no ch, ento o ch vai ficar anaerbico e voc vai comear a cultivar os "maus" organismos (patgenos como E. coli ou nematides que se alimentam de raizes) que pode ter existido em seu composto original. Se o seu ch tem oxignio suficiente fica aerbico durante o ciclo de fermentao inteiro, o que voc ter no final ser a biologia boa que voc deseja para suas plantas. Alm dessas variveis, outras coisas a considerar so a elevao, temperatura, tempo de preparao, e qualidade da gua.

    Todas estas variveis ​​podem ter um impacto significativo sobre o seu ch final. Com elevao significativa, pode ser necessrio aumentar o tempo de preparao, devido ao menor teor de oxignio no ar. Com temperaturas elevadas, onde a temps de gua so de 32C graus ou superior, voc vai querer encurtar o ciclo de fermentao e, possivelmente, diminuir alimentos que est a usar. Em temps frias, Voc vai querer alongar o ciclo de fermentao para dar os organismos tempo para se reproduzir. No que diz respeito qualidade da gua, fontes diferentes tero diferentes minerais ou contedos qumicos, o que afetar o seu ch final. No caso do cloro ou cloraminas, estes produtos qumicos tero de ser removidos antes da adio do composto para a fermentao.

    O que Ch Composto? por Tim Wilson de http://www.microbeorganics.com

    Ch Composto de forma bem simples um ambiente base de gua onde microorganismos benficos so extrados de composto ou vermicomposto (composto de minhoca) e multiplicado pelos milhes e bilhes. Alguma forma de agitao liberta os micrbios do composto e eles se multiplicam porque o alimento, como o melao de cinta preta, hidrolisado de peixe, farinha de algas, cidos hmicos, etc foi adicionado gua, que pelo menos um tipo de micrbio digere. Quando um ou mais tipo de micrbio comea a se multiplicar em resposta ao alimento, outros micrbios respondem a esse crescimento e comeam a consumir esses micrbios iniciai e multiplicam-se por sua vez e assim por diante e assim por diante. Por exemplo os micrbios iniciais so geralmente bactrias que so alimento para os protozorios se multiplicam do mesmo modo em resposta s bactrias.

    O resultado final um ciclo de alimentao funcional ou ciclo de nutrientes microbiana. Refiro-me a isso como um consrcio microbiano funcional. Este se desenvolve ao longo de um perodo de 12 a 72 horas ou mais e depois aplicado no solo e plantas. No solo h uma srie de organismos que funcionam em, basicamente, o mesmo ciclo de nutrientes e de zona da planta onde habitam. Mais uma vez, simplesmente reconhecido, h substncias liberadas a partir das razes de plantas que bactrias se alimentam (e archaea), mais uma vez as bactrias / archaea tornam-se presa ao protozorios e as substncias excretam protozorios que esto disponveis para as razes como nutrientes (nitrognio, por exemplo) criando assim um ciclo de alimentao.

    Outros microorganismos compostos no solo de grande importncia so os fungos. Hifas fngicas, so longas cadeias ramificadas que crescem atravs do solo e servem para; unir agregados do solo em conjunto, ajudam a reter a humidade, armazenar certos nutrientes, fornecer uma fonte de alimento para certos outros micrbios, fornecer caminhos para a entrega de nutrientes e humidade, decompor o material orgnico e deslocar doenas que causam fungos. Existem tambm outros tipos de fungos que no crescem (a meu conhecimento) em composto ou ch composto que formam uma relao simbitica de troca direta de nutrientes com as razes. Este tipo de fungos chamado de fungos micorrzicos e existem muitas espcies diferentes. Os microorganismos importantes no trabalho em Ch Composto so bactrias, protozorios (flagelados, ciliados e amebas) e hifas fngicas se presente em seu composto. melhor ter uma grande diversidade de cada um desses presentes micrbios.

