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Tema: Entendendo As Genéticas Por Detrás Das Nomenclaturas (Marijuana)

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    Entendendo As Genéticas Por Detrás Das Nomenclaturas (Marijuana)

    Boas a todos!!!
    Encontrei este trabalho espetacular sobre a nossa querida amada Cannábis
    Este artigo contêm muita info importante sobre a planta, por isso quis partilhar pra todos começarem a compreender melhor este magnifico ser vivo da Natureza
    Espero que gostem


    1. NOMENCLATURA

    A definição biológica de uma espécie afirma que todos os espécimes de uma população são de uma única espécie se eles são naturalmente capazes de se reproduzir sexualmente, gerando descendentes férteis. Sendo assim a Cannabis é monotípica. Porém, alguns cientistas preferem definir a espécie de acordo com as características morfológicas ou tipológicas, assim como a quimiotaxonomia também tem sido usada para categorizar populações da planta.

    Exemplos Taxonômicos
    C. sativa ssp. indica - Subespécie
    C. sativa var. kafiristanica - Variedade
    C. sativa f. Acapulco Gold - Landrace
    C. sativa "Skunk #1" - Cultivada

    2. SUBESPÉCIES

    Sativa
    Plantas altas, com formato de árvore de natal ou bambu, não muito ramificadas, de crescimento desengonçado e folhas longas e finas. Seu maior tempo de maturação se deve a uma menor quantidade de clorofila na planta, que por sua vez está diretamente ligada a uma maior quantidade de pigmentos acessoriais que protegem a planta de luz solar excessiva. Sendo então, mais adequadas a climas tropicais. Seu efeito tende a ser mais cerebral, energizante, agindo basicamente como um potenciador de humores.

    Indica
    Plantas de altura média, formato cônico, densamente ramificadas com folhas curtas e largas. São adequadas ao cultivo em climas temperados, atingem a maturidade em menos tempo e tem um rendimento maior que asSativas. Seu efeito tende a ser mais mais corporal, de relaxamento.

    Ruderalis
    Plantas baixas, não muito ramificadas, de rápido amadurecimento e vida curta. Sua principal característica é uma indiferença a mudanças no seu fotoperíodo, já que sua floração se da em resposta exlusivamente à sua idade, tão cedo ela atinja 5 a 7 pares de folhas. Contém quantidades irrisórias de THC.

    3. HÍBRIDOS

    São cruzamento de duas plantas sem parentesco direto. Essas plantas recém criadas são chamadas de F1. Se essa F1 é retrocruzada com a mãe, então sua prole será F2. F2 pode ser também o cruzamento entre irmãos e irmãs F1. Mas normalmente quando se fala em F6, significa que essa planta foi retrocruzada por 6 gerações afim de reforçar as propriedades e características da planta mãe. A cada geração a taxa de heterozigose diminui em 50%. Mais apesar de serem considerados estáveis, nem mesmo uma F20 é de fato estável, essas variações se devem aos fenótipos da planta.

    Genótipo - É o que está nos genes. Traços recessivos podem esconder-se por trás de traços dominantes e aparecer em gerações futuras.
    Fenótipo - Genótipo + Ambiente = Fenótipo

    Apesar de não existir diferença quanto a designação da geração filial (F1, F2...) entre diferentes métodos de reprodução, breeders geralmente utilizam diferentes acrônimos para manter o controle das gerações. Ex: S1, S2... (autopolinização), BX (retrocruzamento), IBL (endogamia).

    Vigor Híbrido
    Quando um híbrido é visto como superior aos seus pais, ele é chamado de Vigor Híbrido. Contudo, isso só acontece com o cruzamento de duas diferentes plantas estáveis (Homozigotos) e só aplica-se para a primeira geração de sementes (F1).

    Autoflowering
    São variedades que contém o gene de floração automática na sua composição genética.

    4. LANDRACE

    São genéticas que crescem de sementes que não foram sistematicamente selecionadas para comercialização ou desenvolvida por reprodutores de sementes e que se adaptou naturalmente as condições e ao local de onde se origina. São compostas de uma mistura heterogênea de genótipos, com características suficiente em comum para permitir o seu reconhecimento como um grupo. Com o tempo a não manutenção conforme os princípios da seleção de conservação "evolui" a variedade em uma landrace. A seguir, um breve resumo das principais landraces utilizadas na criação das genéticas comercializadas hoje em dia.

    Colombian
    Era dividida basicamente em duas linhagens. Uma das áreas húmidas de baixa atitude das zonas costeiras ao longo do atlântico, de efeito narcótico e sedativo e outra das áreas montanhosas mais áridas do interior de Santa Marta, de efeito cerebral. Mais recentemente, novas áreas de cultivo no interior do planalto centrosul e as terras altas dos vales que se estendem ao sul da costa atlântica tornaram-se as principais áreas comerciais de exportação do cultivo de Cannabis na região. A produção da La Mona Amarilla é alcançada por anelamento ou retirada de uma tira de casca do caule principal de uma planta quase madura, restringindo o fluxo de água, nutrientes e produtos vegetais. Durante vários dias as folhas secam e caem enquanto as flores morrem lentamente e se tornam amarelas. As práticas e técnicas agrículas combinadas com um processo pobre de secagem, cura e armazenamento tornaram as características buscadas nas landraces Colombian desfavoráveis, e grande parte acabou erradicada, o que tornou as antigas sementes das genéticas Colombianaltamente valorizadas pelos breeders.

