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Tema: estado da nação

  1. #151
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    Re: estado da nação

    juizo?? não percebi é que nem se trata de uma opinião é um facto ESTá tudo pior TUDO pior e depois de bater no fundo se a economia não melhorasse ai jasus, o que até nem melhorou) e atenção que nem fui mal criado faltou um smile já que num forum não dá para perceber a minha cara quando respondo.

    não tem nada a haver com juízo eu respeito a opinião de todos mas não me enganem com graficos de blogs neo liberais pró governo...

    e repito a vida em portugal está melhor para meia duzia de pessoas e tenho pena e até percebo que mais valia estar quieto já que não tenho paciencia nem tempo para andar aqui a desmascarar todo o retrocesso social provocado por 3 anos de destruição que por melhor que alguns estejam vai durar decadas .

    abraço

  2. Los siguientes 2 Usuarios dan las gracias a fortyone por este Post:

    Dika (10/07/2014), elcabong (27/06/2014)

  3. #152
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    Re: estado da nação

    a melhoria na economia é relativamente simples de entender. Quando o estado aumenta os impostos tem mais rendimentos. Quando aumenta o IVA há menos compras, logo menos importações, logo menos dinheiro a sair do país.
    Mas porque a nossa principal fonte de exportações está em crise, a Espanha, também há menos exportações. Logo as nossas empresas não conseguem crescer.

    Portanto, suponho que a melhoria económica é uma treta. Simples jogos com números. Tenta-se não falir.

    Ando a trabalhar em Espanha. Confesso que é um alívio não ouvir o martelar de todos os dias se falar sobre a crise. Dá que pensar como nós estamos e como uma sociedade a 150 kms está. É lindo ver dezenas crianças nas aldeias a brincar nos parques. Dá que pensar como irá ser o nosso país daqui a 20 anos, ainda mais envelhecido.



    http://www.dinheirovivo.pt/economia/...ent_id=3910674
    Última edición por elcabong; 30/06/2014 a las 23:24

  4. Los siguientes 5 Usuarios dan las gracias a elcabong por este Post:

    1000k (28/06/2014), Dika (10/07/2014), DUSKnenixs (28/06/2014), Filipinho (28/06/2014), fortyone (27/06/2014)

  5. #153
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    Re: estado da nação

    Então pessoal!! Preparados para pagar mais uma falencia de um banco? Vamos todos contentes até aqueles que julgam ou acreditam que viveram acima das suas possibilidades! Que maravilha, enquanto se cortam pensões direitos dos trabalhadores, na saúde e na educação vamos mais uma vez pagar as loucoras dos intocaveis acima da lei corruptos e desumanos banqueiros.

  6. Los siguientes 3 Usuarios dan las gracias a fortyone por este Post:

    Dika (03/08/2014), Filipinho (02/08/2014), Foxyhaze (03/08/2014)

  7. #154
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    Re: estado da nação

    Não são só os banqueiros, é todo um País... É interessante notar que todos os grandes partidos portugueses têm negócio com o BES.
    Última edición por Filipinho; 02/08/2014 a las 02:00

  8. El siguiente Usuario da las gracias a Filipinho por este Post:

    fortyone (04/08/2014)

  9. #155
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  10. Los siguientes 3 Usuarios dan las gracias a Dika por este Post:

    ahpoixeh (03/08/2014), fortyone (04/08/2014), Shariff (04/08/2014)

  11. #156
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    Re: estado da nação

    Mas alguém acredita mesmo que não vai sobrar para nós cidadões contribuintes desta republica das bananas!?
    Vejam o que diziam a umas semanas atrás estas figuras credibilissimas e que até nem costumam mentir;

    Carlos Costa, governador do Banco de Portugal:
    3 de Julho de 2014 - “A situação de solvabilidade do BES é sólida, tendo sido significativamente reforçada com o recente aumento de capital. O Banco de Portugal tem vindo a adotar um conjunto de ações de supervisão, traduzidas em determinações específicas dirigidas à ESFG e ao BES, para evitar riscos de contágio ao banco resultantes do ramo não-financeiro do GES.”

    10 de Julho de 2014 - O Banco de Portugal voltou hoje a afirmar que o Banco Espírito Santo (BES) está sólido, no dia em que os receios em torno da situação no Grupo Espírito Santo (GES) se adensaram e contribuíram para penalizar os mercados europeus.

    15 de Julho de 2014 - Governador do Banco de Portugal volta a garantir que o Banco Espírito Santo está sólido e que não há risco sistémico.

