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Tema: Possvel modelo de legalizao

  1. #16
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    Re: Possvel modelo de legalizao

    Cita Iniciado por Tommy_Joao Ver Mensaje
    Boas amigo Joao!

    Nesta citao, em relao ao que coloco em negrito, eu acho que se tiveres 5000 produtores a vender um mximo de 4000gr por trimestre e se chegar concluso de que esses 20 mil kgs no so suficientes para satisfazer a procura a 90 dias, a soluo ter 7000 ou 8000 produtores para, assim, satisfazer a procura. Ou seja, a soluo para uma eventual escassez na oferta no problemtica, antes pelo contrrio, contempla a criao de mais postos de trabalho.

    Podemos ser apanhados de surpresa e afinal a procura ser de 40 mil kgs a 90 dias em vez de 20 mil kgs como inicialmente pensamos (exemplo), o que implicara um ajuste apenas no primeiro ano de legalizao, at se encontrar um ponto de equilibrio. Isto ser sempre assim, a no ser que sejam feitos estudos totalmente fiveis que nos indiquem quantos mil kgs de canbis por ms o pas consome. Sem este dado, seja qual for o modelo de legalizao, o equilibro entre a procura e a oferta s ser possvel entre 6 e 24 meses aps a entrada em vigor da lei e respectivo modelo.

    Sim, mas necessria mesmo essa estrutura bem delineada que tenha uma capacidade de responder 'procura' , caso esta seja mais elevada do que o esperado.. Neste sentido, as cooperativas tem que ter essa capacidade de responder a procuras mais elevadas. Claro que estas sao questes que vo ser discutidas com o passar do tempo.

    "Apenas os que tentam o absurdo, alcanaro o impossvel." M.C. Escher




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  3. #17
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    Re: Possvel modelo de legalizao

    Boas noites, antes de mais, quero e preciso agradecer ao Tommy, so muitos anos a conversar e conviver, posso andar afastado destas lides do forum, apesar de estar sempre presente em pensamento e aces, o contributo que tentei dar ou dei, foi a divulgao de muitos aspectos que so comuns a todos ns.
    Concordo com tudo o que o Tommy escreveu, eventualmente iremos ter mais conversas acerca de vrios pontos, assim como todo o vosso contributo valioso e utilizvel de diversas formas, para chegar a um consenso coerente, o Tommy tem o dom da palavra e da escrita intrnseco nele prprio, gosto de salientar que ele tem um corao de ouro e de partilha de informao e conhecimento, ao qual estou grato (graxa que tambm ajuda a sermos melhores), e acredito que todos estamos gratos a ele e todos os que o antecederam e que o futuro dar mais e melhores conselhos.
    Gostava tambm de ver includo no modelo a incluso do canhamo industrial, pois todos sabemos a infinidade de produtos e materiais e matrias primas que podem advir do uso industrial, poder tambm na minha opinio constituir uma mais valia para dar mais fora ao modelo criado em esboo, e diga se de passagem que est bastante completo, precisando apenas de limar algumas arestas para ficar perfeito e utilizvel e usado como exemplo para Portugal e outros pases.
    Qualquer tipo de apoio ou ajuda ou o que for necessrio para ajudar a contribuir com este processo, como o Tommy sabe, estou disponvel no que me for possvel e impossvel, pois nada impossvel e tudo alcanvel.
    Obrigado pelo tempo que dedicas a tudo isto que vemos a crescer diariamente.
    Abraos e que os nossos desejos se materializem e realizem nestes tempos de necessidade e fora maior, para um bem geral e para a nossa felicidade.
    Sempre presente Raditz.

  4. Los siguientes 7 Usuarios dan las gracias a raditz por este Post:

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  5. #18
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    Re: Possvel modelo de legalizao

    Um pouco como o raditz, de vez em quando jogo o olho ao forum e l encontro a velha guarda em aco.

    Bom trabalho Tommy, mesmo este tipo de discusso que preciso ter.

    Li um bocado pressa mas aqui vo umas notas... Vai no bom caminho

    Pareceu-me que falta regulamentar a produo outdoor para as cooperativas. Sinceramente a produo indoor pouco ecolgica e quando pensamos em produzir escala nacional o impacto no gasto de energia vai ser considervel (ainda mais sem poder optimizar com "latifndios"). Ter uma boa parte da produo em outdoor parece-me importante, mais ecolgico e mais barato.

    Li mal ou no foi considerada margem de lucro para as cooperativas?