    Mexican
    Principal exportador de Cannabis para os E.U.A, as landraces mexicanas eram geralmente nomeadas de acordo com a região onde eram cultivadas (Guerrero, Michoacán, Oaxacan, Tijuana, Zacatecas ...), e caracterizadas por um efeito cerebral psicoativo. Os esforços do governo mexicano em erradicar a Cannabis através da pulverização aérea de herbicida, juntamente com a introdução de landraces Thai e Afghani aos cultivos mexicanos tornaram essas genéticas dificilmente encontradas atualmente.

    Thai
    Baseada em uma indústria de artesanato canábico, onde os moradores das áreas montanhosas do norte da Tailândia cultivam sua própria Cannabis, as landraces Thai sempre foram consideradas entre as melhores do mundo. O orgulho de um agricultor em sua colheita se refletia na alta qualidade do produto sem semente, embalado cuidadosamente em cada vara, conhecida como Thai Stick. As landraces Thai são sujeitas ao hermafroditismo, mas não se sabe é uma reação ao clima temperado extremo do norte país ou se existe tendência genetica. Os efeitos das landraces Thai são bastante psicoativos. Com a popularização da variedade nos E.U.A, o cultivo na região se tornou um grande negócio, e se expandiu para as planícies do leste, em grandes plantações. Variedades de outros locais foram introduzidas, hibridizando com as espécies nativas, alterando boa parte das genéticas locais.

    Indian
    Ganja vem sendo cultivado na índia por centenas de anos. São linhagens cultivadas sem sementes, secas, curadas e fumadas. São plantas bastante resinadas e de efeitos psicoativos. O que as torna de interesse considerável aos breeders são os anos de cruzamento seletivo. A Cannabis medicinal do final do século XIV, começo do século passado, era o ganja indiano.

    Afghani
    Nenhuma outra linhagem genética foi utilizada tanto na criação de novos híbridos quanto as genéticas afegãs. Todo esse amor dos breeders se deve ao fato dessas landraces serem as candidatas ideais para a criação de novos híbridos, uma vez que as características de baixa estatura, maturação precoce e alta produção de resina são traços dominantes nas genéticas da região.

    Paraguayan (Menção Honrosa)
    Produtor de mais de metade da Cannabis produzida na América do Sul, e principal fornecedor do mercado brasileiro, o Paraguai, devido a sua fraquíssima economia, viu sua agricultura campestre ser assumida por grandes agronegócios estrangeiros, focados na produção de drogas, contrabando e lavagem de dinheiro. Antes conhecida por uma erva de qualidade, o Paraguai passou a ser conhecido por produzir uma das maconhas de pior qualidade do mundo devido as técnicas e práticas agrícolas adotadas com o objetivo de obter mais dinheiro, como por exemplo prensar a maconha enquanto ela ainda não está seca para ficar mais pesada.

    5. A GENÉTICA POR DETRÁS DOS NOMES COMERCIAIS

    História é sempre refutável, principalmente quando falamos de genéticas, onde o conflito de egos é constante. Além das teorias de conspiração que levam até o leitor mais cético a ficar com uma pulga atrás da orelha. Essa é apenas a minha interpretação resumida dos fatos.

    Skunk
    O primeiro Skunk (Colombian Gold x Afghani) era instável e foi cultivado por Sam The Skunkman no final da década de 1960. Um clone dessa planta foi adotado como projeto de estabilização da linhagem por um pequeno grupo de cultivadores, conhecidos como Sacred Seeds, resultando no que ficou conhecido como Skunk #1 (Colombian Gold x Acapulco Gold/Afghani). Mas o Skunk #1 só atingiu status de strain lendária quando Sam levou a genética para a Holanda, e a vendeu a Neville Schoenmakers, que a lançou no comércio. Mesma época que se inicia um debate sobre o verdadeiro Skunk #1, que aconteceu devido ao primeiro lote vir com predominância do fenótipo Road Kill Skunk, batizado de Skunk #2 por Sam. A criação de sementes posteriores foi concebida em torno de um esforço para suavizar o sabor e o aroma e resgatar as características do fenótipo Sweet Skunk (Skunk #1). Seu nome vem de seu odor pungente, e para poder ser considerado Skunk é preciso ter descendência dessa genética, mais não necessariamente características marcantes como o odor. No Brasil, é mais usada como um termo para diferenciar qualquer fumo de qualidade superior.

    Haze
    Em 1969, G., um surfista local de Santa Cruz na Califórnia, resolveu plantar Cannabis pra conseguir ter seu fumo de graça e de quebra fazer um trocado rápido. Plantou algumas sementes de Punto Rojo (landrace colombiana), que foram polinizadas dando origem a 4 fenos: Magenta (Purple Haze), Blue, Silver e Gold. G., em parceria com um amigo, plantaram esses fenótipos por algumas temporadas, selecionando sempre os melhores exemplares para a produção das sementes do cultivo seguinte. O nome Original Haze é uma homenagem a música Purple Haze do Jimi Hendrix. Durante a década de 1970, três irmãos, dois dos quais cursavam faculdade em Santa Cruz, começaram a movimentar grandes quantidades de Original Haze para a região leste americana. A criação do Original Haze é muitas vezes erroneamente atribuida a eles, os Haze Brothers, como seu auto-denominavam. Em 1984, Sam The Skunkman, que morava no mesmo quarteirão que G., se mudou para a Holanda, levando com ele as genéticas Haze. Sam vendeu essas sementes para algunsbreeders, perpetuando e preservando a genética. Para poder ser considerado Haze, um híbrido precisa ser resultante da polinização de um macho de Original Haze.

