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Tema: Composto,nutrientes ,gua,insetos e fungos: Guia e tcnicas de cultivo biolgico

  1. #46
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    Re: Compostagem simples,solo e substrato, noes e tcnicas de cultivo biolgico

    AINDA SOBRE O ESTRUME








    Prados, vacas e estrumes
    fonte http://ambio.blogspot.in/2010/05/pas...-estrumes.html



    " Cato o Censor [234-149 a.C.], diz-nos Columella [ Res Rusticae II, 16, 2], enumerava numa passagem hoje perdida dos seus escritos, as seguintes vantagens para os prados: 1) o mau tempo afecta-os menos do quea outras partes do campo, 2) necessitam de um investimento [de manuteno] mnimo, 3) produzem ganhos todos os anos. Columella refere ainda que a palavra prado significa sempre pronto, e que os prados eram mais considerados do que a terra arvel no modelo de explorao agrcola pugnado por Cato, h mais de 2000 anos!


    Os Scriptores Rei Rusticae desconheciam a lei da conservao das massas de Lavoisier ou os princpios de nutrio de plantas formulados nos meados sc. XIX por von Liebig. Cato valorizava os prados porque estes, alm de serem uma fonte fivel da energia que pe em marcha o carro e o arado, eram uma pea determinante nos sistemas de restituio da fertilidade dos solos agrcolas. O mecanismo da restituio da fertilidade dos solos agrcolas conceptualmente muito simples.

    A manuteno da produtividade dos sistemas agrcolas depende da reposio d os nutrientes por exemplo o azoto e o fsforo consumidos pelas plantas cultivadas, e exportados dos solos agrcolas no interior dos gros de cereal ou na carne animal. Sem nutrientes as plantas no crescem, e no produzem; se as perdas de nutrientes so maiores do que os ganhos o solo esgota-se e a produo de alimentos desaba. Os nutrientes eram um recurso escassssimo nas sociedades orgnicas (muitos servios pagavam-se com carros de estrume ou com direitos de pasto). Consequentemente, a restituio da fertilidade do solo era (e ser sempre) a chave da produtividade dos sistemas orgnicos de agricultura.


    Antes da generalizao do uso de adubos qumicos, a reposio dos nutrientes fazia-se recorrendo aos resduos das culturas (quanto mais resduos permanecessem no solo melhor), a estrumes (mais ou menos enriquecidos com resduos de origem diversa) e ao enterramento em verde (siderao) de leguminosas.

    Os estrumes eram um produto animal to importante como a carne, o leite, a l, o couro ou a traco. A produo de estrumes depende do consumo de erva. Quanto mais erva, maior o nmero de herbvoros domsticos e maior a produo de estrumes. Nos sistemas tradicionais de agricultura da montanha nordestina uma vaca produzia ca. de 15 t estrume/ano e 1 ha de centeio consumia ca. 15 t de estrume, que por sua vez sustentava ca. de 1,5 pessoas. Por conseguinte, quanto maior a rea de pasto, e a sua produtividade, maior era a produo de alimentos vegetais, e maior densidade populacional de humanos.
    A criao de animais,e o consumo de carne, no so uma inveno moderna. A componente animal (e implicitamente o consumo de carne) indispensvel no desenho de sistemas sustentveis de agricultura.

    As leguminosas pratenses e forrageiras foram to importantes como o carvo na gnese da revoluo industrial em Inglaterra, no sc. XVIII. A incorporao de trevos nas rotaes trienais herdadas da Idade Mdia aumentou os imputs de azoto no solo, a produo de pasto e fenos e a produo de estrumes. Por esta via (mas no s) os trevos incrementaram a produtividade do trabalho agrcola e a disponibilidade detrabalho para a industria. "Carvo, trevos e proletrios", poderia ser este o ttulo de um livro sobre a revoluo industrial.

    Os servio de regulao do ciclo de nutrientes prestado pelo tandem pastagem-animal pouco valorizado nas sociedades industrializadas. Para alm de sustentarem a produo animal, e de servirem de refgio a plantas e animais de elevado valor conservacionista, a restaurao da fertilidade qumica e fsica dos solos degradados pela cerealicultura, e a sequestrao de carbono so os servios ecossistmicos prestados pelosprados de maior valor social na actualidade. No entanto, estou seguro que a funo de colector de nutrientes no passado desempenhada pelas pastagens ser, mais tarde ou mais cedo, recuperada. A escassez energtica, e a depleo das reservas globais de fsforo a isso obrigaro. "
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    ltima edicin por Foxyhaze; 10/03/2013 a las 18:59 PM

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    bluethor (24/02/2013), caixaverde (22/11/2012), cereija (23/10/2013), Dika (27/03/2013), growbloom (25/07/2014), luggod (02/12/2012), Neeptunus (25/11/2012), Sr. K (23/11/2012), TaoGodNature (07/06/2013), Tommy_Joao (22/01/2014)

  3. #47
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    Re: Compostagem simples,solo e substrato, noes e tcnicas de cultivo biolgico

    CLIMA DE PORTUGAL CONTINENTAL





    A anlise espacial baseada nas normais de 1961/90 mostra a temperatura mdia anual a variar entre cerca de 7C nas terras altas do interior norte e centro e cerca de 18C no litoral sul. Com base nos mesmos dados mostra-se que a precipitao mdia anual tem os valores mais altos no Minho e Douro Litoral e os valores mais baixos no interior do Baixo Alentejo.



    Classificao de Koppen



    A classificao principal de Koppen divide o clima da Terra em 5 regies:

    *. Clima Tropical Hmido;

    *. Clima Seco;

    *. Clima Temperado com Inverno suave;

    *. Clima Temperado com Inverno rigoroso;

    *. Clima Polar.




    A classificao baseada, com exceo do Clima Seco, nas temperaturas mdias de cada regio. O Clima Seco definido com base na precipitao e evapotranspirao da regio. Cada um destes tipos de clima divide-se ainda em sub-climas, tendo em conta a precipitao.
    O clima de Portugal Continental, segundo a classificao de Koppen, divide-se em duas regies: uma de clima temperado com Inverno chuvoso e Vero seco e quente (Csa) e outra de clima temperado com Inverno chuvoso e Vero seco e pouco quente (Csb).


    Fonte https://www.meteo.pt/pt/areaeducativ....pt/index.html





    O clima em Portugal temperado(mediterrnico) , Csa no sul e Csb no norte , de acordo com a classificao climtica de Kppen-Geiger .

    Portugal um dos pases europeus mais amenos: a temperatura mdia anual em Portugal continental varia dos 13 C no interior norte montanhoso at 18 C no sul , na bacia do Guadiana .

    Os Veres so amenos nas terras altas do norte do pas e na regio litornea do extremo norte e do centro .

    O Outono e o Inverno so tipicamente ventosos, chuvosos e frescos, sendo mais frios nos distritos do norte e central do pas, nos quais ocorrem temperaturas negativas durante os meses mais frios.
    No entanto, nas cidades mais ao sul de Portugal, as temperaturas s muito ocasionalmente descem abaixo dos 0 C , ficando-se pelos 5 C na maioria dos casos. Normalmente, os meses de Primavera e Vero so ensolarados e as temperaturas so altas durante os meses secos de Julho e Agosto, podendo ocasionalmente passar dos 40 C em boa parte do pas, em dias extremos, e com maior frequncia no interior do Alentejo . No Vero as temperaturas podem mesmo subir at aos 50 C como est documentado num estudo climatolgico realizado recentemente, por exemplo no Parque Arqueolgico do Vale do Ca , no vale do Douro . Em algumas regies, como nas bacias do Tejo e do Douro , as temperaturas mdias anuais podem chegar a atingir os 20 C .

    Alegadamente, o maior valor da temperatura mxima do ar de 50,5 C foi registada em Riodades , So Joo da Pesqueira (este dado carece de validao, e bastante duvidoso).

    A precipitao total anual mdia varia de pouco mais de 3000 mm nas montanhas do norte amenos de 600 mm em zonas do sul do Alentejo . O pas tem volta de 25003200 horas de sol por ano, e uma mdia de 46 horas no Inverno e 1012 horas no Vero , com valores superiores no sudeste e inferiores no noroeste .

    A neve ocorre regularmente em quatro distritos no norte do pas ( Guarda , Bragana , Vila Real e Viseu ) e diminui a sua ocorrncia em direco ao sul , at se tornar inexistente na maior parte do Algarve . No Inverno , temperaturas inferiores a -10 C e neves ocorrem com alguma frequncia em pontos restritos, tais como a Serra da Estrela , a Serra do Gers e a Serra de Montesinho , podendo nevar de Outubro a Maio nestes locais.