    Existem organismos de ordem superior como nematides encontrados em composto e no solo e, ocasionalmente, estes so extrados para ch composto, mas eles no crescem nem se multiplicam no ch. Naturalmente no solo h muitos outros contribuintes para o ciclo de nutrientes, como insetos, minhocas e outros animais. Em sua totalidade esta muitas vezes referida como a teia alimentar do solo. Ele continua: Toda a vida um ciclo de nutrientes simbitica mesmo at os microorganismos contidos em nosso intestino, que nos ajudam a digerir certos alimentos. Vida, o consumo, excremento, morte, decomposio, vida. Voc o que voc come e o mesmo se aplica para as plantas. Foi descoberto que o ch composto aerado ajuda a garantir a multiplicao de micrbios na maior parte aerbica, que so mais desejveis ​​neste aplicativo. Mais a aerao fornece a agitao necessria para desalojar os micrbios do composto. Portanto, a maioria das mquinas de Ch Composto ou cerveja, como so vulgarmente conhecidos, envolvem a introduo de ar na gua e adubo. Muitos utilizadores de Ch Composto e os produtores j comearam a estudar as suas "cervejas" com microscpios para ver os micrbios presentes. Isso garante que eles tm os micrbios desejados na quantidade certa e diversidade antes de aplicar o ch para o solo e plantas. Estou bastante esperanoso se no for certo que no futuro, quando algum comprar um cervejeiro Compost Tea que o kit vai incluir um microscpio. a identificao do que est acontecendo neste universo minsculo onde eu encontro a minha vocao. H muito mais, mas aqui o fim:



    Usando Ch Composto:

    O uso do ch de composto (CT) uma das melhores maneiras de inocular o solo com os micrbios benficos que voc deseja ter para uma ptima sade de suas plantas. Tambm bom se o seu fornecimento de composto ou vermicomposto limitado, j que multiplica os micrbios, aos milhes. Lembra-se dos protozorios que mencionei anteriormente? Bem, voc pode fermentar um ch composto aerado especificamente para ter uma grande populao de protozorios, normalmente a maioria flagelados. Se voc tem um composto de qualidade boa ou vermicomposto, os protozorios j estaram presentes, muitas vezes em um cisto de descanso.

    Se voc tiver uma "cerveja" aerada eficiente voc pode muito bem contar com um alto flagelado (protozorios) populao juntamente de bactrias / archaea e hifas fngicas (no micorrizadas) em 36-44 horas de fermentao (18 a 22 graus C). Se voc tiver um microscpio voc pode examinar o CT periodicamente para ter certeza de que a populao microbiana tima. O uso do ch composto aerado tambm oferece a oportunidade de manipular populaes microbianas para fins especficos, utilizando vrias receitas e os tempos de fermentao. Voc vai desejar ter altos nmeros de bactrias ou fungos para controle patgeno/doenas ou ter o controle do solo ou plantas que exigem um maior populao de um tipo microbiana.

    Eu tenho muito a aprender ainda acerca de espcies de fungos que podem crescer no ch composto assim at que eu identifique todas as espcies que ocorrem estou cauteloso sobre alguns dos truques utilizados para estimular o crescimento hifas fngicas em composto. O melhor contar sempre com composto de boa qualidade e com vermicomposto com quantidades ocorrentes naturais de espcies de fungos e esporos micorrzicos e uso conhecido de cogumelos no solo.

    Voc pode manter o ch vivo por longos perodos, adicionando mais melao para alimentar as bactrias benficas, mas eles so mais utilizados recentemente feito 48-72 horas aps o incio da formao de bolhas.


    O que um ch composto?

    Um ch composto um extrato lquido aerobicamente fabricado feito a partir de alimentos de qualidade microbiolgica. Quando um ch preparado corretamente, ele contm apenas organismos benficos e nutrientes que so essenciais para o solo e para o bem estar das plantas . Uma vez que a MJ normalmente um "nutrient hog" (no sei o que ele quiz dizer com isto :s) um dos sistemas de entrega mais eficaz disponvel para ns. Pode ser aplicado de vrias maneiras. Vou abordar isso no artigo.