    G-13
    É a genética que acumulou a maior quantidade de mitos urbanos. A história mais propagada é de que era cultivada nos anos 1970 pelo governo dos E.U.A e usada em pesquisas e estudos na universidade do Mississipi, sendo 23 plantas de semente Afghani, rotuladas de G1 a G23, sendo a G13 muito supeior as outras. É mais provável que Neville Schoenmakers tenha conseguido seu clone de G13 através de Sandy Weinstein, um dos supostos membros fundadores do coletivo Sacred Seed, que havia trabalhado com 23 plantas de landrace afegãs que ele batizou de G1 a G23, uma vez que os acrônimos A1, A2... já estavam sendo utilizados em outro projeto. Diz a lenda, que logo após a morte de Sandy Weinstein em 1987, todos os clones adquiridos por Neville também definharam.

    Northern Lights
    Foi supostamente cultivada por um homem conhecido como The Indian em uma ilha perto de Seattle. Aparentemente eram 11 plantas da variedade Afghani denominadas de Northern Lights #1 até Northern Lights #11. Foi adquirida por Neville em 1985 através de Robert Clarke, sendo sementes de 5 linhagens da Northern Lights (#1, #2, #5 e 2 machos), que Neville Schoenmakers utilizou para hibridações e endocruzamentos. Essas plantas vieram a dar origem a uma enorme quantidade de híbridos, por serem uma das genéticas mais resinadas conhecidas na época.

    Cheese
    Originaria de um fenótipo fêmea de um pacote de Skunk #1, o fenótipo Cheese tem sido passado adiante desde o final da década de 1980 por uma rede clandestina de produtores no Reino Unido. Seu lançamento no comércio se deu pelas mãos de Big Buddha, que cruzou um clone do fenótipo com uma planta Afghani, preservando parte do sabor e aroma forte de queijo e o efeito estimulante do Cheese original. Para poder ser considerado Cheese, é preciso ter descendência do fenótipo Cheese.

    Diesel
    Novamente mais de uma versão com similaridades, dependendo de quem conta a história. A mais aceita é que nasceu de uma semente de ChemDawg. Clones dessa planta foram distribuidos entre amigos, híbridos criados e lendas nasceram. Sendo as 3 mais famosas Original Diesel (Diesel #1, Headband, Daywrecker Diesel, Underdawg), Sour Diesel e OG Kush. Seu nome é originário do aroma e sabor da genética e para poder ser considerada Diesel, é preciso ter descendência dessa genética, ou possuir um perfil terpenoico similar.

    White
    White Widow (Brazilian Sativa x South Indian Indica) foi a primeira genética White, desenvolvida por Shantibaba (Scott Blakey) e lançada em 1994 enquanto coproprietário da Greenhouse Seeds, juntamente com Arjan. Após o relacionamento entre os dois deteriorar, Shantibaba vendeu sua parte da Greenhouse Seeds Co. em 1998 pro sócio, e com ajuda de Howard Marks e Neville Schoenmakers fundou o Mr. Nice Seeds. Para se diferenciar dos concorrentes que também passaram a vender as variedades White, Shantibaba renomeou as mesmas, sendo a White Widow renomeada para Black Widow. Seu nome original vem da grande quantidade de tricomas ao final da floração, o que a faz parecer branca embaixo da luz. Para poder ser considerada White, é preciso ter descendência genética da Black Widow e/ou aparentar esbranquiçada embaixo da luz. Outra linha de pensamento atribui a criação das genéticas White a Ingemar, proprietário do seedbank De Sjamaan.

    Kush
    Refere-se a um subconjunto de variedades Indicas proveniente principalmente do Afeganistão, e por vezes Irã, Paquistão e norte da Índia. Seu nome vem da cordilheira do Hindu Kush, entre o Paquistão e o Afeganistão. Sua principal característica é a grande potência.

    Hash
    Refere-se a um subconjunto de variedades encontradas em todos os países que fazem fronteira com a cordilheira do Hindu Kush. Seu nome se deve ao fato de serem muito usadas para produção de haxixe na região.

    Brown/Gold/Orange/Yellow
    Embora mudanças de cor indiquem carências nutricionais, elas ocorrem também em exemplares saudáveis e são resultado de infuências genéticas e ambientais, se manifestando principalmente perto do fim do ciclo de vida da planta, já que com o alongamento do ciclo de escuridão, a planta vai parando de produzir clorofila e consequentemente revelando pigmentos carotenoides, que protegem a clorofila do excesso de luz. Os carotenoides tem também valor antioxidante e anticancerígeno. O ph do fluido celular é que determina a variação de cor, e cada variedade possui uma combinação única de clorofila, carotenoides e potencial para a produção de antocianinas, criando toda essa diversidade de cores nas variedades.