    Os arquiplagos da Madeira e Aores tm uma faixa mais estreita de temperatura, com temperaturas mdias anuais que excedem os 20 C , de acordo com o Instituto de Meteorologia , na costa sul da ilha da Madeira . A precipitao total anual mdia no territrio continental varia de pouco mais do que 3000 mm nas montanhas do norte , at menos de 300 mm na regio do vale do Massueime , prxima de Vila Nova de Foz Ca na bacia hidrogrfica do Douro .
    Na Montanha do Pico , nos Aores , fica o local mais chuvoso de Portugal, atingindo os 6250 mm num ano, de acordo com o IM ( Instituto de Meteorologia ). As ilhas dos Aores situam-se na dorsal meso-atlntica ao passo que as ilhas da Regio Autnoma da Madeira foram formadas pela actividade de um ponto quente , de forma semelhante s ilhas do Havai . Algumas ilhas tiveram recentemente actividade vulcnica , a mais conhecida, ocorreu em 1957 .
    Tanto as ilhas dos Aores como a da Madeira tm um clima temperado , mas existem diferenas entre as ilhas, principalmente devido a diferenas na temperatura e precipitao .
    As ilhas dos Aores no tm meses secos no Vero , logicamente um clima temperado martimo em que segundo Kppen-Geiger ( Cfb ) h uma ausncia de meses secos no Vero . Na vertente norte da ilha da Madeira apresenta-se um clima ocenico , enquanto que a vertente sul tem um clima mediterrnico , com maior humidade do que num clima mediterrnico tpico, mas com menos humidade do que na vertente norte da ilha . As Ilhas Selvagens , que se incluem no arquiplago da Madeira , tm um clima desrtico ( BWh )com uma precipitao total anual mdia de cerca de apenas 150 mm (5,9 pol. ). As temperaturas mdias superfcie do mar nestes arquiplagos variam dos 16 C 18 C , no Inverno , aos 23 C 24 C , no Vero , atingindo ocasionalmente os 26 C .

    Figura 1 - Temperatura mdia anual
    ltmedanual196190logob_w.jpg
    Figura 2 - Precipitao acumulada anua
    attachment.php(5).jpg
    Figura 3 - Classificao principal de Koppen.
    attachment.php(6).jpg
    Figura 4 - Clima de Portugal Continental, segundo a classificao de Koppen
    attachment.php(7).jpg
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    ltima edicin por Foxyhaze; 10/03/2013 a las 19:01 PM

  4. Los siguientes 9 Usuarios dan las gracias a Foxyhaze por este Post:

    Del_rio (13/01/2013), DRKpjc (26/11/2012), growbloom (25/07/2014), luggod (02/12/2012), Neeptunus (25/11/2012), pedrow (10/05/2013), TaoGodNature (07/06/2013), Tommy_Joao (22/01/2014), W1CK (26/11/2012)

  5. #48
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    Re: Compostagem simples,solo e substrato, noes e tcnicas de cultivo biolgico

    AGRICULTURA EM PORTUGAL







    Espao Rural e Espao Agrrio



    O Espao Rural ocupa uma parte significativa do territrio portugus e nele se desenvolvem as actividades agrcolas, mas tambm outras, como o artesanato, o turismo e a produo de energias renovveis. Dentro deste, existe o Espao Agrrio cujas reas esto ocupadas com a produo agrcola (vegetal e animal), pastagens e florestas, habitaes dos agricultores e, ainda, infra-estruturas e equipamentos associados actividade agrcola. Dentro do Espao Agrrio, e consequentemente do Espao Rural, existe o Espao Agrcola cuja rea utilizada para a produo vegetal e/ou animal.

    A importncia da agricultura para a economia nacional. Em Portugal, a agricultura uma actividade econmica cuja contribuio para a criao de riqueza expressa, por exemplo, no Produto Interno Bruto e no Valor Acrescentado Bruto, tem vindo a decrescer. Deve-se essencialmente, ao desenvolvimento das actividades dos sectores secundrio e tercirio, cuja participao aumentou muito e tende a crescer, sobretudo a do sector tercirio. O sector agrcola, no entanto, mantm ainda algum peso na criao de emprego e detm uma grande importncia na ocupao do espao e na preservao da paisagem, constituindo mesmo a base econmica essencial de algumas reas acentuadamente rurais do pas.





    Relao das caractersticas da agricultura portuguesa com os factores naturais e humanos.



    No nosso pas, o clima um dos factores que mais condiciona a produo agrcola, pela temperatura, mas sobretudo pela irregularidade da precipitao. A existncia de recursos hdricos fundamental para a produo agrcola, pelo que esta se torna mais fcil e abundante em reas onde a precipitao maior e mais regular. Em reas de menor precipitao necessrio recorrer a sistemas de rega artificial. A fertilidade do solo, natural (dependente das caractersticas geolgicas, do relevo e do clima) e criada pelo Homem (fertilizao e correco dos solos), influencia directamente a produo, tanto em quantidade como em qualidade.

    Quando predomina o relevo plano, a fertilidade do solo geralmente maior, assim como a possibilidade de modernizao das exploraes. Se o relevo mais acidentado, a fertilidade dos solos torna-se menor e h maior limitao no uso da tecnologia agrcola e no aproveitamento e organizao do espao. O passado histrico um dos factores que permite compreender a actual ocupao e organizao do solo. Aspectos como a maior ou menos densidade populacional e acontecimentos ou processos histricos reflectem-se, ainda hoje, nas estruturas fundirias (dimenso e forma das propriedades rurais).

    O objectivo da produo outro factor que influencia a ocupao do solo. Quando a produo se destina ao autoconsumo, as exploraes so geralmente de menor dimenso e, muitas vezes, continuam a utilizar tcnicas mais artesanais. Se a produo se destina ao mercado, as exploraes tendem a ser de maior dimenso e mais especializadas em determinados produtos, utilizando tecnologia moderna. As polticas agrcolas so actualmente factores de grande importncia, uma vez que influenciam as opes dos agricultores relativamente aos produtos cultivados.








    Relao entre o tipo de povoamento com as caractersticas naturais (relevo e clima) e o passado histrico.




    O tipo de povoamento disperso encontra-se em zonas como Entre Douro e Minho, Algarve, Madeira e Beira Litoral, visto que um tipo de povoamento comum onde h climas hmidos e plancies. Quanto ao aglomerado (pequenas aldeias prximas) comum em Trs-os-Montes, Beira e Interior e na Serra Algarvia, visto que um tipo de povoamento comum num relevo montanhoso e num clima mais seco. No tipo de povoamento Concentrado (grandes aldeias muito afastadas) est tambm presente um clima mais seco, mas desta vez em plancies como no Alentejo.



    Quanto ao passado histrico, sabemos que o norte foi influenciado por factores como
    :

    O relevo acidentado, a abundncia de gua e a fertilidade natural dos solos;

    O carcter anrquico do processo da Reconquista e o parcelamento de terras pelo clero e pela nobreza;

    A elevada densidade populacional;

    A sucessiva partilha de heranas beneficiando igualmente todos os filhos.


    No sul, o predomnio de grandes propriedades est relacionado com:


    O relevo mais ou menos aplanado, o clima mais seco e a menor fertilidade natural dos solos;

    A feio mais organizada da Reconquista e a doao de vastos domnios aos nobres e s ordens religiosas e militares.





    Dimenso, disperso e formas de explorao.




    A tendncia actual de reduo do nmero de exploraes e, consequentemente, do aumento da sua dimenso mdia. Na Beira Litoral e Entre Douro e Minho predominam as exploraes de pequena dimenso que geralmente correspondem a minifndios. No Alentejo predominam as exploraes de grande dimenso que, outrora, constituam vastos latifndios.

    Nas regies autnomas, domina a pequena dimenso das exploraes, sobretudo na Madeira. Em Portugal, o grande nmero de pequenas exploraes condiciona o desenvolvimento da agricultura, uma vez que limita a mecanizao e a modernizao dos sistemas de produo.

    Quanto disperso, normalmente existe emparcelamentos, blocos ou cooperativas. Suponhamos que havia um senhor que tinha um terreno com 3 exploraes. No entanto o senhor acabava por falecer e era dada uma explorao a cada filho. Mais tarde o filho Y, resolvia vender o seu terreno ao irmo X. Deste modo as exploraes que pertenciam aos filhos X e Y juntaram-se. A isto d-se o nome de emparcelamento. Normalmente acontece devido emigrao, xodo rural ou desinteresse nos terrenos.

    Os blocos so pequenas exploraes que esto rodeadas por outras. Normalmente isto acontece devido as heranas.

    Existe cooperativas quando vrias exploraes com proprietrios diferentes juntam-se mas continuando todos a serem proprietrios. Deste modo tem mais vantagens. Por exemplo:

    Se precisarem de comprar um tractor, compram entre todos e serve para todas as exploraes, enquanto que se cada um comprasse para cada explorao, o tutor acabava por ficar com pouco uso.

    Existem trs formas de explorao, por conta prpria, por arrendamento e por parceria. Quando existe explorao por conta prpria significa que o produtor tambm proprietrio. Esta predominante em todo o pas e habitualmente considerada mais vantajosa.
    O arrendamento quando o produtor paga um valor ao proprietrio da terra pela sua utilizao. Esta forma pode ser desvantajosa, pois os arrendatrios nem sempre se interessam pela valorizao e preservao das terras, preocupando-se mais em tirar delas o mximo proveito durante a vigncia do contrato. Porm, esta forma, pode evitar o abandono das terras, nos casos em que o proprietrio no possa ou no queira explor-las.
    Por fim, existe parceria quando entra em vigor um acordo. Ou seja o que est a explorar a terra, d qualquer coisa ao dono dela.


