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Tema: Dados e estatísticas

  1. #16
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    Re: Dados e estatísticas

    Acho que quantidade do consumo é uma questão já colocada no inquérito. Se for realizado, a única forma de obtermos um número fora das fontes conhecidas para nos basearmos seria através dele, não sendo uma fonte oficial, antes pelo contrário, quem respondesse seria mais honesto quanto ao seu consumo
    Última edición por Foxyhaze; 01/12/2016 a las 18:06 PM

  2. El siguiente Usuario da las gracias a Foxyhaze por este Post:

    Tommy_Joao (01/12/2016)

  3. #17
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    Re: Dados e estatísticas

    Cita Iniciado por Joaomx Ver Mensaje
    0,051 * 10M = 500 mil pessoas

    500 000 * preço minimo de compra ( 5 ou 10 euros ) = 2,500000 € ou 5 000 000 €

    Ou seja, com prevalencia de 5,1, também sabemos que se cada um dos indivíduos destes 5,1% , comprar pelo menos 1 vez por ano uma dose de "10 Euros" (nao é uma dose, mas é num valor referencia pelo qual no minimo conseguem-se doses) , teríamos uma entrada de 5 milhões por ano.

    Se estas pessoas gastarem 100 euros por ano, temos 50 milhões. À taxa de 23% teríamos entao 11,5 milhões de IVA.

    Realmente temos que encontrar mais tabelas destas, e tentar chegar a contas simples como estas..
    Olá amigo João!

    As contas estão bem feitas mas estás a fazer isso muito por baixo pah..

    11,5 milhões de IVA anuais é uma pequena migalha. Em Espanha há pelo menos 10 empresas do ramo que pagam mais do que isso cada uma em impostos ao Estado ao longo de um ano. E em Espanha nem o cultivo nem o consumo são legais.

    Neste momento há mais de 1000 growshops em Espanha. Portugal, sendo 5 vezes mais pequeno, deveria ter 200 growshops. Mas tem 20 ou pouco mais. Em grande parte porque cá existe uma lei (feita por medida ao gosto da Monsanto) que ilegaliza a semente. Com a semente, cultivo, venda e consumo legais, também chegaríamos à marca de 200 growshops.

    Cada growshop, para facturar o mínimo que lhe justifique manter-se aberta, tem que vender pelo menos 60.000 euros por ano. Mas como não vão haver apenas lojas pequenas (tipo one-man business) e algumas serão bem grandes, a facturação média deste tipo de empresa (com base na realidade espanhola actual) será na ordem dos 200.000 euros anuais.

    23% disso são 46 mil euros. E 46 mil euros multiplicado por 200 são 9 milhões e 200 mil euros.

    Isto apenas em impostos pagos por lojas de artigos para o cultivo de eventuais 200 lojas em actividade num eventual cenário de legalização. O produto do cultivo em si gera muito, mas muito mais que isso.

    Eu penso que dos alegados 510.000 portugueses que consumiram nos últimos 12 meses existem pelo menos 300.000 (3% dos portugueses) que consomem diariamente ou quase. Por exemplo, 90% dos consumidores que eu conheço consomem 1gr ou mais por dia. Raros são os que só consomem uma vez por ano, uma vez por mês ou mesmo apenas uma vez por semana.

    Com tudo isto, na minha opinião (que pode estar longe da realidade), a média de consumo estará perto de 1gr por dia por consumidor e o total de consumidores que consomem diariamente em Portugal estará perto dos 300.000. Já opinei que seriam 400.000 mas vou opinando agora por baixo, hehehe.

    Estamos então a falar de 300kg por dia. 9.000kg por mês. 108.000kg por ano.

    A um preço médio de 6 euros por grama, estaríamos a falar de 648 milhões de euros.

    pedro_carnei viste como bate tão certo com o teu número? Não fiz de propósito, até só me dei conta disso agora. E tu chegaste lá por caminhos muito diferentes.

    Agora se eu vos disser que existe um modelo que permitiria colocar automaticamente nos cofres do Estado 250 milhões destes 648 milhões e ainda assim criar cerca de 4.000 postos de trabalho na área da produção para venda, 1.000 postos de trabalho na área da venda a retalho, 100 postos de trabalho na área da fiscalização, 100 postos de trabalho na área da segurança e distribuição, 20 postos de trabalho na área do controlo da qualidade, 500 postos de trabalho na área das lojas de venda a retalho de produtos para o cultivo, 50 postos de trabalho na área da produção e venda de sementes e/ou clones, etc, etc, podia triplicar facilmente o tamanho do parágrafo, mas já vai bem grande.