    Blue/Purple/Red
    O desenvolvimento dessas cores depende do potencial genético para a produção de pigmentos antociânicos que atuam como uma espécie de filtro solar, absorvendo a luz azul-verde e UV, protegendo assim os tecidos da fotoinibição. Não alteram o odor da planta mais podem influenciar no sabor. As antocianinas não são sintetizadas até que a planta comece a quebrar a clorofila, presumivelmente para fotoproteção durante a translocação de nitrogênio. No entanto, a cor não aparecerá se as condições ambientais não forem favoráveis. Para encorajar a formação dessas cores, sugere-se diminuir a temperatura a noite e/ou regar com água gelada durante as últimas semanas de floração.

    Outros
    Características das plantas como rápida maturação, altura, aromas, sabores e etc., também são frequentemente utilizados na escolha dos nomes. (Ex: Early Pearl, Low Girl, Chocolate Thai, Lemon Skunk).

    6. CANABINOIDES

    Canabinoides são um grupo de substâncias originalmente encontradas na planta Cannabis, mas que se referem a qualquer substância que é especificamente reconhecida pelo sistema canabinoide no corpo. Atualmente reconhece-se três tipos de canabinoides: fitocanabinoides; endocanabinoides (encontrados no corpos de humanos e de outros animais), e canabinoides sintéticos. A Cannabis contém pelo menos 489 componentes químicos, 70 dos quais são fitocanabinoides. Fitocanabinoides existem em várias espécies de plantas diferentes.

    Os efeitos dos canabinoides sobre as funções emocional, cognitiva e psicomotora variam de acordo com a experiência do usuário e seu estado no momento do consumo. Os efeitos psicológicos mais marcantes do THC podem ser divididos em quatro grupos: 1. Afetivos (euforia, alegria), 2. Sensorial (maior percepção de estímulos externos e do próprio corpo), 3. Somáticos (sensação de corpo flutuante ou de queda), 4. Cognitivo (percepção do tempo perturbado, falha de memória, problemas de concentração).

    Tetrahydrocannabinol
    Mais conhecido como THC, Tetrahydrocannabinol é o composto primário responsável pelos efeitos psicoativos da Cannabis. Possui propriedades analgésicas, anti-inflamatórias, antieméticas, antiespasmódicas, antiproliferativas, antitremor e euforizantes, além de ser um estimulante natural de apetite. O THC interfere com partes do cérebro controladas pelo neurotransmissor endógeno anandamida, que atua em áreas como a memória, fome, sono e sensação de dor.

    Cannabidiol
    Mais conhecido como CBD, Cannabidiol é o composto principal da Cannabis medicinal. Possui propriedades analgésicas, ansiolíticas, anti-inflamatórias, anti-isquêmicas, antibacterianas, anticâncer antiproliferativas, anticonvulsivantes, antidiabéticas, antieméticas, antiepilépticas, antiespasmódicas, antioxidantes, antiprocinéticas intestinais, antipsicóticas, antipsoriáticas, imunomoduladoras, imunossupressoras, neuroprotetoras e vasorelaxante, além de agir como um estimulante ósseo e relaxante muscular.

    Cannabinol
    Mais conhecido como CBN, Cannabinol é o produto da degradação do THC. O CBN também é produzido naturalmente pela planta mas somente em quantidades vestigiais. Possui propriedades analgésicas, antiespasmódicas, e anti-insônia. Está associado a uma erva de má qualidade devido a um processo incorreto de secagem, cura e armazenamento. Os prensado costumam possuir até 90% de CBN em relação ao THC inicial. Quanto mais forte o cheiro de amônia, maior o teor de CBN. O odor que remete a amoníaco provém da degradação acelerada do nitrogênio resultante da alta humidade, aliada ao rompimento dos tricomas pela prensagem, sinalizando o apodrecimento da matéria.

    Relaçao THC:CBD
    O CBD bloqueia os efeitos mentais do THC somente se consumido previamente a utilização do THC. O uso em conjunto atrasa o processo de "ficar doidão", prolongando assim a duração dos efeitos. THC e CBD são canabinoides sinérgicos.

    7. CANABINOIDES: MITOS E CURIOSIDADES

    M: Canabinoides só existem nos buds.
    R: A maioria, se não todos os canabinoides, são produzidos via síntese e armazenadas por glândulas de resina microscópicas que estão em toda a superfície da planta.

    M: A percentagem de canabinoides dos buds de uma planta é homogênea.
    R: Existe diferença de potência entre os buds de uma mesma planta, com a potência aumentando gradualmente em direção ao topo da planta, onde se encontra o bud mais potente.

    M: Canabinoides só começam a ser produzidos durante a floração.
    R: Os canabinoides já estão sendo produzidos durante o crescimento vegetativo.

    M: O tempo de vegetativo não influencia o perfil de canabinoides da planta.
    R: A idade da planta influencia a produção de canabinoides. Plantas colocadas para florescer antes de chegar a maturidade vegetativa não atingirão seu potencial máximo de produção.

    M: Quanto maior o tempo de cura, maior a quantidade de CBD.
    R: Não da pra se criar algo que já não está ali presente. Porém, a meia-vida do CBD é aproximadamente três vezes maior que a do THC.

    C: É possível se beneficiar das propriedades medicinais sem ativar os efeitos psicoativos?
    R: THCA quando aquecido sofre descarboxilação, convertendo-se na sua forma mais psicoativa, o THC. Portando, formas de consumo da Cannabis crua, como sucos ou mascar folhas não proporcionam efeitos psicoativos, porém, não significam maior eficácia médica.