    SAU ( superficie agricola utilizada)



    A superfcie agrcola utilizada engloba
    :



    Terras arveis ocupadas com culturas temporrias (as que tem que ser ressemeadas com intervalos inferiores a cinco anos) e com os campos em pousio;

    Culturas permanentes plantaes que ocupam as terras durante um longo perodo, como um olival, uma vinha, um pomar, etc.; Pastagens permanentes reas onde so semeadas espcies por um perodo superior a cinco anos, destinados ao pasto de gado;

    Horta familiar Superfcie ocupada com produtos hortcolas ou frutos destinados a autoconsumo.


    Na Beira litoral, as terras arveis ocupam mais de metade da SAU, seguidas das culturas permanentes. As culturas permanentes tm maior importncia no Algarve e na Madeira, onde a produo de frutas e vinho importante. As pastagens permanentes ocupam a quase totalidade da SAL nos Aores, onde as condies climticas favorecem a formao de prados naturais e a criao de gado bovino muito importante, e cerca de dois teros no Alentejo, onde o aumento de pastagens permanentes reflecte o investimento na criao de prados artificiais, com recurso a modernos sistemas de rega, sobretudo para o gado bovino.





    Relao entre a ocupao do solo com as suas aptides e com o tipo de clima.



    A utilizao dos solos nem sempre respeita e potencia a sua aptido natural. Em Portugal, mais de metade dos solos tem uma boa aptido para floresta e apenas cerca de um quarto para a agricultura. No entanto, e apesar de a rea de floresta ter tendncia a aumentar, a rea ocupada com actividade agrcola continua a ser superior dos solos com aptido para a agricultura. Alm disso, existem solos com boa aptido agrcola utilizados para outros fins. Conclui-se, assim, que muitas actividades agrcolas se desenvolvem em solos pouco aptos para a agricultura. Este problema ainda agravado pelo facto de, por vezes, se escolherem as espcies a cultivar sem estudos prvios que permitam uma boa adequao entre a aptido natural e o uso do solo.

    Tudo isto condiciona o rendimento da terra e dos agricultores, contribuindo para os baixos nveis de rendimento e produtividade da agricultura portuguesa

    A aplicao muitas vezes inadequada, dos sistemas de produo constitui outro problema, pois conduz ao empobrecimento e degradao dos solos:



    No sistema extensivo, a utilizao do pousio absoluto, sem recurso s culturas forrageiras ou s pastagens artificiais, facilita a eroso dos solos.

    A prtica da monocultura conduz ao empobrecimento e esgotamento de determinados nutrientes do solo essenciais ao desenvolvimento das culturas;

    A excessiva mecanizao, sobretudo a utilizao de mquinas pesadas, contribui tambm para a compactao dos solos;



    No sistema intensivo, a utilizao excessiva ou incorrecta de fertilizantes qumicos e pesticidas degrada e polui os solos e diminui a sua fertilidade.

    A m utilizao do solo tem conduzido a um problema ainda maior. Uma parte significativa do territrio continental, sobretudo no Interior e no Sul, apresenta uma tendncia para a desertificao. As vastas reas de floresta ardida durante os meses de Vero agravam esta tendncia.

    O clima, tambm um factor bastante importante quanto aos solos, visto que por vezes ou o tempo muito seco e empobrece este, ou caem chuvas intensas que provocam eroso.

    Perante problemas como a reduo da qualidade dos solos e a sua incorrecta utilizao, o ordenamento territorial assume um papel de grande importncia, uma vez que permitir adequar as diferentes utilizaes do solo s suas aptides naturais, impedindo que, por exemplo, se continue a ocupar solos de grande qualidade e prprios para a agricultura com construo urbana e industrial.






    Estrutura da populao agrcola quanto idade, sexo e nvel de instruo.





    A populao activa no sector primrio representava, em 2005, cerca de 12% do emprego em Portugal e, na sua maioria, fazia parte da populao agrcola familiar. A populao activa agrcola tambm diminuiu bastante nos ltimos decnios, devido modernizao da agricultura e melhor oferta de emprego nos outros sectores de actividade. Esta oferta tem aumentado, provocando o xodo agrcola (transferncia de mo-de-obra para outros sectores de actividade, ainda que mantendo a residncia nas reas rurais).

    Tal evoluo influenciou a estrutura etria da populao agrcola portuguesa e contribuiu para o seu envelhecimento. O Algarve a regio com maior nmero de idosos ao contrrio dos Aores que a regio com produtores agrcolas mais jovens. O nvel de instruo de instruo dos agricultores, embora tenha vindo a aumentar, ainda relativamente baixo.

    A formao profissional da larga maioria dos agricultores continua a ser exclusivamente prtica. A Madeira a regio com produtores agrcolas menos instrudos, contrastando com os Aores cujos produtores so os mais instrudos. O envelhecimento e os baixos nveis de instruo e de formao profissional da populao agrcola constituem um entrave ao desenvolvimento da agricultura, nomeadamente no que respeita adeso a inovaes (tecnologia, mtodos de cultivo, prticas amigas do ambiente, etc.), capacidade de investir e arriscar e adaptao s normas comunitrias de produo e de comercializao.

    A mo-de-obra agrcola essencialmente familiar.
    Nas regies com maior dimenso mdia das exploraes, a importncia da mo-de-obra no familiar mais relevante.


    As mulheres representam, oficialmente, cerca de um quarto do total da populao activa na agricultura, mas a realidade poder estar subestimada, uma vez que muitas mulheres trabalham na agricultura mas identificam-se como domsticas, no sendo, por isso, contabilizadas em termos estatsticos. No entanto, assiste-se a uma tendncia de crescimento da populao activa agrcola feminina, visto que estas desejam declarar uma actividade para a reforma.







    Problemas estruturais da agricultura portuguesa
    .



    Os problemas estruturais da agricultura portuguesa podem ser:



    Problemas de carcter natural (clima, relevo, solo);

    Estrutura Fundiria (exploraes de pequena dimenso e dispersas o que dificulta a utilizao de mquinas);

    Envelhecimento da populao agrcola (65% tem mais de 65 anos);

    Falta de formao e qualificao (s 1% tem formao, contra 5% na EU).

    Dificuldade de acesso ao crdito.




    Estes problemas presentes na nossa agricultura Portuguesa dificultam a modernizao tcnica, organizativa e de introduo no mercado. Isto diminui a nossa competitividade. Deste modo podemos dizer que a estrutura da populao agrcola bastante importante para garantir uma estratgia de competitividade.











    Formas de modernizar e potencializar o setor agrrio nacional








    Competitividade


    A modernizao dos meios de produo e de transformao uma condio essencial para aumentar a produtividade agrcola e a competitividade no mercado externo. necessrio investir em tecnologia produtiva e em infra-estruturas designadamente sistemas de drenagem, caminhos, armazenamento e distribuio de gua. Para potencializar a competitividade temos de: Reestruturar as exploraes; Melhorar a produo a ponto de responder s necessidades de mercado; Produzir com qualidade, para podermo-nos afirmar no mercado nacional e europeu.








    Comercializao


    Potencializar o sector agrrio implica tambm a criao de condies para o escoamento da produo, o que passa pela organizao dos produtores e pela melhoria das redes de distribuio e comercializao. O recurso ao marketing e a novas formas de distribuio so outras medidas que podero incrementar o consumo dos produtos.








    Valorizao dos Recursos Humanos


    A potencializao do sector passa pela valorizao dos recursos humanos, atravs do rejuvenescimento da populao agrcola e do aumento do seu nvel de instruo e qualificao profissional. A fixao de populao jovem fundamental para o desenvolvimento rural sustentvel, no entanto, isso depender da criao de condies de vida atractivas. fundamental elevar o nvel de instruo e de qualificao dos agricultores, pois o uso de novas tecnologias, a necessidade de preencher formulrios de candidatura s ajudas, crdito e subsdios e de apresentar projectos para obter financiamentos ou as negociaes com parceiros comerciais exigem cada vez melhor preparao.









    Proteco do ambiente


    Os sistemas de produo agropecuria exercem um crescente impacte ambiental, nomeadamente sobre os solos e a gua. O uso de pesticidas em geral e a fertilizao do solo com nitratos e fosfatos podero provocar ou agravar a contaminao dos solos ou das guas subterrneas ou superficiais. O aumento da frequncia da mobilizao dos solos e da mobilizao de instrumentos mais potentes contribuem para a eroso dos solos e a diminuio da qualidade do habitat de muitas espcies. Na pecuria, sobretudo nas exploraes do regime intensivo, os dejectos slidos e lquidos e as guas de lavagem, se no forem devidamente tratados tm graves impactos ambientais. Os apoios comunitrios ao rendimento esto condicionados pelo cumprimento das normas ambientais: eco condicionalidade.







    Multifuncionalidade do Espao Rural


    A multifuncionalidade das reas rurais implica a pluriactividade que permite o pluri- rendimento, atravs de actividades alternativas ou complementares. Implica, tambm, um esforo de preservao dos valores, da cultura, do patrimnio e de mobilizao e potencializao dos recursos locais. Esta uma opo estratgica que poder melhorar as condies de vida de muitas reas rurais, afastando-as da situao de desfavorecidas. Tal s ser possvel com a fixao de populao e o desenvolvimento de actividades econmicas sustentveis.