    Será possível? Eu acho que com jeito se pode conseguir, espero dentro dos próximos 2 ou 3 dias deixar por aqui um exemplo de um modelo que poderia servir de ponto de partida e que provavelmente seria compatível com os números apresentados.

    Em Portugal são consumidos anualmente X kg de canábis. Conseguir saber em concreto qual o valor de X através de um documento oficial ou de um estudo efectuado por uma entidade de renome, seria um grande abrir de portas pois iria permitir mostrar ao povo quanto pode valer uma simples mudança na lei.

    Se calhar se soubéssemos quantos pacotes de mortalhas das marcas Smoking, OCB e RAW se vendem por ano em Portugal, já tínhamos outra ferramenta para fazer contas a ver se por aí também bate a coisa nos 500-700 milhões de euros anuais, hehehe....

    Felizes vapores!

    tommy

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  5. #18
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    Re: Dados e estatísticas

    Cita Iniciado por Tommy_Joao Ver Mensaje
    Olá amigo João!

    As contas estão bem feitas mas estás a fazer isso muito por baixo pah..


    Felizes vapores!

    tommy
    Tens razão, fiz as contas pelo mínimo, que apesar de migalha, para minimo, é uma migalha que acho que nunca vou conhecer na minha vida toda

    Por outro lado, é bom que as contas batam certo , e até interessante, fiz as minhas pelo minimo porque acho que devemos sempre pecar por defeito do que por excesso, e nao quis estar a extrapolar estes dados para valores com os quais nao estava bem familiarizado.

    @Tommy_Joao , são valores certos, os das growshops ? conseguimos encontrar valores espanhóis relativos à sua política ? Será que existe alguma forma de comparar o potencial português justificando-o com o Espanhol ?

    Além disso, se fizermos todas as estimativas , sintonizadas com o modelo que defenderemos, podemos conseguir números mais exatos, e a partir dai, migrar esses dados para as zonas de video e flyers para começar a trabalhar tambem nessa área.

    De resto acho que me vou dedicar a organizar valores no excel, que para as contas sou muito 'timido' ahahah

    "Apenas os que tentam o absurdo, alcançarão o impossível." M.C. Escher




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  7. #19
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    Re: Dados e estatísticas

    Cita Iniciado por Joaomx Ver Mensaje
    Além disso, se fizermos todas as estimativas , sintonizadas com o modelo que defenderemos, podemos conseguir números mais exatos, e a partir dai, migrar esses dados para as zonas de video e flyers para começar a trabalhar tambem nessa área.
    Acho boa ideia, porque tem de haver comunicação entre os vários grupos de trabalho.

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  9. #20
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    Re: Dados e estatísticas

    Cita Iniciado por Joaomx Ver Mensaje
    @Tommy_Joao , são valores certos, os das growshops ? conseguimos encontrar valores espanhóis relativos à sua política ? Será que existe alguma forma de comparar o potencial português justificando-o com o Espanhol ?
    Boas Joao!

    ⇨ Aqui, numa noticia de 2010, falam em 1000 empresas que vivem de negócios legais de canábis: http://www.elperiodico.com/es/notici...rihuana-525212

    ⇨ Aqui falam em mais de 3500 growshops em Espanha: http://www.guiadegrows.com/

    ⇨ E este o mais interessante de todos onde, entre outros números, temos que existem 900 growshops em Espanha: http://politica.elpais.com/politica/...01_901641.html


    Veja-se este parágrafo final:

    UN NEGOCIO FLORECIENTE

    En España funcionan legalmente más de 900 grow shops (tiendas que vendan semillas de marihuana y diversos insumos para su cultivo), que mueven decenas de millones de dólares al año. "La venta de semillas para coleccionismo es legal, pero no lo es ponerlas a germinar, por eso advertimos a nuestros clientes que si lo hacen incurren en un delito y es su responsabilidad", explica Alejandro Mateos, el dueño de Growshop.es, una de las mayores tiendas de este tipo que existe en Europa, con una facturación superiror a 1.500.000 euros anuales, el 80% de ese volumen en semillas. Existen más de 1.000 variedades, cuyo precio oscila entre 3 y 90 dólares la unidad, dependiendo del tipo de semilla. El comercio growshop está en continua expansión, y suenan cada vez más altas las voces defienden que la regulación es la mejor vía para ordenar un fenómeno que ha desbordado las políticas prohibicionistas.
    "...dezenas de milhões de dólares ao ano."