    C: Qual a proporção ideal entre THC e CBD?
    R: A proporção depende do objetivo do usuário ou da doença sendo tratada, mas medicinalmente acredita-se que a proporção de 1 parte THC para 1 parte CBD é a que tem que melhor efetividade com o mínimo de efeitos colaterais "desagradáveis".

    C: O que determina o conteúdo dos canabinoides de uma variedade?
    R: Suas origens geográficas. Geralmente variedades originarias ao norte de latitude 30° N contém CBD como o canabinoide mais prevalente, e variedades originarias ao sul de latitude 30° N contém quantidades mais altas de THC.

    C: O que determina a quantidade de canabinoides produzidos?
    R: A interação da genética com o meio-ambiente.

    C: Qual a percentagem máxima possível de THC em um bud?
    R: Os canabinoides correspondem no máximo a um terço da resina, portanto teoricamente 33%.

    C: Qual a percentagem máxima de THC documentada em uma amostra?¹
    R: 29.2% em uma amostra de White Dog.

    C: Qual a percentagem máxima de CBD documentada em uma amostra?
    R: 19.8% em uma amostra de Cannatonic.

    ¹ Excluem-se aqui 2 amostras que registraram 33.1% e 33%. Uma, desconhecida, é resultante de medição feita pelo governo americano em uma de suas apreensões. E a outra, Tutankhamon, foi analisada na Spannabis 2011, mas sua documentação não está disponível para consulta. Sendo assim desconsideradas pela falta de documentação comprovativa.

    8. TERPENOIDES E FLAVONOIDES

    Terpenoides
    Terpenoides são uma grande e diversificada classe de compostos orgânicos de origem vegetal, e são essenciais na formação dos sabores e aromas da Cannabis assim como seus diferentes efeitos. Existem mais de 120 diferentes terpenoides na Cannabis, alguns em menor, outros em maior quantidade. Terpenoides desempenham um papel fundamental no reino vegetal, em aspectos como proteção contra insetos e estresses ambientais, assim como matéria-prima química de moléculas mais complexas, como canabinoides. Muitos terpenoides vegetais agem sinergicamente com outros terpenoides e alguns servem tanto para catalisar quanto para inibir a formação de outros compostos. Terpenoides pode mitigar a perda de memória, o THC provoca déficits colinérgicos no hipocampo, que pode ser revertido pela inibição da enzima acetilcolinesterase. A seguir temos uma descrição de alguns dos terpenoides encontrados mais frequentemente na Cannabis.

    Mirceno - É o terpenoide mais prevalente na maioria das variedades de Cannabis. Seu odor é terroso, cítrico, frutado, apimentado, com nuances de mangas tropicais e menta. É um potente analgésico, anti-inflamatório, antibiótico e antipsicótico. Bloqueia a ação do citocromo B aflatoxina e outros pró-mutagênicos que estão implicados no processo de carcinogênese. Esta associado a efeitos antidepressivos e comportamento edificante. É provavelmente uma sinérgico do THC, uma combinação das duas moléculas cria uma experiência mais forte do que o THC sozinho. Mirceno provavelmente afeta a permeabilidade das membranas celulares, permitindo a uma maior quantidade de THC alcançar as células do cérebro.

    Limoneno - Possui propriedades imunoestimulantes, ansiolíticas, antibacterianas, antifúngicas e anticancerígenas, inibindo a cascata de genes ras, que promovem o crescimento do tumor. É utilizado para promover sinergicamente a absorção de outros terpenoides, penetrando as membranas celulares, e responsável por fazer o efeito da Cannabis bater mais forte logo de início. As plantas utilizam o limoneno para repelir predadores. Em humanos, o limoneno facilita uma resposta direta, permeando rapidamente a barreira sangue-cérebro. O resultado é o aumento da pressão arterial sistólica. Esta associada a efeitos antidepressivos, e comportamento alerta, inquieto. Limonenos análogos podem sinalizar ao cérebro efeitos de flutuabilidade, sexualidade, ou atenção centrada. Seu odor é cítrico, com nuances de alecrim, zimbro e/ou menta, e sua contribuição para a brisa psicodélica, cerebral, pra cima, clara, com picos de euforia.

    Pineno - Possui propriedades antibióticas, antineoplásicas, antisépticas, anti-inflamatórias, estimulantes e expectorantes. Atravessa facilmente a barreira sangue-cérebro, onde age como um inibidor da acetilcolinesterase, ou seja, inibe a atividade de uma substância química que destrói uma molécula de transferência de informação, resultando em uma melhor memória. é também um broncodilatador, a fumaça parece expandir-se em seus pulmões e a brisa vem muito rapidamente uma vez que uma percentagem elevada da substância passa para a corrente sanguínea e ao cérebro. Esta associada a efeitos de satisfação pessoal, aumento de foco, relaxamento e energização. Seu odor remete a pinheiros, sendo um dos prováveis responsáveis pelo odor pungente das variedades Skunk.

    Terpineol - Possui propriedades antibióticas, antimaláriais, antioxidantes, inibidora da acetilcolinesterase e sedativas. Seu efeito esta associado a famosa sensação de derretimento no sofá. Seu odor é cítrico com nuances de flor de maçã, tília e/ou lilás, e apesar do seu odor não estar associado a efeitos corporais, é normalmente encontrado em variedades de cannabis com grandes níveis de pineno, responsável por mascarar os odores do terpineol.