    H que ter o cuidado de no apertar muito na carga fiscal. Se o produto final encarecer muito abre novamente as portas ao mercado negro e o impacto econmico nas vidas dos consumidores pode ser significativo. No queremos que s os ricos possam comprar erva legal.

    H muitos mais pormenores a discutir mas assim de repente registei estes.

    Vou tentar ler com mais calma e ver tambm a proposta de Washington que me parece interessante.

    Abraos verdinhos para todos, ainda c andamos at isto ser legal

    .

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  7. #19
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    Re: Possvel modelo de legalizao

    Boas!

    Eh pah, belas noticias por aqui, duas personagens canbicas de peso (dozer e raditz) a postar quase em simultneo

    dozer: apenas no caso de no teres reparado, desta vez foi este o rastilho para o debate: http://www.cannabiscafe.net/foros/sh...%A3o-opinem%21

    Entretanto (e penso que posso falar abertamente pois j aconteceu) houve reunio em Lisboa entre alguns membros de um grupo de trabalho privado que crimos aqui no frum e um conjunto de polticos que nos conseguiram uma sala da Cmara Municipal de Lisboa para a dita reunio. Em breve teremos noticias sobre o que se falou neste primeiro encontro. No acrescento mais nem menciono nomes dos polticos envolvidos pois at ao momento no sei at que ponto querem que se fale abertamente nos seus nomes.

    Como se pode ler tambm no outro tpico, o Luis Figueiredo do PS (que agora tem mais alguns colegas do PS e de outros partidos tambm a apoiar), est disposto a dar-nos uma boa ajuda na criao da associao, arranja-nos um local para usarmos como sede e tambm tudo indica que nos consegue um advogado.

    Aps a pequena introduo, passo resposta directa para irmos avanando com o debate



    Cita Iniciado por raditz Ver Mensaje
    Boas noites, antes de mais, quero e preciso agradecer ao Tommy, so muitos anos a conversar e conviver, posso andar afastado destas lides do forum, apesar de estar sempre presente em pensamento e aces, o contributo que tentei dar ou dei, foi a divulgao de muitos aspectos que so comuns a todos ns.
    Concordo com tudo o que o Tommy escreveu, eventualmente iremos ter mais conversas acerca de vrios pontos, assim como todo o vosso contributo valioso e utilizvel de diversas formas, para chegar a um consenso coerente, o Tommy tem o dom da palavra e da escrita intrnseco nele prprio, gosto de salientar que ele tem um corao de ouro e de partilha de informao e conhecimento, ao qual estou grato (graxa que tambm ajuda a sermos melhores), e acredito que todos estamos gratos a ele e todos os que o antecederam e que o futuro dar mais e melhores conselhos.
    Pois , tanto o que est escrito no primeiro post deste tpico bem como o que costumo escrever por aqui quase como se fosse tambm palavra do raditz. Desde 2006 que nos encontramos em mdia 1 vez por ms e quase sempre acabamos falando nestes assuntos, quase at aborrecer, hehe, pelo que muitas das ideias que vou partilhando so tambm ideias do raditz.



    Cita Iniciado por raditz Ver Mensaje
    Gostava tambm de ver includo no modelo a incluso do canhamo industrial, pois todos sabemos a infinidade de produtos e materiais e matrias primas que podem advir do uso industrial, poder tambm na minha opinio constituir uma mais valia para dar mais fora ao modelo criado em esboo, e diga se de passagem que est bastante completo, precisando apenas de limar algumas arestas para ficar perfeito e utilizvel e usado como exemplo para Portugal e outros pases.
    Qualquer tipo de apoio ou ajuda ou o que for necessrio para ajudar a contribuir com este processo, como o Tommy sabe, estou disponvel no que me for possvel e impossvel, pois nada impossvel e tudo alcanvel.
    Obrigado pelo tempo que dedicas a tudo isto que vemos a crescer diariamente.
    Abraos e que os nossos desejos se materializem e realizem nestes tempos de necessidade e fora maior, para um bem geral e para a nossa felicidade.
    Sempre presente Raditz.
    Quanto ao cnhamo industrial penso que algo que viria por arrasto num cenrio de legalizao do recreativo e teraputico. que o industrial praticamente no requer mudanas na lei, o que requer mudanas nas polticas e filosofias. E talvez com a legalizao do recreativo e do teraputico se consiga potenciar o industrial.