    Agricultura biolgica


    A prtica de agricultura biolgica integra-se na perspectiva de produzir com mais qualidade, preservando os recursos e protegendo o meio natural, ou seja, de forma sustentvel. O facto de a nossa agricultura no ter progredido na produo atravs do uso de produtos qumicos e maquinaria, pode potenciar o desenvolvimento desta forma de agricultura, dentro dos objectivos estabelecidos pela PAC. O nmero de produtores que aderiram a este modo de produo tem vindo a aumentar em Portugal assim como a variedade de produtos. Considerando que a Europa ainda deficitria neste tipo de produtos, a produo biolgica pode constituir uma forma de aumentar a competitividade da agricultura portuguesa.
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    ltima edicin por Foxyhaze; 10/03/2013 a las 19:19 PM

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    ambrosio99 (19/04/2013), elcabong (27/11/2012), growbloom (25/07/2014), luggod (02/12/2012), most18 (31/03/2013), Neeptunus (25/11/2012), pedrow (10/05/2013), Sr. K (24/11/2012), TheStonerGuy (19/11/2014), Tommy_Joao (22/01/2014)

  7. #49
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    Re: Compostagem simples,solo e substrato, noes e tcnicas de cultivo biolgico

    VERMICOMPOSTAGEM










    A Vermicompostagem pode ser definida como "A transformao biolgica de residuos orgnicos, levada maioritariamente a cabo por minhocas detritivoras resultando dessa transformao o hmus ou vermicomposto".
    No entanto, esta definio carece, em certa medida, de utilizaes prticas. Assim sendo, vermicompostagem um sistema de reciclagem de matria orgnica onde os restos de cozinha, resduos de jardim, estrumes, papel e carto so digeridos por minhocas e excretados sobre a forma de vermicomposto, um fertilizante e condicionador dos solos 100%natural.









    Compostagem Natural VS Vermicompostagem





    O processo de decomposio dos restos orgnicos animais e vegetais em hmus levado a cabo pela Natureza conta maioritariamente com a aco da microfauna presente no solo. um processo lento onde todas as folhas e restos de madeira que caem das rvores, juntamente com os corpos de animais mortos e excrementos de animais vivos, so gradualmente decompostos e transformados numa matria escura e uniforme - o hmus natural.

    Uma forma prtica de acelerar este processo natural de compostagem consiste na inoculao dos restos orgnicos a decompor com minhocas detritivoras, preferencialmente da espcie Eisenia Fetida vulgarmente conhecida como minhoca vermelha ou minhoca do estrume. Podemos pensar em cada uma destas minhocas como uma pequena central de decomposio que consome diariamente o equivalente ao seu peso em matria orgnica. Em condies ptimas, um quilograma de minhocas consome diariamente um quilograma de matria orgnica.


    A grande vantagem da vermicompostagem em relao compostagem tradicional (sem o recurso a minhocas) a de que pode ser feita em grande escala, mas mais fcil ainda quando utilizada em pequena escala, permitindo a um agregado familiar de qualquer tamanho valorizar e reutilizar at dois teros do seu lixo domstico dirio sem qualquer dificuldade, de uma forma econmica, higinica e divertida!










    O HUMS





    Se j sentiu o cheiro a "terra molhada" logo aps as primeiras chuvas ento pode dizer que j conhece o hmus!
    O hmus seja ele produzido pela Natureza ou pelas nossas minhocas cumpre diversas funes quando aplicado nas plantas:




    *. um produto natural, produzido biologicamente e que no agride o meio ambiente, ajudando a manter o equilbrio na microfauna dos solos.


    *. um condicionante das propriedades fsicas, qumicas e biolgicas dos solos, cumprindo um papel fundamental na recuperao destes quando degradados.

    *. uma fonte completa de nutrientes para as plantas, especialmente de N, P, K, Ca, Mg e cidos hmicos que cumprem um papel duplo: actuam como condicionadores do solo mantendo o seu PH dentro de valores ptimos; e funcionam como hormonas de crescimento semelhantes s encontradas em algumas algas marinhas.

    *. Impede a compactao de solos argilosos e promove a agregao de solos arenosos.

    *. Regula a capacidade de reteno de nutrientes e gua dos solos.

    *. Optimiza a velocidade de absoro dos nutrientes de acordo com as necessidades da planta. A sobredosagem nunca acontece porque a planta retira apenas o que precisa e no mais como acontece com os fertilizantes qumicos convencionais.

    *. Diludo em gua funciona como um adubo foliar suave alm de ser um preventivo eficaz para mais de 200 pragas agrcolas (insectos, bactrias, fungos e nematodos)










    O Hmus ao Microscpio





    A digesto da minhoca actua sobre a matria orgnica atravs de processos qumicos e fsicos complexos que podem ser resumidos da seguinte forma:


    *. Os constituintes qumicos da matria orgnica so convertidos em nutrientes assimilveis pelas plantas.

    *. A microfauna presente no interior da minhoca inoculada no hmus. Esta microfauna a grande mais-valia do vermicomposto j que ela que vai possibilitar as trocas molecularesentre a planta e o substrato bem como aumentar as defesas naturais da planta a algumas pragas e doenas.

    *. Sendo o volume da matria excretada pela minhoca muito inferior ao ingerido, d-se um aumento acentuado da concentrao por volume de cada um dos nutrientes.



    Anlise Quimica -ver imagem em anexo :


    ppm = partes por milho

    mS = milisiemens

    EC = Condutividade Elctrica, mede a salinidade relativa ou seja, a quantidade de sais soluveis presentes na amostra.

    N (Nitratos) = Quantidade de azoto imediatamente assimilvel



    Tendo em conta que um produto de origem biolgica, duas amostras do mesmo hmus quando submetidas a uma anlise qumica e biolgica tero, necessariamente, resultados diferentes. um facto inerente prpria vermicompostagem e depende apenas do tipo e quantidade de matria orgnica utilizada.






    Utilizar o Hmus




    Existem diversas formas de utilizar o hmus. Pode ser puro ou misturado com areia ou turfa para encher vasos e tabuleiros de germinao; espalhado por cima do solo em plantas, rvores e arbustos; diludo em gua para rega ou pulverizao.

    No so necessrias grandes quantidades de hmus e nunca h o risco de sobredosagem. Por ter um PH neutro, no queima, no envenena nem apodrece as plantas.
    Imgenes Adjuntadas
    ltima edicin por Foxyhaze; 10/03/2013 a las 19:26 PM

  8. Los siguientes 8 Usuarios dan las gracias a Foxyhaze por este Post:

    ambrosio99 (19/04/2013), Del_rio (13/01/2013), elcabong (27/11/2012), luggod (02/12/2012), Neeptunus (25/11/2012), ricardopunxs (09/05/2014), Sr. K (24/11/2012), Tommy_Joao (22/01/2014)

  9. #50
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    Re: Compostagem simples,solo e substrato, noes e tcnicas de cultivo biolgico

    A MINHOCA

















    " pouco provvel que algum animal tenha desempenhado um papel to importante na histria do nosso planeta como o destas pequenas criaturas."
    Charles Darwin









    DSC00586.jpeg














    As minhocas terrestres fazem parte de um grande grupo de animais invertebrados: os aneldeos .
    Com cerca de 4000 espcies espalhadas por todo o planeta so provavelmente um dos animais mais antigos, existindo registos fsseis com cerca de 500 milhes de anos.
    So tambm dos que melhor se adaptaram a quase todas as condies climatricas existentes no nosso planeta. Exceptuando as zonas polares e os desertos, essencialmente devido s temperaturas extremas e ausncia de humidade nestas regies, toda a restante superfcie terrestre serve de habitat a uma ou mais espcies de minhocas.

    Existem dois grandes grupos de minhocas terrestres: minhocas geofagas e minhocas detritivoras.


    As minhocas geofagas escavam tneis que podem atingir 8 metros de profundidade, alimentando-se de pequenos restos de matria orgnica e sais minerais presentes no solo. Por serem, regra geral, animais solitrios so muito pouco prolferas e, como tal, extremamente difceis de criar em cativeiro. A espcie geofaga mais comum a Lumbricus Terrestris mais conhecida como "minhoca da terra".
    Mas so as minhocas detritivoras as grandes protagonistas da vermicompostagem.
    Verdadeiras devoradoras de matria orgnica, adaptaram-se ao meio hostil da decomposio e toleram facilmente as variaes de acidez e temperatura tpicas deste ambiente. Vivem quase exclusivamente nos primeiros 20 centmetros de solo e so extremamente prolferas, multiplicando-se mais ou menos rapidamente de acordo com a abundncia de comida.
    Dentro das espcies de minhocas detritivoras existe uma que se destaca pela sua robustez e facilidade de criao - a minhoca Eisenia Fetida conhecida popularmente como "minhoca vermelha" ou "minhoca do estrume". Apesar do seu reduzido tamanho, quando comparada com outras espcies, esta minhoca consegue processar uma enorme variedade de materiais em tempo recorde.





    Archivo Adjunto 847882











    CLASSIFICAO CIENTFICA:



    wormanatomy1.gif



    Reino: Animalia
    Filo: Annelida
    Classe: Oligochaeta
    Ordem: Haplotaxida
    Famlia: Lumbricidae









    INFORMAES IMPORTANTES
    :





    As minhocas alimentam-se de organismos animais mortos e diversos tipos de vegetao (plantas e folhas). Durante o movimento, elas ingerem terra, aproveitando todo material orgnico e eliminando a terra.