    E mais esta frase:

    En España un 9% de la población consume cánnabis de forma habitual —la proporción llega al 17 % en los jóvenes de entre 15 y 34 años, según el PAD
    O PAD (Plano Nacional de Drogas) provavelmente terá números interessantes para nós.

    Ainda assim, já de momento, se em Espanha 9% consomem de forma habitual, dizer que em Portugal são 3% (com as contas que fiz no meu anterior post) é estar a jogar por baixo. Não existe uma diferença assim tão grande entre os dois países para se dizer que lá há 3 vezes mais consumidores que cá. A diferença deverá ser bem menor, mas mesmo que queiramos considerar os 3%, os números já de si são assombrosos.



    Por outro lado, dentro de 15 dias vou estar em València-Barcelona e vou passar uns dias com 2 empresários que se encontram entre os 10 mais bem sucedidos em Espanha na área da canábis. Vou aproveitar para tentar trazer números que nos podem servir para as nossas contas, tais como total de impostos pagos pelos bancos de sementes em Espanha, volume de negócios actual de todos os growshops, quantidade de sementes vendidas anualmente em Espanha, volume de negócios das revistas canábicas de Espanha, etc. Não garanto que consiga tudo isto, mas alguns números interessantes conseguirei de certeza.

    Até podia tentar já esse contacto hoje mesmo, mas como vou estar pessoalmente com os ditos, não os quero estar agora a chatear com emails ou telefonemas.



    Outra: http://www.lamarihuana.com/washingto...legal-octubre/

    Um Estado com 7 milhões de habitantes (menos 4 milhões que em Portugal) só no passado mês de Outubro vendeu legalmente 141 milhões em canábis nos 453 dispensários licenciados abastecidos por 908 produtores e transformadores licenciados pelo Estado.

    E não é um mês fora no normal, no mês anterior, em Setembro, tinham-se vendido 139 milhões de dólares, pelo que a coisa está estagnada nos 130-145 milhões mensais.

    O Estado recolheu em impostos, só em Outubro, mais de 25 milhões de dólares.

    Estamos a falar de 1.560.000.000 de dólares anuais (1 bilião e 560 milhões de dólares), o dobro do que eu previ para Portugal no meu anterior post, e que coincide com as contas do pedro_carnei, e 300 milhões de dólares para o Estado em impostos directos sobre a venda a retalho.

    E vejam os postos de trabalho, são 453 dispensários e em cada dispensário podem ter a certeza que não trabalha só uma pessoa. Os 908 produtores também não fazem tudo sozinhos, normalmente 1 produtor emprega outras pessoas que o ajudam na tarefa. E todos juntos gastam milhões nas lojas de materiais de cultivo.

    Podia continuar, mas já bem grandes vão os meus posts...

    Abraços e felizes cultivos

    tommy

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  11. #21
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    Re: Dados e estatísticas

    Tommy_Joao altamente são dados muito positivos os de Washington para dar como exemplo.

    Também penso que Portugal deve ter mais do que 3% de consumidores regulares.

    Em relação aos 2 empresários espanhóis com quem te vais encontrar, é muito boa ideia pedir-lhes números concretos, todos os exemplos positivos lá fora são importantes para divulgar aqui em Portugal.

    pedro_carnei sobre o teu post:

    "A propósito disto, ao ler hoje este artigo (http://p3.publico.pt/actualidade/soc...s-consumidores), vi uma vez mais o nome Helena Valente associado ao Global Drug Survey. Ela é investigadora e doutoranda da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto e também é uma representante do Global Drug Survey em Portugal e antiga coordenadora do Check-in.

    Uma vez elaborado o inquérito e com a associação já formada, é provável que possamos contar com a ajuda dela para a divulgação.

    Abraços!"


    Acho muito boa ideia contactar a Dra. Helena Valente, se ela está ligada ao Global Drug Survey acho que seria uma grande mais-valia te-la connosco.

    By the way estive a ler o artigo e acabei por responder a um comentário um pouco anormal de um gajo que queria legalizar a cannabis e proibir o tabaco.. lol

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  13. #22
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    Re: Dados e estatísticas

    http://www.drugpolicy.org/drug-war-statistics

    Estatísticas sobre os números da "guerra ás drogas" nos Estados Unidos.