    Benefcios do uso de um ch aerobicamente fermentado so:


    1. Ele melhora a estrutura do solo.

    2. Ele ajuda a ajuda na reteno de nutrientes.

    3. Auxilia na ciclagem de nutrientes em formas disponveis.

    4. Reduz o estresse da planta devido s condies ambientais.

    5. Organismos causadores de doenas so deslocados pelos organismos bons contidos no ch.

    6. Tem a capacidade de quebrar solos compactados com usos repetidos.

    7. Impede anaerbios (bactrias ruins) Os organismos de habitar o seu solo.

    8. Ch composto trs a micro-biologia de volta para o solo que possamos ter removido por causa de sobrefertilizao de aplicaes de produtos qumicos nutrientes e herbicidas.

    9. Quando aplicada como um spray foliar que cobre a superfcie das plantas e evita material nocivo de atingir a planta, incluindo organismos de doena. Ele ir aumentar o tempo que os estomas esto abertos e permitir que os nutrientes foliares sejam absorvidos pela folhas.

    10. Quando aplicado ao solo, que ir melhorar a estrutura do solo, aumentar a absoro de nutrientes, decompem os poluentes e reduz a utilizao da gua.



    O que necessrio para fazer um ch composto?



    Ch Composto feito com ingredientes diferentes, dependendo do seu mtodo de preparao e os ingredientes disponveis para voc. Minerais, fontes de alimentos, e os cidos hmicos so adicionados para sustentar a populao crescente de micro-organismos.

    Uma rpida viso sobre os materiais:

    Algas - Providenciam todos os oligoelementos extra. Algas podem conter at 70 oligoelementos e um monte de hormnios de crescimento. Algas marinhas so uma fonte de alimento para micrbios benficos fungos do solo. Eu prefiro usar algas em lquido.

    Composto - Fornece a maior parte dos organismos benficos aerbicos (os bons) e nutrientes solveis. Humus sua melhor aposta aqui. Guanos e adubos caem nesta categoria. Voc pode us-los em separado ou em conjunto.

    Melao - Alimenta e gera as bactrias aerbias. Produtos de acar so principalmente de carbono que o que o rebanho micro consome rapidamente. Para prolongar a vida til do seu ch, adicione um pouco mais de melao. Alm de alimentar o rebanho micro, melao fornece uma boa quantidade de minerais tambm. De enxofre um deles, que age como um fungicida natural. O melao tambm um desodorizador natural para o seu ch. Para um ch mais de fungos adicionar menos melao no seu ch aerbico. Voc pode usar aucares ainda mais complexos, amidos e carboidratos, como algas, frutas podres, molho de soja ou outros alimentos de fungos. Substitutos so melao de acar mascavo e xarope de milho.


    Refeio de alfafa, farinha de milho, alimento para o gado, cavalos e alimento para peixes, estes iro fornecer protenas extra e bactrias. Farinha de milho um fungicida natural e fontes de alimento para os fungos benficos no solo. Solo do jardim velho um excelente bio-estimulante. Solos de jardim esto cheios de bactrias aerbicas benficas, fungos e outros grandes micrbios. Uma ainda melhor seria solo da floresta, tambm conhecido como hmus da floresta. Voc pode esperar diferentes nveis da populao microbiana em seu ch com base em tempo, clima, temperatura, estaes, etc No vero voc pode esperar que seus chs fermentem mais rpido e chegam ao seu melhor nvel microbiano mais rpido do que no tempo mais frio. Tambm os odores do ch, cor e espuma em cima do ch, varia de acordo com as temperaturas tambm.





    RECEITA de Ch Composto de Tim Wilson de www.microbeorganics.com



    Converso de medidas:

    1 galo = 16 chavenas = 256 colheres de sopa = 3.78541178 L
    1 chavena (cup) = 0.236588 L
    1 colher de sopa = 1 US Teaspoon = 4.92892159 mililitros



    2,38% por volume ou compostagem vermicompostagem (Humus de Lombriz) por galo = 0,38 xcaras ou cerca de meio copo ou no mximo cerca de 2 chvenas em max 5 gales (18,9L).