    As minhocas no possuem sistema auditivo nem mesmo visual

    Vivem enterradas, construindo galerias e canais, arejando a terra

    So muito usadas na pesca como iscas pelos pescadores

    O seu corpo formado por anis. Numa extremidade fica a boca (sem dentes e mandbulas) e na outra o nus

    A respirao da minhoca ocorre na pele (respirao cutnea)

    Elas so hermafroditas, pois cada uma possui testculos e ovrios. Porm, uma minhoca no capaz de se reproduzir sozinha, necessitando sempre de uma outra para a troca de espermatozides

    As minhocas tambm possuem a capacidade de regenerao.







    CARACTERSTICAS PRINCIPAIS
    :


    Peso: em mdia 30 gramas

    Comprimento: 15 cm na mdia (algumas espcies podem chegar a dois metros)

    Maturidade sexual: 6 a 18 meses








    Uns videos fornecidos pelo @Javali

    Humus de lombriz casero - humus de minhoca caseiro



    Como atua o humus-










    Archivo Adjunto 847883
    Imgenes Adjuntadas
    ltima edicin por Foxyhaze; 30/07/2015 a las 23:13 PM

  10. Los siguientes 13 Usuarios dan las gracias a Foxyhaze por este Post:

    ambrosio99 (19/04/2013), Del_rio (13/01/2013), Dika (27/03/2013), elcabong (27/11/2012), Ganjaman101 (26/11/2012), growbloom (25/07/2014), Javali (09/01/2013), luggod (02/12/2012), Neeptunus (25/11/2012), pedrow (10/05/2013), ricardopunxs (09/05/2014), Tommy_Joao (22/01/2014), xko_plant (26/11/2012)

  11. #51
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    Re: Compostagem simples,solo e substrato, noes e tcnicas de cultivo biolgico

    Foxyhaze, tira-me aqui uma duvida, sff. Numa anlise laboratorial ao solo, como que eles determinam o resultado da materia organica presente no solo?

    E qual a maneira mais simples e eficaz de saber qual o ph do solo?

    E continua com estes bons post, info muito boa!

  12. El siguiente Usuario da las gracias a Sr. K por este Post:

    Foxyhaze (25/11/2012)

  13. #52
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    Re: Compostagem simples,solo e substrato, noes e tcnicas de cultivo biolgico

    Cita Iniciado por Sr. K Ver Mensaje
    Foxyhaze, tira-me aqui uma duvida, sff. Numa anlise laboratorial ao solo, como que eles determinam o resultado da materia organica presente no solo?

    E qual a maneira mais simples e eficaz de saber qual o ph do solo?

    E continua com estes bons post, info muito boa!
    Op eu sou mais engenheiro de palavras que de qumicas. Se no falam disso nos posts acerca do solo ( tanta coisa que j no me lembro ) segue os links que postei que provavelmente encontras isso esclarecido.
    Em relao ao ph uma boa questo e passou-me ao lado. Nos substratos de compra partida tens isso controlado entre 5.5( baixo para cannabis ),6.0 e 6. 5. Agora para medir o ph do solo ( compostagem, vermicompostagem,estrume composto ou substratos naturais )talvez medindo o ph da gua antes e aps regar o substrato seja a forma mais simples para testar - se bem percebi a tua questo. Vou pesquisar e j volto
    ltima edicin por Foxyhaze; 26/11/2012 a las 22:44 PM

  14. Los siguientes 2 Usuarios dan las gracias a Foxyhaze por este Post:

    Sr. K (26/11/2012), xko_plant (26/11/2012)

  15. #53
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    Re: Compostagem simples,solo e substrato, noes e tcnicas de cultivo biolgico

    Cita Iniciado por Foxyhaze Ver Mensaje
    Op eu sou mais engenheiro de palavras que de qumicas. Se no falam disso nos posts acerca do solo ( tanta coisa que j no me lembro ) segue os links que postei que provavelmente encontras isso esclarecido.
    Em relao ao ph uma boa questo e passou-me ao lado. Nos substratos de compra partida tens isso controlado entre 5.5( baixo para cannabis ),6.0 e 6. 5. Agora para medir o ph do solo ( compostagem, vermicompostagem,estrume composto ou substratos naturais )talvez medindo o ph da gua antes e aps regar o substrato seja a forma mais simples para testar - se bem percebi a tua questo. Vou pesquisar e j volto
    Sim, a questo era mesmo essa. Como a conversa se tem desenvolvido na agricultura em geral e no s focada na parte canbica, estava mesmo a referir-me ao solo e substratos naturais em si...

  16. #54
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    Re: Compostagem simples,solo e substrato, noes e tcnicas de cultivo biolgico

    Existem tambm medidores especficos para ver o pH do solo.. Tipo isto..

    Mas creio j ter lido algures que podes analisar o pH do solo atravs do runoff (excesso), como se fosse tipo coco..

    O ideal ser usar gua destilada porque teoricamente tem um pH de 7.0.. Depois s regar e medir o pH da gua que sai em excesso.. Se for maior que 7.0, sabes que o solo est mais alcalino.. Se for inferior a 7.0, sabes que o pH do solo est mais cido.. Mas l est, nunca sabes bem ao certo qual o valor..

  17. Los siguientes 2 Usuarios dan las gracias a W1CK por este Post:

    Foxyhaze (27/11/2012), Sr. K (27/11/2012)

  18. #55
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    Re: Compostagem simples,solo e substrato, noes e tcnicas de cultivo biolgico

    Cita Iniciado por W1CK Ver Mensaje
    Existem tambm medidores especficos para ver o pH do solo.. Tipo isto..

    Mas creio j ter lido algures que podes analisar o pH do solo atravs do runoff (excesso), como se fosse tipo coco..

    O ideal ser usar gua destilada porque teoricamente tem um pH de 7.0.. Depois s regar e medir o pH da gua que sai em excesso.. Se for maior que 7.0, sabes que o solo est mais alcalino.. Se for inferior a 7.0, sabes que o pH do solo est mais cido.. Mas l est, nunca sabes bem ao certo qual o valor..
    Pois, talvez seja a melhor maneira.

    Tenho ideia que esses medidores de espetar no solo so muito pouco fiaveis. Estou certo?

  19. #56
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    Re: Compostagem simples,solo e substrato, noes e tcnicas de cultivo biolgico

    Composto qumico


    Um composto qumico uma substncia qumica constituda por molculas ou cristais de 2 oumais tomos ou ons ligados entre si. As propores entre elementos de uma substncia no podem ser alterados por processos fsicos.

    Em qumica , um composto uma substancia formada por dois ou mais elementos, ligados numa proporo fixa e definida. Por exemplo, a gua um composto formado por hidrognio e oxignio na proporo de dois para um.
    Em geral, esta razo fixa deve-se a uma propriedade fsica ( formada por molculas com ligaes qumicas estveis ) e no a uma seleo humana arbitrria. Por este motivo o bronze ou o chocolate so misturas ou ligas metlicas e no compostos.

    Os compostos so identificados atravs de representaes grficas denominadas frmulas qumicas .
    As frmulas descrevem a proporo dos tomos de cada elemento na formao da molcula ou, do conjunto inico, da substncia. Por exemplo, a frmula H 2 O (gua) indica que a molcula desta substncia constituda de dois tomos de hidrognio para cada tomo de oxignio, e a frmula do sal de cozinha (NaCl) indica que na sua estrutura cristalina existe uma proporo fixa de um on de sdio para cada um on de cloro .

    Os elementos de um composto no podem ser divididos ou separados por mtodos de separao fsicos ( decantao , filtrao , destilao , etc ), somente mediante reaes qumicas .

    Todos os compostos podero ser quebrados em compostos menores ou em tomos individuais quando convenientemente aquecidos. Esta temperatura, diferente para cada composto, denominada temperatura de decomposio .

    Composto orgnico

    Acetona

    Os compostos ou molculas orgnicas so as substncias qumicas que contm na sua estrutura Carbono e Hidrognio , e muitas vezes com oxignio , nitrognio , enxofre , fsforo , boro , halognios e outros. No so molculas orgnicas os carbetos , carbonatos , bicarbonatos , cianetos , xidos de carbono, assim como o carbono grafite, diamante e o fulereno .
    Glicose

    As molculas orgnicas podem ser:

    *. Molculas orgnicas naturais: So as sintetizadas pelos seres vivos , denominadas biomolculas, que so estudadas pela bioqumica .

    *. Molculas orgnicas artificiais: So substncias que no existem na natureza e tm sido fabricadas pelo homem, como os plsticos . A maioria dos compostos orgnicos puros so produzidos artificialmente.

    A linha que divide as molculas orgnicas das inorgnicas tem originado polmicas e historicamente tem sido arbitrria, porm, geralmente os compostos orgnicos apresentam carbono ligado a hidrognio, e os compostos inorgnicos no. Deste modo, o cido carbnico inorgnico, entretanto, o cido frmico , o primeiro cido carboxlico , orgnico. O anidrido carbnico e o monxido de carbono so compostos inorgnicos. Portanto, todas as molculas orgnicas contm carbono, porm nem todas as molculas que tem carbono, so molculas orgnicas.
    A etimologia da palavra "orgnico" significa que procede de "organos", relacionada com a vida , em oposio ao inorgnico que teria o significado de tudo que carece de vida.