    1,8-Cineol - Possui propriedades antibióticas, antinociceptivas, antivirais, anti-inflamatórias, estimulantes e inibidora da acetilcolinesterase. É usado para aumentar a circulação, alívio da dor e outras aplicações tópicas. Cineol atravessa facilmente a barreira sangue-cérebro e provoca uma reação rápida e olfativa. é um dos provável responsável pelos efeitos estimulantes e instigantes da brisa.

    Borneol - É considerado um sedativo calmante na medicina chinesa. Utilizado na recuperação da fadiga, recuperação de doenças e estresse. Tem um efeito calmante e aspectos psicodélicos. Seu odor remente ao aroma mentolado da cânfora.

    Linalol - Possui propriedades ansiolíticas, antidepressivas, antipsicóticas, imunopotenciadoras e sedativas. Está sendo testado no tratamento de diversos tipos de câncer. Possui aroma floral reminiscente das flores da primavera, com toques picantes.

    Pulegona - É um inibidor da acetilcolinesterase, ou seja, interrompe a ação de uma proteína que destrói a acetilcolina, que é usada pelo cérebro para armazenar memórias. Pulegona pode neutralizar a atividade do THC, que leva a baixos níveis de acetilcolina, ou seja quanto maior o nível de pulegona, menor a perda de memória. Tem também propriedades antipiréticas e sedativas. Seu cheiro remete ao odor mentolado da cânfora, e é bastante pela indústria de doces para dar sabor a balas e chicletes.

    Cariofileno - Possui propriedades analgésicas, antialérgicas, antimalariais, antitumorais, anti-edêmicas, anti-inflamatórias, bactericidas, citoprotetoras e repelente. Em doses elevadas, é um bloqueador dos canais de íons de cálcio e potássio, dificultando a pressão exercida pelos músculos do coração. Não esta envolvido em mudanças no humor. Tem um odor doce, amadeirado, que remete a cravo seco, e gosto picante da pimenta com nuances de cânfora e adstringente cítrico.

    Delta-3-Careno - É utilizado para secar o excesso de fluidos, lágrimas, nariz escorrendo, fluxo menstrual em excesso e transpiração, e o provável responsável pelos efeitos de boca e olhos secos, experienciados por alguns usuários de Cannabis. Possui um odor doce picante.

    THC puro é sem graça, unidimensional, e tem pouca individualidade, mas em conjunto com pequenas quantidade de terpenoides cada variedade ganha sua propria personalidade, uma vez que os terpenoides modulam os efeitos psicoativos e fisiológicos da Cannabis, afetando o humor, sensibilidade e percepção dos sentidos, assim como percepções corporais, tais como equilíbrio e dor. Cerca de 10-29% da resina é composta de terpenoides, e suas proporções e quantidades presentes é afetada de acordo com o tempo de maturação, genética e meio ambiente. O horário da colheita também é importante já que as plantas possuem uma maior quantidade de terpenoides após um período de escuridão, uma vez que a luz e o aumento das temperaturas contribuem para a evaporação dos terpenoides que estão constantemente sendo produzidos pelas plantas, e por isso costuma-se colher de manhã cedo.

    Ed Rosenthal sugere que consumindo-se alimentos com terpenoides em comum com a variedade, em antecedência a inalação da Cannabis, é possivel realçar os efeitos da combinação desse terpenoide com o THC. Por exemplo, mirceno é um terpenoide importante na qualidade de certas variedades de Cannabis, particularmente as Sativas, de regiões tropicais. Se uma manga for consumida 1 hora antes da inalação do fumo, a adição de mirceno ao corpo, proporcionada pela manga, terá supostamente um impacto profundo na qualidade dos efeitos.

    Flavonoides
    Os flavonoides são fenóis policíclicos aromáticos encontrados em diversas espécies vegetais. Cerca de 20 flavonoides são encontrados na Cannabis, sendo alguns exlusivos da espécie. Flavonoides, assim como os terpenoides, exercem uma ampla gama de efeitos biológicos. Protegem as plantas dos raios ultravioletas, sendo os responsáveis pelas diferentes cores encontradas nas variedades. Possuem propriedades antialérgicas, anticancerígenas, antioxidantes, antivirais e anti-inflamatórias. Estudos epidemiológicos indicam também que doenças cardíacas são inversamente relacionada à ingestão de flavonoides, uma vez que esses impedem a oxidação da lipoproteína de baixa densidade, reduzindo assim o risco de desenvolvimento da aterosclerose. Os flavonoides podem ter um papel na prevenção e/ou tratamento de condições de saúde como: alergia, asma, catarata, degeneração macular, dermatite atópica, diabetes, doença periodontal, enxaqueca, gota, hemorroida, úlcera de estômago e varizes.

    9. POTÊNCIA

    A potência depende exclusivamente da proporção entre os canabinoides na matéria vegetal. Os extratos, como o haxixe, apenas condensam uma maior quantidade de canabinoides em uma menor superfície. Não é a potência da cannabis que vem aumentando ao longo dos anos, mas sim o conhecimento das técnicas e cuidados apropriados nos cultivos, e na produção dos extratos da cannabis que vem sendo aperfeiçoado.