    Numero de pessoas presas, mortas, dinheiro gasto, etc

    O site tem também outros tópicos e informações interessantes que talvez sejam úteis.

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  15. #23
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    Re: Dados e estatísticas

    Aqui fica o relatório final do grupo de trabalho para a legalização da canábis no Canadá. Estive a dar uma vista de olhos e para além de ter alguns dados interessantes, permite ver a complexidade da coisa.

    http://healthycanadians.gc.ca/task-f...-cadre-eng.pdf

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  17. #24
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  19. #25
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    Re: Dados e estatísticas

    Cita Iniciado por pedro_carnei Ver Mensaje
    Aqui fica uma infografia publicadano DN de hoje em http://www.dn.pt/portugal/interior/e...s-5552993.html


    Archivo Adjunto 1207164

    boas,
    nao me está a aparecer a infografia no site do dn, só a entrevista. de qq forma estes dados foram tirados do Relatorio Europeu sobre Drogas.

    em relação à entrevista do "Zé Almeida", outra coisa nao seria de esperar. nem do entrevistado nem do jornal!

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  21. #26
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    Re: Dados e estatísticas

    Olá a todos. Estes dias tenho andado com a faculdade à perna e a época de exames é complicadíssima.

    Ja recebi o relatório europeu dos mercados de droga e o relatório europeu das drogas, impresso. Infelizmente, e não é por não querer, penso que não vou conseguir aprofundar muito.

    sem prejuízo disso, e por ter 2 exames dia 5, não vou conseguir estar cá tanto quanto queria, no entanto, mal acabem os exames ( e depois da reunião) vou à ilha e tenho algum tempo de 'break' no qual posso focar-me a 100 %

    .

    Além disso, queria perguntar se há alguma dúvida que eu possa ajudar a esclarecer por tar cá em Lisboa a estudar (@Foxyhaze , @pedro_carnei ). Posso ir a um Irn ou balcão enh ou associação na hora e ver quais são as nuances do registo de associação.

    É o máximo que posso fazer.. já não sou muito bom a gerir o meu tempo, por isso tenho que dar agora uma prioridadezinha aos exames.

    "Apenas os que tentam o absurdo, alcançarão o impossível." M.C. Escher




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  23. #27
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    Re: Dados e estatísticas

    Ontem acabei por resumir alguns pontos do Relatório Europeu sobre Drogas, e digitalizei com o tablet e aqui deixo o link com o PDF com o que achei mais importante sublinhado.

    RELATORIO EUROPEU SOBRE DROGAS ( RESUMO CANÁBIS)

    Um abraço a todos

    "Apenas os que tentam o absurdo, alcançarão o impossível." M.C. Escher




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  25. #28
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    Re: Dados e estatísticas

    Novas informações a caminho :

    Um estudo de origem portuguesa, e de origem que vocês nem imaginam : SICAD . Portanto, aqui vão informações das boas, mesmo a jeito de começarmos a trabalhar em organizar esta informação e tentar passar algumas mensagens, que é tempo:

    Entre os inquiridos que declaram achar a lei portuguesa sobre o consumo de drogas ilícitas desadequada,a maioria defende a adoção de uma política menos severa (figura 21).


    Verifica-se que os inquiridos que já consumiram drogas ilícitas defendem tendencialmente mais (cerca dodobro) que a lei deveria ser menos severa do que aqueles que nunca consumiram, enquanto estes últimosdefendem comparativamente muito mais (quase quatro vezes mais) que a lei deveria ser mais severa(figura 22). Esta diferença de opinião não se verifica tanto em função do grupo etário. Ainda assim, épossível constatar que quanto maior é a idade mais se defende que a lei deveria ser menos severa e menosse defende que a lei deveria ser mais severa (figura 23).