    Sntese de Wohler


    Para os qumicos antigos, as substncias orgnicas eram provenientes de fontes animais ou vegetais, e as substncias inorgnicas seriam aquelas de procedncia mineral. Durante muitos anos acreditava-se que entre a qumica orgnica e a qumica inorgncia existia uma barreira intransponvel. No princpio do sculo XIX , o qumico alemo Friedrich A. Whler conseguiu sintetizar a ureia , um produto orgnico, a partir de substncias inorgnicas (o cianato de amnio ), comprovando que tal diviso era totalmente artificial, algo que completamente evidente na qumica moderna.





    Composto inorgnico


    Um composto inorgnico a substncia na qual os tomos de dois ou mais elementos so combinados. Alguns compostos so chamados de inorgnicos porque vm de minerais e no de coisas vivas ou orgnicas .
    Compostos que contm carbono quase sempre so compostos orgnicos , mas excees comoo dixido de carbono so inorgnicos.

    Compostos inorgnicos contm metais ou hidrognio combinado com um no-metal ou um grupo de no metais.
    Podem ser compostos inicos (ex. NaCl ) ou ainda covalentes (ex. silicatos ), mas no raro observar mais de um tipo de ligao em compostos inorgnicos. Os compostos de coordenao tambm pertencem a esta categoria de compostos e formam ligaes de coordenao que tem carter inico ou covalente.
    Os compostos inorgnicos so constituintes quimicos de uma celula, e so constituidos por gua e sais minerais.


    gua

    *. a substncia qumica mais abundante na natureza e nos seres vivos .

    *. Participa em todos os processos vitais, toma parte nas reaes celulares, serve como solvente e como veculo de transporte de materiais no interior dos organismos vivos. Na espcie humana encontra-se na propoo de 75%.

    *. Atua na manuteno do equilibrio osmtico dos organismos em relao ao meio ambiente.

    *. A proporo da gua varivel com a espcie , com o tecido, com a idade e com o metabolismo . Quanto menor a quantidade de gua , mais rigido o tecido; os embries e as crianas tm mais gua nos tecidos que os adultos ; os tecidos de maior actividade metablica tm mais gua na sua composio .

    *. Age como regulador trmico , devido ao seu elevado calor especifico, no permitindo bruscas variaes de temperatura .

    *. Intervm em reaes de hidrlise .

    *. Atua como meio de difuso de muitas substncias.

    *. Atua no transporte de outras substncias para o interior de nosso corpo.
    Sais Minerais

    *. So substncias importantes para os seres vivos , podendo aparecer no organismo dissociados no protoplasma , regulando a presso osmtica e atuando na manuteno do PH das clulas. Os ies , provenientes dos sais minerais, possuem vrias funes no organismo vivo: formam o esqueleto de muitos animais.

    *. Atuam no equilbrio da gua no organismo , na transmisso do impulso nervoso, no transporte de gases ( oxignio e dixido de carbono ), na fotossntese , no funcionamento de enzimas , etc.

    *. Tem funo plstica e reguladora, os sais minerais mais importantes so:

    *. Na→ Sdio → Atua junto com o Potssio na conduo nervosa, na contrao muscular e equilbrio de fludos no organismo

    *. K→ Potssio → Atua junto com o Sdio na conduo nervosa, na contrao muscular e equilbrio de fludos no organismo

    *. Cl→ Cloro → Junto com o Sdio e o Potssio mantm o controle osmtico (de gua)

    *. Ca→ Clcio → Composio de ossos e dentes, contrao muscular e coagulao sangunea

    *. Fe→ Ferro → Hemoglobina e Mioglobina (transporte de oxignio pelo sistema circulatrio)

    *. Mg→ Magnsio → Participa da composio da clorofila e da estrutura de ribossomos e ossos

    *. (PO4)-3→ Fosfato → Composio ssea (Fosfato de Clcio e Magnsio) e molcula de ATP (Adenosina trifosfato) /
    Fosfolipdio → Participa da estrutura da membrana celular, do DNA e RNA

    *. I→ Iodo→ Participa da estrutura dos homnios T3 (Triodotironina) e T4 (tetraiodotironina) da Glndula Tireide que estimula o metabolismo basal (quantidade total de energia gasta para a manuteno da atvidade vital)

    *. F→ Flor → Estimula a mineralizao do esmalte dentrio ( flor e fluoreto ), previne dilatao das veias, clculos da vescula e paralisia.
    ltima edicin por Foxyhaze; 10/03/2013 a las 19:30 PM

  20. Los siguientes 2 Usuarios dan las gracias a Foxyhaze por este Post:

    luggod (02/12/2012), Tommy_Joao (22/01/2014)

  21. #57
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    Re: Compostagem simples,solo e substrato, noes e tcnicas de cultivo biolgico



    II PARTE - O CULTIVO ORGNICO EM EXTERIOR









    ww.jpg

    Exterior 2012














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    Tudo neste "livro" pode e deve ser reproduzido, armazenado em sistema de partilhas, ou transmitido por qualquer meio, eletrnico, mecnico, fotocopiado, gravado, ou de outra forma,sem qualquer permisso escrita por parte do autor










    ciencia.jpg

    Paixo e cincia - a canbis no um bicho,
    mas tem mais de 7 cabeos




















    (este texto est sujeito a inumeras alteraes)





    SEGURANA





    10 anos depois da descriminalizao:

    "Drogas em Portugal: proibido mas pode-se fazer. E s vezes somos presos


    Com a descriminalizao, criou-se uma mudana na perspectiva em relao ao consumidor de drogas: este passou de criminoso a doente. Do tribunal para a comisso de dissuaso da toxicodependncia ou, em ltima instncia, da priso para a coima. Continua proibido, mas pode-se fazer. No acontece praticamente nada. E s vezes somos presos.(...)

    (...)A descriminalizao foi um passo importante, mas no chega. Os consumidores de canbis continuam a ser penalizados por incongruncias da lei actual. O cultivo para consumo continua a ser um crime punvel com pena de priso, algo que fora os consumidores a recorrer a traficantes. Tambm por esse motivo, e porque a lei de descriminalizao do consumo s se aplica aos casos de posse iguais ou inferiores a dez vezes a dose mdia diria, os tribunais podem condenar por trfico quem tiver doses superiores, mesmo sem provas e podendo tratar-se de casos de pessoas que, por questes econmicas ou de segurana, optaram por comprar de uma s vez uma grande quantidade, permitindo-lhes diminuir o contacto com traficantes.

    Portugal precisa de continuar a ser vanguarda: o proibicionismo no funciona e a melhor maneira de lidarmos com o fenmeno das drogas passa por enquadrar legalmente o seu acesso.(...) "

    Alex Gomes, activista da MGM Lisboa.








    Antes de iniciar este guia propriamente dito, vou comear pela SEGURANA ,aspeto fundamental em qualquer cultivo de exterior, seja no quintal/jardim ou varanda, ou em guerrilha controlada( propiedade privada com acesso e visibilidade restrito e guerrilha em terrenos, matas abandonadas ou matas nacionais)





    1o -Cultivar canbis crime, por isso, NUNCA :



    a) digas a ningum que cultivas CANBIS

    a1) se ,por acaso, te escapar no divulgues o teu local de cultivo ou mostres as plantas. O que mais se encontra so amigos da ona.

    b) permitas que o local de cultivo seja descoberto - se encontrares indicios de presena alheia, remove de imediato as plantas para outro sitio ou ,na impossibilidade de as deslocar, destroi-as e no retornes ao local.

    Certifica-te sempre de que no s seguido ou observado quando vais cuidar delas. Em caso de deslocao para guerrilhas remotas, deixa o meio de transporte bem afastado e longe de suspeitas.

    c) digas que a erva tua a no ser que confies absolutamente na pessoa, de outra forma, diz que compraste ou que te deram,a tentao grande ,pois estamos todos satisfeitos com os nossos cabecitos ,mas o ditado velho e verdadeiro: ... pela boca morre o peixe

    d) VENDAS DE FORMA ALGUMA - quase todas as apreenses de exterior esto associadas ao trfico, no queiras ser mais um.


    e) cultives perto de habitaes, terrenos agrcolas que no sejam teus ou zonas habitualmente frequentadas por caadores, praticantes de desportos ou turistas rurais.

    f) deixes as tuas plantas crescer mais alto que as vedaes,muros,varandas, mato ou rvores circundantes.Treinos e podas so fundamentais quando h necessidade de manter as coisas discretas.

    g) deixes de pensar com a cabea, a tua segurana acima de tudo.



    Seguindo estas alineas dificilmente ters qualquer problema, cada um sabe de si,mas quem faz assim muito mais feliz... e fuma muito mais

    e citando o Dozer




    Cdigo penal para cultivo


    "O cultivo crime independentemente de ser 1 p, 20 ou 100. O n de ps s serve como indcio do fim para que se destina o cultivo. Se for um cultivo com muitos ps mais provvel que origine uma acusao de trfico que bem mais grave que a acusao de cultivo para consumo. O caso do cultivo para consumo prprio est previsto no artigo 40 da lei 15/93:

    Artigo 40.
    Consumo
    1 - Quem consumir ou, para o seu consumo, cultivar, adquirir ou detiver plantas, substncias ou preparaes compreendidas nas tabelas I a IV punido com pena de priso at 3 meses ou com pena de multa at 30 dias.