    Tricomas vs. Canabinoides
    A planta fêmea possui 5 formas de tricomas: 1. Tricomas unicelulares simples, que possuem a função de reduzir a perda de água e fornecer algum isolamente contra temperaturas extremas. 2. Tricomas cistolíticos, que reduzem a palatabilidade da folhagem aos predadores. 3. Tricomas anteriais sésseis, que estão conectados a polinização e produção de sementes. 4. Tricomas bulbosos, de função ainda desconhecida. E, 5. Tricomas capitado pedunculados, abundantes no cálice, bráctea, bractéola e pecíolo da planta fêmea. Costumam formar uma densa pubescência que haje como barreira física para pequenos insetos fitófagos, e que também providencia alguma proteção contra ventos frios dessecantes. Ao refletir a luz infra-vermelha, uma pubescência densa de tricomas tem também propriedades de resfriamento e, sendo igualmente eficaz em todo o espectro de luz, reflete também a luz ultra-violeta.
    A resina da cabeça de um tricoma capitado pedunculado possui um volume aproximadamente oito vezes maior que a de um tricoma séssil. E essa diferença pode ser ainda maior já que tricomas capitado pedunculados também possuem uma maior concentração de canabinoides. A capacidade da planta para biosintetizar canabinoides está provavelmente ligada a quantidade de energia disponível. Assim como os canabinoides, a maioria dos monoterpenos e sesquiterpenos encontrados na Cannabis também estão localizados em tricomas glandulares.

    Maturação vs. THC/CBD
    Parece que as condições exigidas para o catabolismo oxidativo de THC para CBN não são os mesmos que aqueles que causam a coloração âmbar nos tricomas. Mas apesar de não existir ligação direta, a coloração dos tricomas é frequentemente usada como indicativo para a colheita. Conforme a coloração vai passando de transparente pra âmbar, a percentagem de CBD tende a aumentar, enquanto que a percentagem de THC tende a diminuir. Colher muito cedo, vai realçar os efeitos psicóticos da Cannabis, por isso recomenda-se esperar que a planta mature mais, e desenvolva outros compostos que vão modular e balancear os efeitos do THC, tornando a brisa mais agradável.

    Temperatura vs. THC/CBD
    Temperaturas mais frias aumentam significativamente a proporção de CBD dentro do perfil de canabinoides. Uma possível explicação é que em condições mais frias a sintase do CBD é capaz de competir pelo precursor comum CBGA de modo mais favorável que a sintase do THC. Como sugere-se que as sintases do CBD e THC existem em mais de uma isoforma, podem existir outros quimiotipos heterozigotos mistos que sintetizam diferentes proporções de uma ou ambas as sintases, e que podem sintetizar de forma diferente a temperatura. Também é possível que a produção de um ou outro seja induzida pela ativação de um gene não identificado. De qualquer maneira, a capacidade de maior produção de CBD em condições frias pode ser uma característica hereditária que em algum momento melhorou a capacidade de sobrevivência da espécie.

    10. PROCESSO DE ESCOLHA

    Centenas de novas variedades surgem todos os anos, mas se considerarmos alguns fatores durante o processo de seleção, é possível facilitar essa escolha, e encontrar as melhores opções para cada caso. O primeiro fator é a forma de cultivo. O cultivo outdoor apesar de não limitante na escolha da variedade, limita o número de safras de acordo com sua região geográfica. No cultivo outdoor, variedades Sativas prosperam melhor em climas tropicais (quanto mais próximo da linha do equador melhor), e variedades Indicas prosperam melhor em climas temperados (quanto mais próximo de regiões de 30 graus de latitude norte ou sul melhor). Já o cultivo indoor, vem acoplado de diversos fatores que podem limitar a escolha da variedade. Isso ocorre porque diferentes espécies e variedades apresentam diferentes padrões de crescimento, e reagem de maneiras diferente às técnicas de cultivo e ao ambiente. Somente após estabelecidos o local e método de cultivo é possível analisar os fatores de caráter pessoal, como efeitos, aromas e sabores. Cabe ao consumidor usar o bom senso e pesquisar a(s) variedade(s) mais adequada(s) à(s) sua(s) necessidade(s).

    Variação Fenotípica
    Assim como acontece com os seres humanos, dois irmãos filhos dos mesmo pais, podem ser completamente opostos em suas qualidades. Isso ocorre devido as variações fenotípicas resultantes do cruzamento de diferentes variedades. Por exemplo, suponhamos que João germinou duas sementes feminilizadas da variedade Malbécia (fictícia), que ele apelidou de Abel e Caim, com a intenção de selecionar uma planta mãe pro seu sistema de cultivo perpetual. João tirou clones de seus fenótipos e colocou as plantas pra florescer. Abel demorou 10 semanas pra florescer, ficou com um tamanho final de 1 metro e resultou em um fumo com 20% de THC e 1% de CBD, já Caim demorou 8 semanas pra florescer, ficou com um tamanho final de 60cm e resultou em um fumo com 6,5% de THC e 13% de CBD. Como João é um usuário medicinal, optou por matar os clones de Abel, e transformou um dos clones de Caim em uma planta mãe para seu perpetual.