    Entre as medidas defendidas por aqueles que consideram a lei portuguesa sobre o consumo de drogasilícitas é desadequada, destaca-se a posição a favor da legalização do consumo (nomeadamente dacannabis), merecendo ainda destaque os 6% que propõem a descriminalização do consumo – o que, dadotal já estar em vigor desde 2001, traduz bem a desinformação que reina entre alguns respondentes, e emparticular entre aqueles que já consumiram drogas ilícitas (figura 24).
    Aqueles que já consumiram drogas ilícitas destacam-se por defenderem medidas no sentido dalegalização, da liberalização e da descriminalização muito mais do que os inquiridos que nuncaconsumiram, apesar de em ambos os grupos a medida mais referida ser legalizar. No entanto, estesúltimos, em comparação com os primeiros, defendem mais posições de criminalização, punição eproibição (figura 25). A opinião varia muito menos em função da idade, verificando-se que a resposta maisprevalente («legalizar») apresenta valores muito próximos entre os inquiridos dos três grupos etários(figura 26).
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    [COLOR=rgb(42.400000%, 0.000000%, 0.000000%)]C[/COLOR][COLOR=rgb(42.400000%, 0.000000%, 0.000000%)]ANNABIS[/COLOR][COLOR=rgb(42.400000%, 0.000000%, 0.000000%)]: [/COLOR][COLOR=rgb(42.400000%, 0.000000%, 0.000000%)]MOTIVAÇÕES E CONSEQUÊNCIAS[/COLOR]
    Duas perguntas abertas questionavam os inquiridos acerca das motivações de consumo de cannabis porparte dos pares e também as consequências do seu consumo excessivo. Constata-se que a procura daboa-disposição é a principal razão apontada pelos inquiridos para o consumo de cannabis por parte dosjovens, seguindo-se a pressão social, a procura de relaxamento e o esquecimento de problemas. Merecedestaque o facto de cerca de 4% dos inquiridos referir que os pares consomem cannabis por estaremdependentes (figura 47).
    Em relação às consequências, destacam-se variados problemas de saúde e a dependência. Merece aindarealce o facto de 4% dos inquiridos referir que o consumo excessivo de cannabis conduz ao crime e àdelinquência (figura 48).


    Em 2016, o presente estudo confirma que a heroína não é a substância que orienta o discurso dos jovensparticipantes do Rock in Rio – Lisboa sobre as drogas, tendo sido substituída, em grande medida, pelacannabis. Prova disso é que são poucos os inquiridos que, a propósito de «droga», pensam em heroínaou em artefactos ou contextos ligados aos seu consumo (como agulha, seringa, salas de chuto, etc.).
    Conclusões deste estudo "Representações Sociais da Droga e da Toxicodependência - Inquérito ao público jovem presente no Rock in Rio – Lisboa 2016"

    Em resumo, para a população em estudo, os comportamentos aditivos, e o uso e abuso de drogas ilícitasem particular, não parecem afigurar-se hoje como um problema social de particular gravidade. Para osinquiridos, falar de droga é sobretudo falar de cannabis. É nesta substância que mais jovens inquiridospensam de forma automática.


    inda assim, merece preocupação a pouca informação demonstrada por este tipo de população acercada lei da droga e, em particular, o grande desconhecimento geral acerca da descriminalização do consumoe das CDT. Também a questão da legalização das drogas, e da cannabis em particular, bem como aassociação entre drogas, juventude e diversão deve continuar a ser monitorizada.
    Última edición por Joaomx; 10/01/2017 a las 01:47 AM

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    Re: Dados e estatísticas

    Encontrei mais esta, num outro estudo da página do SICAD. Podem encontrar mais em:

    http://www.sicad.pt/PT/EstatisticaIn...s/default.aspx

    Captura de ecrã 2017-01-10, às 00.53.41.png

    Comparativamente a 2013, e tal como no ano anterior, constataram-se aumentos no númerode processos relacionados só com ecstasy (+19%) e só com cannabis (+6%), mantendo-serelativamente estável o número dos relacionados com várias drogas (+2%). Em contrapartida,verificaram-se decréscimos no número de processos relacionados só com heroína (-9%) e só comcocaína (-17%).

    É também de notar, pelo terceiro ano consecutivo, o aumento no número de processosrelacionados com outras drogas (+108% do que em 2013). Estes, bem como os processosrelacionados só com cannabis, registaram nos últimos três anos os valores mais elevados desempre.
    Disponível em :Página 76
    http://www.sicad.pt/BK/EstatisticaIn...a_Situação.pdf


    Já num outro documento, é possível encontrar um gráfico semelhante:
    http://www.sicad.pt/BK/EstatisticaIn...a_Situação.pdf
    Captura de ecrã 2017-01-10, às 01.01.03.png
    Página 89
    Em contrapartida, aumentou o número de apreensões de ecstasy (+73%) ede haxixe (+12%), mantendo-se estável o número de apreensões de cannabis herbácea (+1%).No caso do haxixe e da cannabis herbácea, verificaram-se nos últimos seis anos os valores maiselevados desde 2002, mantendo-se a tendência de aumento do número de apreensões.
    Ainda encontrei tambem estes dados neste documento:
    http://www.sicad.pt/BK/Publicacoes/L...ias%202014.pdf