    Mas a chamada de ateno um contributo importante, que teremos em conta e vamos ver se conseguimos em determinado ponto introduzir, nem que seja como um anexo ao modelo. Pois economicamente tambm pode ser muito relevante para o pas.


    Cita Iniciado por dozer Ver Mensaje
    Um pouco como o raditz, de vez em quando jogo o olho ao forum e l encontro a velha guarda em aco.


    Bom trabalho Tommy, mesmo este tipo de discusso que preciso ter.
    C estamos outra vez dozer, hehehe, um gajo quase j comea a ter vergonha, mas pronto, pode ser que desta se avance mais um bocadinho. Pelo menos parece que h apoio politico... E bom saber que tambm ests atento e continuas disposto a participar



    Cita Iniciado por dozer Ver Mensaje
    Li um bocado pressa mas aqui vo umas notas... Vai no bom caminho


    Pareceu-me que falta regulamentar a produo outdoor para as cooperativas. Sinceramente a produo indoor pouco ecolgica e quando pensamos em produzir escala nacional o impacto no gasto de energia vai ser considervel (ainda mais sem poder optimizar com "latifndios"). Ter uma boa parte da produo em outdoor parece-me importante, mais ecolgico e mais barato.
    A produo outdoor para as cooperativas verdade que faltaria regul-la melhor. A nica coisa que temos at aqui (neste modelo) que cada produtor licenciado poderia cultivar 10 plantas em exterior (contabilizadas apenas em florao) ou, em alternativa, at 8 metros quadrados sem limite de ps. Mas isto apenas uma sugesto. O ideal sera chegarmos a uma regulamentao que permitisse aos produtores de outdoor uma produo na ordem dos 15 a 20kg anuais, pois esse o valor que permite um bom salrio a cada produtor, que no peque por escasso nem por exagerado.

    Mais que isso tambm possvel, mas se tivermos 1 produtor de outdoor que produz 100kg, esse estara a "roubar" emprego a outros 5 e em vez de ter um salrio de 2 mil euros mensais, teria salrio de 10 mil euros mensais, o que no sendo um exagero considerando toda a logstica necessria para produzir 100kg, talvez fosse desnecessrio.

    O que poderamos regulamentar sera talvez cultivos colectivos para produtores em outdoor. Por exemplo, se cada produtor de outdoor puder cultivar 10 plantas, se 10 produtores se juntarem para cultivar no mesmo local, podem entre todos cultivar 100 plantas e dividir as despesas, o trabalho e as tarefas de cultivo entre eles, bem como ficar cada um com 10% da colheita final para vender a ttulo particular nas cooperativas. Quem diz juntarem-se 10, pode dizer juntarem-se 100, desde que se saibam organizar e no surjam fracturas, tudo possvel.



    Por outro lado, quanto produo indoor ser pouco ecolgica, entendo a tua ideia e em parte concordo com ela, mas a energia (electricidade) , ao contrrio da gua, petrleo, etc, uma energia renovvel. Ou seja, possvel obter electricidade de forma limpa e ilimitada. Mas claro que fica sempre muito mais caro que a luz do sol E poupar euros ecolgico, portanto em ltima anlise tens razo.

    E como tens razo, talvez fosse boa idea estabelecer neste modelo quotas para a produo em indoor e em outdoor. Talvez estabelecer que 50% do produto que chega s cooperativas tem que ser de outdoor. At podamos ir aos 80%, mas eu pessoalmente considero que as diferenas na qualidade entre outdoor e indoor pedem que a coisa seja repartida, nem que seja para favorecer a diversidade.



    Cita Iniciado por dozer Ver Mensaje
    Li mal ou no foi considerada margem de lucro para as cooperativas?
    Leste bem, isso est em aberto.

    Porm, se as cooperativas fossem operadas pelo Estado, o Estado iria obter em troca os impostos cobrados tal como referido no modelo. No modelo fala-se em 50% sobre o valor inicial. Ou seja, se a cooperativa compra a 3 euros ao produtor, vai vender a 4,5 euros ao revendedor final e com isso fica com 1,5 euros (por grama). essa a margem de lucro para as cooperativas mas na forma de imposto para o Estado, que por sua vez se encarga de pagar as despesas da cooperativa tais como os gastos com o imvel onde a mesma opera, os salrios de quem l trabalha, etc.

    Mas tudo isto est um pouco em aberto, assim o deixei propositadamente pois algo que mais frente se deveria discutir melhor.