    Seed Brands
    Assim como acontece com os produtos que são consumidos por uma grande parcela da população, a quantidade de marcas e variedades de Cannabis é bem extensa. São centenas de marcas e milhares de variedades, que podem tornar o processo de seleção laborioso, e o consumidor precisa estar atento para não comprar gato por lebre. Não existe copyright das genéticas ou nomes das plantas, então, quando uma genética atinge grande notoriedade, é normal que outras marcas comecem a vender sua própria versão, assim como a utilizam para novas cruzas. Mais de 90% das genéticas que ganharam status de strains lendárias não são encontradas para comercialização, já que estão extintas ou nas mãos de alguns poucos indivíduos. E entre as disponíveis, boa parte já perdeu qualidade pois não tem o mesmo vigor de 10, 20 anos atrás. Assim como acontece com qualquer produto, diferentes marcas possuem diferentes reputações, desde o pequeno produtor orgânico até o renomado produtor em larga escala. Não existe uma marca melhor do que a outra, o que existe é a preferência do consumidor que é limitada de acordo com suas experiências. O segredo da qualidade está em uma seleção e reprodução conscientes, e o potencial genético está diretamente ligado as habilidades do cultivador.

    Boas leituras

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  3. #2
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    Re: Entendendo As Genéticas Por Detrás Das Nomenclaturas (Marijuana)


  4. Los siguientes 8 Usuarios dan las gracias a Jim*Morrison por este Post:

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  5. #3
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    Re: Entendendo As Genéticas Por Detrás Das Nomenclaturas (Marijuana)

    muito bom, vou aderir o tema.

  6. Los siguientes 2 Usuarios dan las gracias a Foxyhaze por este Post:

    Ganjaman101 (09/09/2012), Jim*Morrison (11/09/2012)

  7. #4
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    Re: Entendendo As Genéticas Por Detrás Das Nomenclaturas (Marijuana)

    O artigo ''Original'' foi retirado do Blog Cannabicultura, aqui no canto PT do CC não tinha nada parecido por isso resolvi postar

    Última edición por Ganjaman101; 09/09/2012 a las 14:53 PM

  8. Los siguientes 2 Usuarios dan las gracias a Ganjaman101 por este Post:

    DRKpjc (28/02/2013), Jim*Morrison (11/09/2012)

  9. #5
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    Thumbs up Re: Entendendo As Genéticas Por Detrás Das Nomenclaturas (Marijuana)

    Não te preocupes Ganja Man, coloquei o link apenas para complementar !

    Se tu veres quanta coisa boa tens no brasil retirada aqui do Cultivo Em Portugal !

    Quando eu era moderador do patio brasileiro tudo que eu via de bom aqui pedia para o tommy copiar pra lá !

    Aqui tens um exemp´lo ! http://www.cannabiscafe.net/foros/sh...ke-report-V1-0

    Abraços fortes daqui do Brasil e parabens a todos pela exelente organização da casa !!

  10. Los siguientes 4 Usuarios dan las gracias a Jim*Morrison por este Post:

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  11. #6
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    Re: Entendendo As Genéticas Por Detrás Das Nomenclaturas (Marijuana)

    Cita Iniciado por Jim*Morrison Ver Mensaje
    Não te preocupes Ganja Man, coloquei o link apenas para complementar !

    Se tu veres quanta coisa boa tens no brasil retirada aqui do Cultivo Em Portugal !

    Quando eu era moderador do patio brasileiro tudo que eu via de bom aqui pedia para o tommy copiar pra lá !

    Aqui tens um exemp´lo ! http://www.cannabiscafe.net/foros/sh...ke-report-V1-0

    Abraços fortes daqui do Brasil e parabens a todos pela exelente organização da casa !!
    Claru Jim é na boa, eu até é que me esqueci de meter a fonte do artigo em baixo
    E é sempre bom compartilhar ideais e infos com todo o mundo, e principalmente tarmos Unidos pla mesma Causa e ideologia
    Eu as vezes vou dar umas espreitadelas ao Cantinho do Brasil e têm lá muito boa info e claro belos cultivos

    Aquele abraço desde a ''Tuga''

  12. El siguiente Usuario da las gracias a Ganjaman101 por este Post:

    Jim*Morrison (12/09/2012)

  13. #7
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    Re: Entendendo As Genéticas Por Detrás Das Nomenclaturas (Marijuana)

    grande jim, sempre atento!
    venha daonde vier e sempre bom saber os creditos desse texto, que e muito bom.
    bom trabalho ganjaman.

  14. Los siguientes 2 Usuarios dan las gracias a el chulye por este Post:

    Ganjaman101 (14/09/2012), Jim*Morrison (26/12/2012)

  15. #8
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    Re: Entendendo As Genéticas Por Detrás Das Nomenclaturas (Marijuana)

    pelo post,então sou novo aki queria que v6 me falasem qual ea melhor Northern Lights OU shiva skunk pretendo cultivalas com hidroponia ,v6 podem me ajudar nessa ?

  16. El siguiente Usuario da las gracias a biel9979 por este Post:

    Jim*Morrison (26/12/2012)

  17. #9
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    Re: Entendendo As Genéticas Por Detrás Das Nomenclaturas (Marijuana)

    Post exelente, já andava á procura disto á algum tempo.

    bons fumos

  18. Los siguientes 2 Usuarios dan las gracias a Morpheus PT por este Post:

    DRKpjc (28/02/2013), Jim*Morrison (26/12/2012)

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