    0,5-0,75% em volume de melao por galo = 1,28-1,92 colheres de sopa por galo. 0,75% o mximo que eu uso. uma boa comida bacteriana e fngica.

    Hidrolisado de peixe 0,063% em volume por galo = 0,16 colher de sopa = 0,479 colheres de ch ou meia colher de ch 0,25% (max)

    kelpmeal (no sei como se chama em portugues e o tradutor tambm no lol mas uma expcie de extracto de algas marinhas) em volume por galo = 0,64 colher ou meia colher de sopa

    Aqui est uma lista de materiais que voc vai precisar:

    1. Um balde de 1 ou 5 gales, eu uso um balde de 5 gales (18,9L).
    2. Bomba do tanque de peixes e uma pedra de ar.
    3. Um par de meias velhas ou saco com rede tipo ch.
    4. Algum tipo de dispositivo de medio ... colher e copo de medio (um que l ml ou onas).
    5. Composto de qualidade e aditivos lquidos.

    Assim que juntar todos os seus materiais utilizveis ​​que voc est pronto para comear. Primeiro, tirar e encher o recipiente de agua at cima. Deix-lo borbulhar por 48 horas para garantir que todo o cloro evaporado. Eu chamo isso de gua "morna". Uma vez que este procedimento est completo voc est pronto para adicionar o seu material orgnico. Agarre na meia e ponha os materiais que voc opte por usar. Coloque a meia com o material orgnico no recipiente e agite-a vigorosamente. Aps cerca de 24 horas voc ver comear a formar espuma no topo da soluo. Isso permitir que voc saiba que a populao de micro-bactrias benficas esto comeando a procriar. Continuar a fermentar por mais 24 horas. Uma vez que este processo estiver completo, voc ter uma alimentao foliar excelente ou um fertilizante para o solo.

    Aqui est uma receita de ch bsico mais especifico para as nossas Marias:

    Guano Ch de Kelp:
    Mistura de ch de idade nutrientes para plantas com menos de 1 ms
    5 colheres Melao preto
    1 chavena hmus de minhoca
    1 chavena para 5 gales (18,9L) de gua 3 rega.

    Mix-vegetativo
    1 / 3 chavena Guano Peruano de Aves Marinhas (PSG)
    1 / 3 Chavena de Alto N de Guano de Morcego (mexicana)
    1 / 3 chavena de Humus de minhoca (EWC)
    5 colheres Maxi-colheita 1-0-4 extrato de alga marinha em p 5 colheres Karma lquido (opcional)
    5 colheres Melao preto
    @ 1-cup mix / 5 gales de gua 3 rega.

    Mix-Florescimento de ch de nutrientes:
    2 / 3 chavena Guano Peruano de Aves Marinhas
    2 / 3 chavena de humus de minhoca
    2 / 3 chavena de Guano com alto P (indonsio ou jamaicano)
    5 colheres Maxi-colheita 1-0-4 extrato de alga marinha em p ou lquido
    5 colheres Melao preto
    Diluir, se necessrio. Geralmente, de 2 a 3 chavenas por 5 galoes de gua em cada rega.

    Cada mix nico. Use seu melhor julgamento sobre as quantidades e os ingredientes. Lembre-se, o ch pode ser to verstil como voc deseja que ele seja. Seja criativo. Suas plantas vo te adorar por isso. "




    CH DE URTIGA( seguir o link)



    "Super soil" orgnico.. conhecem? - Pgina 2
    http://www.cannabiscafe.net/foros/sh...nico-conhecem?
    p=3580457&posted=1#post3580457
    Imgenes Adjuntadas
    ltima edicin por Foxyhaze; 10/03/2013 a las 19:53

  30. Los siguientes 3 Usuarios dan las gracias a Foxyhaze por este Post:

    ambrosio99 (28/01/2013), growbloom (25/07/2014), Neeptunus (25/11/2012)

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