    18 de Julho de 2014 - O governador do Banco de Portugal assegura que o BES está sólido.
    Maria Luís Albuquerque, ministra das Finanças de Portugal: Passos Coelho, primeiro-ministro de Portugal:Cavaco Silva, presidente da República Portuguesa:
    não foi por acaso que o salgado não pediu uns trocos da troika para o seu banco se o pedisse era fiscalizado e talvez entalado preferiu deixar andar. Esse mesmo ricardo que fez em pouco tempo 3 declarações de IRS
    http://www.ionline.pt/artigos/portug...euros-ao-fisco

    Mas engraçado é que esta gente passam a vida a dizer que o estado gasta demais com a educação, saúde subsidios de desemprego etc mas depois são o que mais se aproveitam e beneficiam de milhares de milhões de dinheiro do estado, como explica muito bem o pedro adão e silva numa parte da crónica que deixo abaixo

    «Não passa uma semana sem que se ouça alguém argumentar que a generosidade do Estado social comporta um risco moral, na medida em que dá incentivos perversos aos seus beneficiários. Os pobres encostam-se ao rendimento mínimo e os desempregados ao subsídio de desemprego, alimentando uma cultura de dependência com efeitos perversos para o conjunto da sociedade. Curiosamente, os mesmos que se apressam a falar de risco moral associado ao Estado social não aplicam a mesma bitola ao comportamento de banqueiros.
    É sintomático e vale a pena colocar a questão em perspetiva. Portugal gasta hoje, por ano, com o RSI, perto de 300 milhões de euros, que servem para atenuar a pobreza de quase 250 mil portugueses; já com o subsídio de desemprego gastamos 2 mil milhões de euros, para cerca de 300 mil beneficiários. Agora comparem com o que temos tido de pagar para compensar os comportamentos moralmente inaceitáveis de muitos banqueiros. E, com o que se vai sabendo do universo BES, o futuro anuncia-se, a este propósito, muito sombrio.
    (...) Há, contudo, boas razões para acreditar que a explicação para os escândalos é bem profunda e não resulta apenas da ação de uns quantos banqueiros, mas, sim, dos incentivos dados por uma cultura institucional que promove comportamentos moralmente inaceitáveis. O verdadeiro risco sistémico está no quadro organizacional e de regulação do sistema bancário. (...) enquanto andámos entretidos na Europa a promover as miríficas reformas estruturais, que iriam devolver a competitividade às economias, ou a restaurar os Estados sociais, fomo-nos esquecendo onde estava o epicentro da crise. No sistema financeiro.»

    Pedro Adão e Silva, Risco moral

    Até com o pacheco pereira concordo desta vez;

    «Do nome do banco, já registado por outros, à coisa, tudo remendado, apressado, mal feito, enganador, enganador, enganador. As únicas preocupações evidentes foram a auto-justificação do Governador do Banco de Portugal e a elaboração de uma "narrativa" dolosa, destinada a impedir que se diga o que aconteceu: o BES faliu e foi nacionalizado. Vai ser "limpo" com o nosso dinheiro e depois vendido barato. Alguém vai lucrar e muito. Tudo o resto é propaganda.»

    José Pacheco Pereira,
    O Navio Fantasma: Tudo feito em cima do joelho



    Não se deixem enganar por os comentadeiros de serviço do governo são uns vendidos ao serviço de interesses superiores aos interesses de portugal e dos portugueses. Marcelo rebelo de sousa(mentiroso compulsivo) namora com uma gestora do BES e passava férias com o ricardo salgado no seu iate. Marque mendes é outro sem qualquer credibilidade, porta voz do governo na sic, depois ainda temos os especialista na mentira e desculpabilização governativa como josé gomes ferreira e o camilo lourenço estes dois pontas de lança do governo no objetivo de empobrecimento e extinção da classe média portuguesa e dos portugueses em geral.

    Tanta mas tanta coisa fica por dizer sobre esta epecie de governantes que temos, acho que ficava sem teclas e ainda vomitava no monitor.

    Para finalizar mais uma crónica acerca do jornalismo a que estamos sujeitos hoje em dia

    O jogo perigoso do jornalismo compincha


    • Augusto Santos Silva, O jogo perigoso do jornalismo compincha:
    • «O jornalismo também não fica bem no descalabro do Grupo e do Banco Espírito Santo. Não quero confundir níveis de responsabilidade: evidentemente, a mais grave - com indícios de criminalidade de grande envergadura e sofisticação - compete a gestores, auditores e acionistas. Mas a generalidade do jornalismo falhou na sua função essencial de informação, neste caso. Por omissão - o que não quis investigar. E por ação - o que foi regularmente garantindo que era normal e não era.