    2 - Se a quantidade de plantas, substncias ou preparaes cultivada, detida ou adquirida pelo agente exceder a necessria para o consumo mdio individual durante o perodo de 5 dias, a pena de priso at 1 ano ou de multa at 120 dias.

    3 - No caso do n. 1, se o agente for consumidor ocasional, pode ser dispensado de pena.
    Se for uma acusao de trfico pode ser um dos seguintes:

    Artigo 21.
    Trfico e outras actividades ilcitas
    1 - Quem, sem para tal se encontrar autorizado, cultivar, produzir, fabricar, extrair, preparar, oferecer, puser venda, vender, distribuir, comprar, ceder ou por qualquer ttulo receber, proporcionar a outrem, transportar, importar, exportar, fizer transitar ou ilicitamente detiver, fora dos casos previstos no artigo 40., plantas, substncias ou preparaes compreendidas nas tabelas I a III punido com pena de priso de 4 a 12 anos.

    2 - Quem, agindo em contrrio de autorizao concedida nos termos do captulo II, ilicitamente ceder, introduzir ou diligenciar por que outrem introduza no comrcio plantas, substncias ou preparaes referidas no nmero anterior punido com pena de priso de 5 a 15 anos.

    3 - Na pena prevista no nmero anterior incorre aquele que cultivar plantas, produzir ou fabricar substncias ou preparaes diversas das que constam do ttulo de autorizao.

    4 - Se se tratar de substncias ou preparaes compreendidas na tabela IV, a pena a de priso de um a cinco anos.
    Artigo 25.
    Trfico de menor gravidade
    Se, nos casos dos artigos 21. e 22., a ilicitude do facto se mostrar consideravelmente diminuda, tendo em conta nomeadamente os meios utilizados, a modalidade ou as circunstncias da aco, a qualidade ou a quantidade das plantas, substncias ou preparaes, a pena de:

    a) Priso de um a cinco anos, se se tratar de plantas, substncias ou preparaes compreendidas nas tabelas I a III;

    b) Priso at 2 anos ou multa at 240 dias, no caso de substncias ou preparaes compreendidas na tabela IV.

    Artigo 26.
    Traficante-consumidor
    1 - Quando, pela prtica de algum dos factos referidos no artigo 21., o agente tiver por finalidade exclusiva conseguir plantas, substncias ou preparaes para uso pessoal, a pena de priso at trs anos ou multa, se se tratar de plantas, substncias ou preparaes compreendidas nas tabelas I a III, ou de priso at 1 ano ou multa at 120 dias, no caso de substncias ou preparaes compreendidas na tabela IV.
    Qual das 3 sai na rifa depende de muita coisa, da acusao, do juiz, do advogado, dos indicios, dos antecedentes..."





    Boas agriculturas!!
















    I - A PLANTA - Cannabis Sativa L um breve resumo








    com-2.jpg


    Bubblelicious Nirvana(Foxyhaze)











    A canbis existe neste planeta h milhares,talvez milhes, de anos, e f-lo sem qualquer interveno humana durante muito tempo. Pode crescer quase em qualquer lado ,desde que a temperatura no seja muito baixa e disponha de muitas horas de sol e alimento para que floresa. A canbis uma planta verstil ,que se adapta tanto ao cultivo exterior como de interior, mas ,neste caso, falamos especificamente no cultivo de rua. Essa capacidade de adaptao permitiu que se propagasse por todo o mundo ,sendo as sementes transportadas pelos meios naturais como o vento, dejetos de pssaros ou presas a algum animal e, eventualmente, germinadas muito longe da planta me aps grandes viagens.

    As origens da canbis no esto totalmente esclarecidas ,mas parece haver um consenso entre bilogos e investigadores canbicos de que ter surgido inicialmente na zona dos Himalaias.




    ESPCIES



    Existem trs espcies principais de cannabis que se dividem em :


    a) SATIVA (cannabis sativa sativa) - Pode crescer muito: mdias de 4m dependendo de vrios fatores ; espao internodal largo ; folhas com "dedos" finos,compridos e pontiagudos sem marcas ou padres.

    b) INDICA (cannabis sativa indica) - Plantas pequenas : mdia 1,20cm/1,50cm dependendo de vrios fatores ; espao internodal curto; folhas curtas arredondadas com "dedos" largos e padres ou marcas.

    c) RUDERALIS- sem interesse para cultivo , mais frente falaremos das auto florescentes, hibridos de sativa ou indica com rudelaris.
    o que so autos/autoflorescentes ? Plantas Autoflorescentes ou Autos
    http://www.cannabiscafe.net/foros/sh...entes-ou-Autos

    HIBRIDOS - novas subspcies resultantes do cruzamento entre sativa/indica;ruderalis com sativa ou indica; hibridos sativos com hibridos indicos etc aps anos de seleo e cruzamento para apurar caracteristicas pretendidas pelo criador em hibridos estveis.

    Cada espcie tem as suas prprias "STRAINS" (variedades, genticas,linhagens) e possui caractersticas prprias. E cada "strain" de cada espcie possui identidade prpria.






    SEXO




    Ao contrrio de outras plantas, que produzem flores mistas ,a canbis desenvolve plantas com flores masculinas e plantas com flores femininas. Na poca reprodutiva ( florao) que no nosso clima comea, em mdia, entre o 15 de julho e o 15 de agosto, altura em que as horas de luz comeam a diminuir, os machos libertam o polm ,que transportado pelo vento ou insetos, ir fertilizar as fmeas que esto em inicio de flora para que a semente esteja pronta no final da mesma.

    Se pretendermos um cultivo sem semente ,deveremos ter todo o cuidado em eliminar machos aps a definio de sexo, isto no caso de cultivarmos sementes regulares. Se se pretende produzir sementes ,o macho ter de ser afastado e o polm recolhido para polinizao manual cuidadosa de cabeos inferiores com uma pequena quantidade, evitando contaminar o resto da planta .que continuar a produzir flor e resina, mas isso assunto mais para a frente.

    Eventualmente, podero surgir plantas com sexo misto ( flor macho e fmea na mesma planta) as quais so denominadas por hermafroditas. Estas plantas podero ter interesse para um cultivador experiente ,mas nenhum para um iniciante no cultivo.

    O hermafroditismo pode ter vrias origens ,comeando pela gentica, passando por stress e maus tratos ,principalmente durante a definio de sexo, deficiente nutrio, contaminao lmica ( postes de iluminao pblica, por exemplo) etc. Por vezes ,surgem individuos que apresentam flores macho e fmeas em proporo idntica desde a definio de sexo ,e ,neste caso ,ser mais util se for arrancada para compostagem.

    Se o hermafroditismo se manifestar j em florao( 3a/4a semana) ,com o aparecimento de algumas "bananas" entre os pistilos ,provavelmente continuaro a surgir ,aqui e ali ,at ao final da flora e ,nesse caso, deveremos tentar controlar arrancando todas as bananas que detetarmos.

    Da mesma forma ,poder acontecer a planta florir normalmente e, na reta final ( a partir da 6/7/8a semana) ,surgirem umas quantas bananas que pouco prejuizo traro e que se controlam arrancando. No final ,podero surgir algumas sementes nos cabeos em que no as detetamos e que, se germinarem , podero ser hermafroditas ou fmeas. Muitas vezes ,estas sementes podem no ser viveis( estreis) e outras no passam de casca, mas muitas germinam sem problema ou sequer trao de hermafroditismo.





    hermainicio.jpg

    hermafrodita inicio de flora









    MAS O QUE REALMENTE INTERESSA :







    MACHO - Normalmente no utilizado para fumar ,pois contm muito pouco ou quase nenhum THC( os valores variam de variedade para variedade) e o sabor desagradvel - confirmo -
    Podero dizer que ainda far algum efeito a consumidores no habituais, pessoalmente acho que no faz nenhum.

    Serve apenas para cruzamentos com vista a produo de semente ,selecionando os melhores exemplares para polinizar fmeas em cultivos com sementes regulares. O melhor destino para eles ser sempre a compostagem.













    FMEA POLINIZADA - produz resina e THC , mas tambm produz sementes . Isto inibe a produo de novas flores, pois a planta requer todas as energias para a produo de sementes viveis em detrimento da produo da resina ,que onde se encontra o THC e os outros canabinoides, como sabemos.

    Os cabeos sero muito menores, nada compactos, tero pouco material fumvel, pouca resina e estaro carregados de sementes que no contm THC e se forem fumadas provocam dor de cabea









    SINSEMILLA ( sem semente) - uma planta fmea que no foi polinizada ir produzir cabeos maiores ,com uma florao muito mais abundante at ao final na flora. No tendo que produzir semente ,a planta dedica-se, exclusivamente, produo de nova flor e de maiores quantidades de resina rica em canabinoides que qualquer macho ou fmea polinizada. Os cabeos sero maiores, mais compactos , resinosos e ,sem dvida alguma, mais potentes. E isto que pretendemos, sementes so para os pssaros






    femeaj.jpg imagescvbhgff.jpg













    II - SEMENTES E BANCOS DE SEMENTES







    As grandes dvidas :


    Que sementes escolher para iniciar?