    Nos estudos epidemiológicos nacionais realizados ao longo dos anos, a cannabis tem surgidosempre como a droga que apresenta as prevalências de consumo mais elevadas nos diferentescontextos e nas diversas etapas do ciclo de vida. No estudo mais recente realizado na populaçãogeral (2012), entre 2007 e 2012 verificou-se uma descida das prevalências de consumo decannabis ao longo da vida e do consumo recente, tanto na população total (15-64 anos) comona jovem adulta (15-34 anos). No entanto, registaram-se aumentos nas proporções deconsumidores recentes de cannabis que apresentavam sintomas de dependência, sendo dedestacar o aumento no grupo mais jovem (15-24 anos) de consumidores. No estudo realizado pelaprimeira vez em Portugal sobre Estimativa do Consumo de Alto Risco de Cannabis, os resultadosapontam, em 2012, para uma taxa de consumidores de alto risco de cannabis muito semelhanteà taxa estimada de consumidores recentes de opiáceos, cocaína e/ouanfetaminas/metanfetaminas. No estudo realizado em 2014 no contexto da população reclusa, acannabis foi a substância ilícita que registou as maiores prevalências de consumo, verificando-seem relação a 2007 uma estabilidade das prevalências de consumo de cannabis ao longo da vidae na atual reclusão. Nos estudos mais recentes em populações escolares, a cannabis continua aregistar prevalências de consumo muito superiores às das restantes substâncias. Após a tendênciade aumento destas prevalências de consumo em 2010 e 2011 face aos anteriores estudos, osresultados do HBSC/OMS 2014 apontam para uma estabilidade dessas prevalências ao nível dosalunos do 8.o ano e para uma descida nos alunos do 10.o ano. Segundo vários estudos, a cannabisé a droga ilícita a que os jovens portugueses atribuem em menor proporção um risco elevadopara a saúde, verificando-se nos estudos mais recentes um aumento do risco percebidoassociado a esse consumo. No âmbito dos indicadores sobre os problemas relacionados com os consumos, no contextoda procura de tratamento a cannabis surgiu em 2014, pelo terceiro ano consecutivo, como adroga principal mais referida pelos novos utentes do ambulatório, constatando-se nos últimosanos aumentos no número de utentes que recorreram a tratamento tendo a cannabis comodroga principal, o que poderá refletir a adequação de respostas às necessidades específicas deacompanhamento, em termos de cuidados de saúde, desta população. A nível da mortalidaderelacionada com o consumo de drogas, e no que se refere aos registos específicos demortalidade do INMLCF, I.P., nos casos de overdose, a presença de cannabis associada a outrassubstâncias foi mais expressiva nos últimos dois anos por comparação com os anos anteriores,



    continuando no entanto a ser bastante mais relevante a sua presença nas mortes atribuídas a outras causas de morte (nomeadamente acidente, morte natural, homicídio e suicídio). Nosprocessos de contraordenação por consumo de drogas, a cannabis mantém um papelpredominante, refletindo as prevalências de consumo em Portugal.
    De acordo com os resultados de vários estudos, em Portugal, tal como no resto da Europa, acannabis é percecionada como a droga de maior acessibilidade. Segundo os resultados doFlash Eurobarometer, entre 2011 e 2014 não houve alterações relevantes nas perceções dosjovens portugueses de 15-24 anos sobre a acessibilidade à cannabis. A nível de váriosindicadores do domínio da oferta de drogas ilícitas, em 2014 foi consolidado o predomíniocrescente da cannabis, refletindo a prevalência do seu consumo no país: uma vez mais foi asubstância que registou o maior número de apreensões e que envolveu o maior número depresumíveis infratores e de condenados na posse de drogas, representando os valoresregistados nos últimos sete anos, os mais elevados desde 2002.
    sendo que no indice encontram um capitulo só da canábis onde tem dados como este.

    Captura de ecrã 2017-01-10, às 01.11.33.png

    Se encontrarem mais coisas destas partilhem.
    Última edición por Foxyhaze; 10/01/2017 a las 23:26 PM

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    Re: Dados e estatísticas

    Já estive a ler o estudo, tem dados interessantes e surpreendentes.

    Vai ser bastante útil.

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