      Claro que coisa parecida se pode dizer das autoridades políticas, das instituições de regulação e da elite financeira do país. Mas os relatos não desmentidos do jornalista Nicolau Santos na última edição do "Expresso" vêm dar ao caso da imprensa uma cor própria. Ele fala do pagamento pelo BES a jornalistas de viagens de férias na neve ou no mar, mascaradas de "atualização" ou "contacto" com a gestão empresarial. De compra, portanto. De constrangimentos e controlo sobre a profissão ainda mais eficazes, porque mais discretos, do que a propriedade de média ou a publicidade.

      O Código Deontológico dos jornalistas portugueses proíbe expressamente este tipo de relacionamento: "O jornalista deve recusar (...) benefícios suscetíveis de comprometer o seu estatuto de independência". Não é da natureza desta profissão ser-se camarada ou compincha, parceiro de farras, festas e férias dos objetos de investigação, muito menos às suas custas.

      O Código alerta também para os riscos da camaradagem com fontes anónimas: "o jornalista deve usar como critério fundamental a identificação das fontes". A confidencialidade destas pode ser respeitada, a seu pedido e para protegê-las. A justificação é a vantagem de obter informação factual que o/a jornalista verificará cruzando várias fontes. Mas não há fontes desinteressadas, muito menos quando exigem o anonimato. Por isso, o Código exorta o jornalista a revelá-las "se o tentarem usar para canalizar informações falsas". O que raramente se faz, mesmo, como mais uma vez aconteceu esta semana, o/a jornalista se faz veículo de informações supostamente judiciais que as autoridades judiciais imediatamente falsificam.

      O Código proíbe o anonimato das fontes de opinião: "as opiniões devem ser sempre atribuídas". Logicamente, porque aqui não há factos comunicados, verificáveis de forma independente. Porém, aí uns dois terços das secções políticas da imprensa, em particular nos semanários, baseiam-se no reporte de opiniões anónimas.

      O que há de comum nestas três maneiras de violar os deveres profissionais? Um jogo de camaradagem e favores recíprocos entre o jornalismo e os interesses, que é fatal para o nosso (assim mesmo, nosso) direito à informação.

      Porque as perguntas são óbvias, e mal se percebe que a profissão as evite. Que favores ficou a dever o/a jornalista que subiu ao iate do banqueiro que lhe pagou a semanita de alvoroço na Regata do Rei? Que favores ficam a dever o jornal e a televisão que as partes conhecedoras de processos judiciais em segredo de justiça escolheram para divulgar alegados dados, sempre aliás comprometedores para os arguidos impedidos pela lei de responder simetricamente? Sabendo que o que essas partes fazem é crime, como lidam esses órgãos com o facto de protegerem criminosos? Que favores fica a dever o/a jornalista àqueles que, por exemplo, lhes concedem uma frase picante para atacarem outros, na cobardia do anonimato?

      O padrão (os sociólogos lidam com padrões, não com casos individuais) é só um: a perda de independência do jornalismo, a perda de transparência da informação e a negação, a nós todos, do direito essencial de escrutinar os poderes, incluindo o mediático. Mas este padrão perigoso é alterável com dois movimentos paralelos: mais profissionais a recusarem ser compinchas dos interesses, mais profissionais a recusarem ser compinchas dos compinchas.»


    Pesssoal hoje em dia a internet é a melhor fonte de informação, claro que cada um se identifica mais ou menos conforme as suas convições na longa lista de sites, blogues etc. Eu não nego que sou tendencionalmente de esquerda logo visito mais blogues dessa vertente ideologica mas não deixo de passar por outros de outra ideologia. Quero realçar que não faço parte de nenhum partido ou movimento e continuo sem me identificar em nenhum. Como é obvio a maior parte dos blogues a que recorro são de contestação e protesto a este governo e em alguns podesse notar alguma simpatia por alguns partidos e que apesar de concordar com muitas analises e postes não faz de mim simpatizante ou militante.



    Blogues e sites fontes- Ladrões de Bicicletas, 365forte, jornal observador(este é de direita hehe) jornal I, Camara Corporativa, Der terrorist e de certeza que me falhou algum..

    Acho porreiro esta parte do forúm estar na zona da conversa da treta apesar de ser um assunto sério o estado da nação.

    Um obrigado a quem se der ao trabalho de ler este mega post e boas férias a quem as tiver.
    abraço

  12. Los siguientes 8 Usuarios dan las gracias a fortyone por este Post:

    1000k (08/08/2014), ahpoixeh (11/08/2014), Dika (07/08/2014), elcabong (11/08/2014), Filipinho (06/08/2014), Foxyhaze (05/08/2014), jah_soldier (06/08/2014), Shariff (04/08/2014)

  13. #157
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    Re: estado da nação

    Mais dois vídeos "abre olhos" da realidade da crise que vivemos:






  14. El siguiente Usuario da las gracias a ahpoixeh por este Post:

    elcabong (11/08/2014)

  15. #158
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