    Talvez cobrar 50% de impostos na cooperativa seja demasiado se considerarmos que depois nos locais de venda ao pblico ainda aplicado IVA a 23%. Podemos reduzir esses 50% a 30%, ou algo do gnero. Precisamente para retirar um pouco ao Estado e assim reduzir o preo do produto final com vista a atenuar o que comentas e passo a citar:

    Cita Iniciado por dozer Ver Mensaje
    H que ter o cuidado de no apertar muito na carga fiscal. Se o produto final encarecer muito abre novamente as portas ao mercado negro e o impacto econmico nas vidas dos consumidores pode ser significativo. No queremos que s os ricos possam comprar erva legal.
    Tambm fiquei com essa atrs da orelha. difcil encontrar o ponto de equilibro entre aquilo que o Estado leva e um preo final que no deixe muito espao de manobra para as operaes de mercado negro.

    Quanto ao impacto econmico na vida dos consumidores, penso que poder comprar a entre 5 e 9 euros por grama aceitvel e ter o impacto econmico na vida de cada um que tem por exemplo fumar um mao de tabaco por dia ou beber uma garrafa de vinho. Tendo a vantagem de que, quem no tiver 5 euros para dar por dia para canbis, pode cultivar livremente aquilo que consome.

    Mas sim, o ideal era termos canbis com um mnimo de qualidade a partir de 4 euros /gr, mesmo que depois houvesse canbis mais virada para o "gourmet" a preos entre os 8 e os 12 euros /gr.



    Cita Iniciado por dozer Ver Mensaje
    H muitos mais pormenores a discutir mas assim de repente registei estes.

    Vou tentar ler com mais calma e ver tambm a proposta de Washington que me parece interessante.

    Abraos verdinhos para todos, ainda c andamos at isto ser legal
    Pois h muito mais a discutir, quase uma estria sem fim, hehe...

    Da que eu ontem tenha quase concludo que se calhar mais vale pegar num modelo j implementado (como por exemplo o de Washington ou outro) e tentar fazer pequenas alteraes cirrgicas e pouco arriscadas que possam aproxim-lo um pouco deste modelo que maximiza o nmero de postos de trabalho no sector.

    Abraos

    tommy

  8. Los siguientes 7 Usuarios dan las gracias a Tommy_Joao por este Post:

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  9. #20
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    Re: Possvel modelo de legalizao

    Antes de mais de saudar esta iniciativa, antes de se perder o comboio. Um consenso entre a comunidade e uma representao forte a nica forma de no se perderem direitos antes de os mesmos nos serem atribudos como do outro lado do oceano.

    Do que analisei nos ltimos 2 anos, todos os estados que implementaram a legalizao e deram incio a um mercado legal tm alguns inconvenientes. E felizmente, no temos a barreira dos "Graus" (Schedules) j que essa barreira foi removida no clima ps-2001, o que facilita as coisas um pouco.


    Assim a tua proposta inicial @Tommy na sua maioria seria uma modelo mais sensato pela possibilidade de descentralizar, impedir a verticalizao e ao mesmo tempo abrir a possibilidade do cultivo prprio, independentemente dos nmeros apresentados sobre reas de cultivo/receitas/etc. Peo pelo menos que se inteirem de todos os estados que j deram incio ao mercado legal se ainda assim, a maioria decidir num modelo pr-existente.


    De raspo gostaria de acrescentar umas coisinhas:
    • que na parte da criao/revenda de sementes/estacas seria proveitoso haver uma possibilidade de inscrio para uma rea superior para os mesmos. Na parte da criao, que a que pode facilmente tomar mais rea, quer seja por guardares vrias geraes, quer seja pelas centenas/milhares de sementes que fcil analisar num ano poderia haver uma maneira de doar a maior parte da matria prima aps a retirada de sementes.
    • alguma legislao no sentido de fomentar o cnhamo industrial tambm seria de valor como j foi referido. O CBD e a protena vieram para ficar e assim, esse campo poderia ficar para empresas de maior volume (seja de negcio, seja em rea agrcola utilizada). Tambm se deveria retirar o limite de .2/.3 de thc-a/thc do cnhamo j que impede os agricultores e criadores de variedades de fibra/protena de utilizarem/procurarem boas variedades para tais fins.

    J vou ver os outros threads com mais calma, mas fique a ideia no ar que existe mais um por a espreita, com vontade de debater, ajudar e se for preciso criar contedo (vdeo/imagem)



    Abraos

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