    Sementes desconhecidas so sempre uma lotaria e nunca se sabe o que esperar.

    Cultivando variedades selecionadas ,as garantias de sucesso no 1 cultivo sobem considervelmente, e ,no final ,a qualidade sempre superior ao que se encontra na rua ,mesmo que seja pouca. Antes de escolher seja que variedade for, h que ter em conta o seguinte:

    1 - Gosto pessoal : um efeito mais relaxante, mais energtico ou misto

    2 - Indicas, hibridos indicos/sativos : fcil cultivo; flora curta/mdia; boa produo( por ex ww,ss,skunk#1, variedades Fast version ou automticas.

    3 - Resistncia : fungos, pragas e clima


    Com base nisto, que banco fornece as melhores?

    1 No sei. So inumeros e produzem milhares. Optar por sementes oldschool, com nome e estabilidade reconhecida.


    2 Antiguidade do banco no mercado ( nem sempre o melhor argumento)

    3 Credibilidade no mercado - consenso positivo por parte de growers em relao s genticas de determinados bancos


    Aqui CANNABISCAFE - Biblia de Variedades
    http://variedades.cannabiscafe.net/

    e aqui
    SeedFinder.eu :: Marijuana Strain Database | Search | Research
    http://en.seedfinder.eu/ encontram um grande repositrio de todo o tipo de informao de pesquisa cannabica obrigatria no que toca a variedades e bancos




    ( continua em breve
    ltima edicin por Foxyhaze; 28/05/2017 a las 18:19 PM

  22. Los siguientes 8 Usuarios dan las gracias a Foxyhaze por este Post:

    ambrosio99 (19/04/2013), Del_rio (13/01/2013), Dika (27/03/2013), growbloom (25/07/2014), misticgreen (30/12/2012), Neeptunus (16/01/2013), Tommy_Joao (22/01/2014), W1CK (03/01/2013)

  23. #58
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    Re: Compostagem simples,solo e substrato, noes e tcnicas de cultivo biolgico

    Ts em altas Foxy!!

  24. El siguiente Usuario da las gracias a W1CK por este Post:

    Foxyhaze (24/02/2013)

  25. #59
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    Re: Compostagem simples,solo e substrato, noes e tcnicas de cultivo biolgico

    III - PREPARAO DO LOCAL DE CULTIVO











    Depois de termos umas sementes no bolso, vamos ento definir o tipo de cultivo que vamos realizar, se em casa - janela/varanda, ou na rua - jardim/quintal/ terreno ou guerrilha.






    Dentro de casa


    janela, o pior local dentro dos possiveis pela quantidade de horas de luz disponivel, ou se tm uma janela onde o sol bate o dia todo ou ento, ser necessrio mudar as plantas para outro local todos os dias ,para que continue a receberem luz suficiente, quer para vegetar, quer para florir: 5/6 horas de sol direto no muito e ,definitivamente,ser uma produo desprezivel quando comparada com plantas que recebam por volta de 8h de sol direto.

    - de notar que me refiro poca ideal(e normal) de cultivo no nosso pais entre abril e finais de outubro. Isto vlido para qualquer variedade de cannabis(regular, feminizada ou automtica) que necessita de muitas horas de luz direta. O cultivo ser feito em vaso/recipiente ,com transplantes regulares ao longo do vegetativo e inicio de flora.




    Na varanda

    Estaremos, em certos casos, beneficiados com a quantidade de horas de luz disponivel, mas tambm depender se recebe sol o dia inteiro ou se, eventualmente ,os vasos teriam de ser mudados. Neste caso ,treinos e podas so fundamentais,isto se queremos evitar olhares indiscretos e consequentes preocupaes.

    O cultivo ser feito em vaso/recipiente com transplantes regulares ao longo do vegetativo e inicio de flora.





    Alguns exemplos:


    2 Psicodelicias @ VARANDA
    http://www.cannabiscafe.net/foros/sh...cias-VARANDA-D

    Canteiro do BiokMok [Outdoor 2010]
    http://www.cannabiscafe.net/foros/sh...k-Outdoor-2010





    Terrao,jardim ou quintal, terreno agricola privado ( Cultivo controlado):


    - Mximo de horas de luz disponivel.

    - Espao: cultivo em terra ou vaso de

    grande litragem

    - Acesso rpido e controlado; regas asseguradas

    - Produo mxima possivel

    - Segurana maximizada

    - Produo de substratos compostos no local
    de cultivo/reaproveitamento de desperdicios,vegetao e
    substratos anteriores





    Alguns exemplos:

    Cultivo Exterior! Varias estirpes
    http://www.cannabiscafe.net/foros/sh...arias-estirpes


    Outdoor garden
    http://www.cannabiscafe.net/foros/sh...Outdoor-garden


    Florindo no meu terrao
    http://www.cannabiscafe.net/foros/sh...no-meu-terrao





    Guerrilha abandonada

    Matas ou terrenos baldios: as grandes desvantagens prendem-se com as regas e deslocaes aos locais e, tambm, nenhum controle sobre quem possa descobrir o local de cultivo.




    Alguns exemplos:

    Guerrilha/ Poemais
    http://www.cannabiscafe.net/foros/sh...rrilha-Poemais


    Guerrilha 2012, Auto-florescentes e Feminizadas normais. A ver se desta.. - Pgina 6
    http://www.cannabiscafe.net/foros/sh...--desta/page6









    Neste seguimento, vou iniciar a preparao do local j utilizado nos 2 anos anteriores. Para uma compreenso melhor da evoluo ver os links:




    em 2011 : Uma aventura no terrao-revegetao
    http://www.cannabiscafe.net/foros/sh...o-revegetao


    e em 2012 : Exterior 2012- Bem vindos ao quintal
    http://www.cannabiscafe.net/foros/sh...al#post3214880


    (tero sempre de passar pelas etapas descritas nos seguimentos de 2011 e 2012 - cavar, remover o excesso de pedras, juntar compostagem e substratos ) .








    Vou utilizar a compostagem com que iniciei este tema h meses atrs, agora j preparada :








    O " material"





    2013.jpg 2013(03).jpg










    A nova composteira e "a velha"




    2013(02).jpg








    Ao lado j se semearam favas



    2013(05).jpg 2013(04).jpg










    Sendo assim, vamos l utilizar a enxada rasa:






    1 Limpar a vegetao











    2 A Espalhar a vegetao sobre a rea de cultivo




    Tudo que apodrecer ali composto Mas, claro,podem ( e devem) aproveitar a vegetao para fazer o composto. Mas aqui ainda faltava algum tempo at ao incio do cultivo, ento deixei a erva espalhada sobre a rea.


    ltima edicin por Foxyhaze; 28/05/2017 a las 18:32 PM

  26. Los siguientes 11 Usuarios dan las gracias a Foxyhaze por este Post:

    ambrosio99 (19/04/2013), Dika (27/03/2013), growbloom (25/07/2014), jah_soldier (16/01/2013), Javali (15/01/2013), misticgreen (17/01/2013), Neeptunus (16/01/2013), ricardopunxs (17/01/2013), Tommy_Joao (22/01/2014), W1CK (15/01/2013), xko_plant (15/01/2013)

  27. #60
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    Re: Compostagem simples,solo e substrato, noes e tcnicas de cultivo biolgico

    III - PREPARAO DO LOCAL DE CULTIVO (continuao)







    3 Adicionar substrato composto; humus de minhoca; turfa; estrumes(etc ...)


    O que estiver disponivel em quantidade suficiente para cobrir a rea de cultivo. Foram cerca de 200 litros de composto, mas ,entretanto ,adicionarei mais. Nesta fase, em vez do composto pode ser adicionado estrume( herbiveros,aves etc) no composto e espalhar superficie da rea de cultivo , semelhana do que fiz com o composto em conjunto com a vegetao local( urtigas e outras ervas). Estamos em janeiro e at maio, os elementos e bichinhos tratam das coisas.

    No meu caso, o estrume (vaca e galinha) foi adicionado composteira inicial. Da mesma forma ,cinzas vegetais j tinham sido incluidas na compostagem, mas podem ser espalhadas tambm sobre o terreno- 1kg ou 2kg para alguns metros quadrados.

    Se deixarem secar umas ervas,paus e silvas, que tenham de cortar para limpar o terreno, queimem e aproveitem essas cinzas: Cuidado quando e onde fazem fogueiras!!!! o melhor ser trazer j preparado de casa ou colocar aos poucos na compostagem, no v o diabo...











    4 Deixar aos elementos durante algum tempo.

    Pretendo iniciar o cultivo em maio, antes disso ,ser adicionado mais substrato e cavado para revolver,misturar e arejar, para depois colocar as meninas na terra.










    e enquanto se espera, ouve-se MYSTICAL EDEN ( paraiso mistico) de ARMIK

    ltima edicin por Foxyhaze; 28/05/2017 a las 18:36 PM

  28. Los siguientes 11 Usuarios dan las gracias a Foxyhaze por este Post:

    branchbender (17/01/2013), dbb (17/01/2013), Dika (27/03/2013), Ganjaman101 (16/01/2013), growbloom (25/07/2014), Javali (16/01/2013), Morpheus PT (19/01/2013), Neeptunus (16/01/2013), ricardopunxs (17/01/2013), Tommy_Joao (22/01/2014), xko_plant (16/01/2013)

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